Onda de demissões começa a afetar Maranhão

O Hotel Luzeiros demitiu na semana passada cerca de 70 funcionários. A tendência é que, mantida a crise no setor, sejam paralisadas as funções no hotel e mais pessoas sejam demitidas. Nas próximas semanas a onda de demissões deve ser acentuada.

O Maranhão real

CAPANOVA

Deputado estadual Adriano Sarney fala sobre recentes descobertas da mídia nacional sobre o fracasso da gestão de Flávio Dino no Maranhão.

Piauí superou Maranhão em indicadores sociais nos últimos cinco anos

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Após décadas figurando entre os estados mais pobres da federação, o Piauí finalmente deixou de integrar o grupo. A constatação pode ser feita após análise de números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelam melhor acentuada em uma série de situações. Em contrapartida, o Maranhão piorou, ou manteve, vários de seus índices nos últimos cinco anos e começou a ocupar o primeiro lugar entre os estados mais pobres da federação. ÍNDICES A renda per capita no Maranhão é a mais baixa entre todos os estados da federação. Enquanto a média nacional é de R$ 1.337,00, o Maranhão amarga míseros R$ 607,00 por habitante, a menor do país. Cerca de R$ 200,00 a menos que o Piauí, que tem renda de R$ 806,00. Outro percentual levantado pelo IBGE chamado de Paridades de Poder de Compra (PPC), que analisa um valor que serve como linha de corte para diferenciar pobres e não pobres, também revela uma distância enorme entre Maranhão e Piauí. O índice de pessoas com rendimento domiciliar per capita inferior a US$ 1,9 (indicador das Nações Unidas) era de 19,9 % da população maranhense no último levantamento realizado em 2018. No Piauí o índice não ultrapassa 15%, ficando em 14,2% da população. A escolaridade também demonstra que os vizinhos piauienses avançaram muito mais do que o Maranhão na qualificação de seus jovens. Apenas 8,6% da população maranhense possui ensino superior completo. No Piauí o índice salta para 11,5%. Apesar da grande propaganda governamental na área da educação, os últimos cinco anos não representaram avanços significativos no setor. Enquanto o percentual de pessoas sem instrução sofreu uma queda drástica, chegando a 13% da população, O Maranhão segue sustentando quase 17% de sua população neste estado. O número de alunos entre 15 e 17 nos que não requentam a escola também revela outra discrepância entre os estados. Em 2018 o IBGE registrou 14,3 de alunos nesta idade fora das escolas no Maranhão. Uma das cinco piores taxas de todo o Brasil. Já o Piauí está entre os quatro estados que mais garantem ensino a adolescentes, com a quarta melhor taxa de todo o país (8,4%). PIAUÍ AVANÇA, MARANHÃO RECUA Além dos números do IBGE nos últimos anos, o estudo “Avaliação Continuada da Vulnerabilidade Social no Brasil: Impressões e Primeiros Resultados do índice de Vulnerabilidade Social (IVS)”, revela que nos últimos anos o Piauí se colocou entre os estados do Brasil onde aconteceu a maior redução da vulnerabilidade social no período de 2016 a 2017. Entre os estados estão Paraíba, Pará, Piauí, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Ceará, São Paulo e Mato Grosso. Eles mostram que oito estados do Brasil, entre eles, o Piauí, tiveram redução da vulnerabilidade social de 2011 a 2017, isso é, durante sete anos, de forma consecutiva. O estudo revela que o Maranhão, entre 2011 e 2015, chegou a apresentar uma redução de acentuada na vulnerabilidade social associada aos indicadores de renda e trabalho, saindo da faixa da alta vulnerabilidade social para a média. Após este período, mas especificamente com a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB), a tendência se inverteu e o estado voltou para a faixa de alta vulnerabilidade social na dimensão renda e trabalho e apresenta aumento da vulnerabilidade igual a 3,6% de um ano para o outro, ou seja, de 2016 para 2017.

PCdoB é expulso definitivamente de Bela Vista do Maranhão

Em outubro de 2019 o plenário do Tribunal Superior Eleitoral confirmou a cassação do mandato do prefeito reeleito de Bela Vista do Maranhão (MA), Orias de Oliveira Mendes (PC do B). Com as eleições de ontem, em que foi eleito Augusto Filho (PSDB), a cidade se vê livre do partido acusado de abuso de poder político e conduta vedada a agente público na Eleição de 2016. Com 52,17% dos votos (3.639), Augusto Filho venceu a disputa contra os candidatos Danielzinho e Gil Farma, que receberam, respectivamente, 2.957 (42,39%) e 185 (2,65%) votos. Os votos brancos somaram 55 (0,79%) e a abstenção foi de 2.229 eleitores (24,22%), com comparecimento de 6.975 eleitores (75,78%).

Bolsonaro manda mais R$ 8,4 milhões para a Saúde do Maranhão

jan o presidente jair bolsonaro assina decreto que modifica a regulamentacao para posse de arma de fogo no brasil  v x e

O Ministério da Saúde reservou neste mês R$ 8,425 milhões para a ampliação do acesso de pacientes às cirurgias eletivas realizadas no SUS no Maranhão. No total, em todo o país, foram R$ 250 milhões. O objetivo é diminuir as filas para 53 tipos de procedimentos que incluem catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além de cirurgia de astroplastia de quadril e joelho, entre outras com grande demanda. Em 2018, segundo o Ministério da Saúde, foram realizadas pelo SUS cerca de 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo o país. Esses procedimentos cirúrgicos são os que não precisam ser realizados em caráter de urgência, podendo assim serem agendados. Em 2019, até outubro, foram registrados no sistema de informação do SUS 2 milhões de cirurgias em todos os estados brasileiros. Os procedimentos de cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o país, de forma integral e gratuita, por meio do SUS. As três cirurgias mais demandadas são oftalmológicas (para tratamento de catarata e de suas consequências e para tratamento de doenças da retina). Além dessas, também estão na lista cirurgias tais como aquelas para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar. Com o valor extra de R$ 250 milhões mais cirurgias eletivas poderão ser realizadas em 2020. Os gestores estaduais, municipais e do Distrito Federal, responsáveis pela organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos, podem contar e se programar para utilização dos recursos de acordo com a população per capita de cada estado. O valor total será disponibilizado no orçamento por meio do componente Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). O incentivo somente será liberado para os gestores após a apresentação de produção executada no sistema de informação do SUS e para aqueles que ultrapassarem o teto MAC (Média e Alta Complexidade) do município. Do período de janeiro de 2017 a outubro de 2019, foram disponibilizados por meio de recursos do FAEC, o valor aproximado de R$ 1,1 bilhão para cirurgias eletivas. Além disso, as unidades federativas contam também com o valor do teto MAC (Média e Alta Complexidade) para realização das cirurgias nos municípios.

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