Segurança Pública entra em colapso total em São Luís

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O segundo semestre de 2021 deve entrar para a história como um dos períodos mais violentos e inseguros da história do Maranhão. Assassinatos em massa de policiais, arrastões em praias, assaltos, assassinatos, guerras de facções e mortes de inocentes. Poucas vezes na história da segurança pública da cidade se viu a criminalidade subjugando a sociedade de forma tão abrupta. Na noite da quinta (21) foram registrados diversos tiroteios em bairros da capital. O pânico na cidade foi acirrado pela divulgação em massa de vídeos por aplicativos de troca de mensagens que mostravam a ação dos criminosos. Apenas na noite de ontem foram registradas cinco mortes e dezenas de feridos, marcando o ponto alto de uma onda de violência que implodiu o sistema de segurança pública na capital. A onda de violência pode ser caracterizada pelo ajuntamento de uma série de situações que deixam evidente a crise de segurança. Uma semana antes dos tiroteios de quinta, dois policiais militares foram executados em bairros da Grande São Luís. A onda de assaltos a estabelecimentos comerciais também voltou com força total. Na terça (19), um grupo de homens invadiu um estabelecimento na Lagoa da Jansen e assaltou todos que estavam no lugar. Em agosto foi registrado o primeiro arrastão da história da orla de São Luís. Além disso, a guerra de facções na periferia continua sem que aja a preocupação da Secretaria de Segurança Pública. Por ironia, enquanto a população de São Luís sofre com a insegurança, o governador Flávio Dino recebeu recentemente o título de governador que melhor cuida de presidiários.

Hildo Rocha defende o Nordeste e enaltece potencial do MA

HILDO ROCHA

Em audiência pública da Comissão Mista de Orçamento, o deputado federal Hildo Rocha defendeu a região nordeste e enalteceu as potencialidades do Maranhão para o Brasil. O posicionamento do parlamentar maranhense foi apresentado durante a sessão que aprovou o projeto (PIN 2/2021), que prevê a divisão igualitária do valor destinado a emendas apresentadas por bancadas estaduais ao projeto de lei orçamentária para 2022. O projeto de lei orçamentária para 2022 reserva R$ 5,7 bilhões para essas emendas, que têm execução obrigatória.  Diversos parlamentares discordam dos critérios que estão sendo propostos para a distribuição desses recursos. Deputados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul defenderam que a distribuição dos recursos leve em conta o tamanho da população de cada estado. Já parlamentares do Tocantins e Piauí apoiam o critério atual que reparte as emendas de bancada de forma igualitária, chegando ao valor de R$ 212,8 milhões por estado para o ano que vem. O coordenador da bancada de São Paulo, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), defendeu uma compensação aos hospitais de São Paulo que apresentam déficit nas contas por receber pacientes de outros estados que buscam tratamento especializado em entidades filantrópicas. De acordo com o parlamentar, só o Hospital de Amor de Barretos, unidade especializada no tratamento de câncer, registrou um déficit financeiro de R$ 179 milhões e quinhentos mil, em 2019, em razão dos atendimentos de pacientes originários de outros Estados da Federação. “Os recursos que o SUS repassa para São Paulo não cobrem nem as despesas do próprio Estado. São Paulo paga essa conta por todos os Estados”, argumentou. A realidade vista por outro ângulo – Coube ao deputado Hildo Rocha defender o Maranhão e demais Estados nordestinos. O parlamentar ressaltou que a formação da Federação brasileira contém muitas incoerências e anormalidades que, geralmente, ocasionam algum tipo de prejuízo aos Estados. Entretanto, segundo o parlamentar, apesar das distorções, existem vantagens e desvantagens proporcionadas pela formatação da Federação brasileira. “São Paulo trás essa questão da saúde. Realmente, os preços praticados pelo SUS estão defasados isso contribui para a geração desse grande déficit nos hospitais filantrópicos. Mas, hoje São Paulo ainda não está no apagão por causa do Nordeste brasileiro. Atualmente, São Paulo vive em função da energia que nós estamos gerando porque além de produzir energia eólica, o Maranhão possui duas grandes hidrelétricas que geram energia suficiente para suprir a demanda do Maranhão além de outros estados do nosso País, inclusive São Paulo. Os maranhenses estão pagando energia mais cara porque nós fornecemos energia para São Paulo. Se tivéssemos adotada outra forma, que não fosse essa adotada pela Federação brasileira, não estaríamos pagando energia com tarifa de bandeira vermelha”, explicou. Ainda de acordo com Hildo Rocha, São Paulo reclama de perdas, mas o Estado também é beneficiado por pertencer à Federação brasileira. “No setor energético, por exemplo, se não fosse o Nordeste e boa parte do Norte, a escassez de chuvas, nas regiões Sul e Sudeste, provocada pelo fenômeno La Ninha, São Paulo estaria sem energia elétrica ou estaria comprando energia muito cara, de termoelétricas. Portanto, há vantagens e desvantagens”, finalizou.

Flávio Dino ataca carta de Bolsonaro em defesa da democracia

Flavio Dino CPI Covidao

O governador Flávio Dino (PSB) não recebeu bem a carta do presidente Jair Bolsonaro em defesa da democracia. Na chamada Declaração à Nação, o presidente reafirmou que não pretende promover instabilidade no Brasil e que pretende continuar seguindo a Constituição. Para Flávio Dino, ao fazer a opção pela pacificação, Bolsonaro age como um covarde. Apesar de Jair Bolsonaro ocupar o cargo há dois anos e meio e nunca atentar contra a democracia, Dino ainda falou que o presidente não está sendo sincero em suas declarações. Ao contrário do próprio Flávio Dino, que é réu por crimes eleitorais no Tribunal Superior Eleitoral e que já foi flagrado usando policiais militares para espionar adversários. O comunista ainda afirmou que o recuo do presidente se deu após queda de popularidade em pesquisa realizada no dia 9 de setembro. Dois dias após milhões de pessoas tomarem as ruas do Brasil em apoio ao presidente. O governador deixa claro sua predileção por pesquisas ao invés do que os próprios olhos enxergam. No fim de sua publicação, o governador que tem dedicado todo o seu tempo e estrutura do governo para fazer política (inclusive usando as dependências do Palácio dos Leões para fazer encontro partidário), declarou que espera mais trabalho do presidente. Abaixo a publicação do governador.    

Flávio Dino tenta sabotar (de novo) vacinação em São Luís

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Com a diminuição do horário e dos postos de vacinação em Paço do Lumiar pelo Governo Flávio Dino, muitos cidadãos estão fazendo a opção por buscar a segunda dose em São Luís. Por mais inacreditável que pareça: Flávio Dino quer transformar a incapacidade do seu governo em ministrar a 2ª dose da vacina nos postos do governo em um problema da Prefeitura de São Luís. Circula pelas redes sociais um vídeo e uma matéria do jornalista Raimundo Garrone em que um cidadão reclama de ser barrado por tentar buscar em São Luís a segunda dose da vacina que tomou em Paço do Lumiar. No vídeo fica claro que a recorrência ao posto da Prefeitura acontece após a FALHA do atendimento pelo governo Flávio Dino. Nas últimas semanas as reclamações contra o posto de vacinação em Paço do Lumiar se multiplicam. Fechamento, paralisação na vacinação, demora no atendimento e diminuição do efetivo são algumas das reclamações. acontece que passada a euforia pela vacinação, a Secretaria de Saúde simplesmente se omite em relação ao funcionamento do posto em Paço do Lumiar. Na iminência de ser responsabilizada por sua incompetência, o governo tenta passar a responsabilidade para a Prefeitura. Após o incidente, o secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, foi até as redes sociais lamentar o ocorrido. A situação tem cheiro de armação contra a Prefeitura de São Luís. E mais uma vez o Governo do Maranhão se notabiliza por tentativas de tentar ofuscar o êxito da parceria entre Governo Federal e Prefeitura Municipal de São Luís na vacinação da capital maranhense.

Porto privado chinês não avança no Maranhão e fica só no papel

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Avaliado em R$ 2 bilhões há 3 anos e 3 meses, o gigante grupo China Communications Construction Company (CCCC) não avançou no projeto de erguer um porto privado em São Luís. O grupo chinês é dono de 51% de participação do acordo e enfranta um impasse com seus sócios que detém os 49% restantes, sendo a Lyon Capital (fundada por Paulo Remy)e a WPR (empresa de infraestrutura do grupo WTorre). Foi apurado, também, que os dois acionistas minoritários contrataram o BTG Pactual para vender seus 49% no empreendimento portuário. Quando desembarcou no Brasil em novembro de 2016, a gigante chinesa tinha planos ambiciosos de crescer no país. Mas, desde que chegou, com a compra de 80% da construtora Concremat por R$ 350 milhões, não conseguiu levar adiante projetos bilionários que pretendia participar, visto que a CCCC fatura cerca de US$ 90 bilhões. Uma pessoa ligada à gigante chinesa afirmou que a companhia não conseguiu o financiamento de US$ 500 milhões para a construção do condomínio multicargas de São Luís, cujo potencial quase dobraria a movimetação do porto do Itaqui. Já uma fonte ligada aos acionistas minoritários, interessa à gigante chinesa participar de projetos nos quais a CCCC atue apenas como construtora. “O projeto do porto não saiu do lugar. Eles chegaram com a promessa de cheque em branco, mas não conseguiram levantar os recursos para financiar as obras”, afirmou essa fonte, cujo grupo queria comprar uma fatia minoritária da Malha Sul, e chegou a fazer proposta para adquirir o Terminal de São Francisco do Sul (SC), o Graneleiro da Babitongra (TGB). A CCCC também foi apontada como candidata à concessão da ferrovia Fiol, porém não fez proposta. Segundo Helder Dantas, presidente do porto e diretor executivo da China Communications Construction Company, o projeto do Porto de São Luís tem sido reavaliado, mas a gigante chinesa tem intuito de seguir adiante com os planos, busca meios de financiar as obras e é difícil explicar à matriz chinesa o excesso de burocracia no Brasil. “Também enfrentamos uma série de questões fundiárias, que atrapalharam o projeto, mas estamos avançando”, afirmou Dantas, alegando que os planos vão seguir, o projeto foi reavaliado para cerca de R$ 3,5 bilhões (devendo ser concluído ao longo de dez anos, em duas etapas), mesmo com a mudança no quadro societário. A BTG Pactual, Lyon Capital e a WTorre não se pronunciaram sobre o assunto. Embora haja disposição dos grupos chineses de fazerem investimentos no Brasil, visto que diversos grupos da China desembarcaram no país procurando ativos desde 2015, a burocracia, a pandemia e o governo brasileiro mais hostil com a China fizeram com que os investidores ficassem mais receosos com o Brasil.

Nem o PCdoB escapou de ser traído por Flávio Dino

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Em 2006 o então ex-juiz Flávio Dino foi eleito sem praticamente fazer campanha com a ajuda do governador José Reinaldo Tavares e do candidato Jackson Lago. Pouco tempo depois o mesmo Flávio Dino foi alçado apoiado para as eleições em São Luís por Jackson Lago. Em 2010 Flávio Dino iniciou uma jornada de traições que teve como primeira vítima o ex-governador Jackson Lago e, 11 anos depois, alcança seu ápice com a traição ao próprio partido, o PCdoB. A LISTA Zé Reinaldo, responsável pelo nascimento político de Flávio Dino, foi defenestrado do grupo do comunista e abandonado por anos. Ao longo dos últimos anos Dino se colocou em lados opostos ao do mentor. Principalmente nas eleições da capital, São Luís. O auge aconteceu nas eleições de 2018, quando Zé Reinaldo foi implodido politicamente sem que Flávio Dino levantasse uma palha para ajudá-lo. Jackson Lago, talvez a figura mais emblemática da esquerda maranhense, foi sabotado por Flávio Dino nas eleições de 2010. O comunista espalhava o boato de que Jackson era inelegível e aleijou sua candidatura. A intenção de Flávio Dino era destruir a imagem de Jackson e assumir o seu lugar como principal opositor ao grupo Sarney. Plano que foi bem-sucedido. Até hoje a família de Lago culpa Flávio pelo ocorrido. Em 2008 Flávio Dino teve o segundo impulso na carreira política. Ao ver que seu candidato, Clodomir Paz, não iria decolar, o prefeito Tadeu Palácio apostou todas as fichas no novato Flávio Dino. Tadeu apoiou Flávio contra a vontade do governador Jackson Lago e contra a vontade do PDT. Flávio perdeu a eleição e em 2012, quando Tadeu pediu ao comunista que o apoiasse, Dino recusou o apoio que fatalmente resultaria na eleição de Tadeu elegeu Edivaldo Holanda Jr. Antes de filiar-se ao PCdoB, Flávio Dino foi membro do PT. Eram constantes os elogios ao partido e a figura do ex-presidente Lula. Contudo, nas eleiçoes de 2014 Flávio Dino posou com Aécio Neves em convenção do PSDB e manifestou apoio ao tucano que enfrentava Dilma. Após ser eleito no 1º turno, Dino “mudou a chave” e traiu o PSDB ao embarcar, sem nenhum pudor, na campanha de Dilma. Recentemente o senador Weverton Rocha, responsável por toda a articulação que fez o PDT embarcar no projeto de Flávo Dino e sacramentar sua primeira eleição em 2014, também foi traído. Weverton manifestou o desejo de ser candidato ao governo em 2022. Após analisar o cenário, o senador decidiu adiar os planos e indicar o vice na chapa de Brandão. Como o tucano deve assumir o governo no ano que vem, irá disputar a reeleição. Isso abriria caminho para Rocha disputar a eleição em 2026. Flávio Dino recusou a proposta e trata Weverton como adversário desde então. Luciano Leitoa, ex-mandatário do PSB no estado, foi por toda a trajetória de Flávio Dino um de seus principais apoiadores no sul do Maranhão. Nesta semana Leitoa teve o partido assalto por Flávio Dino que articulou sua filiação e a deposição de Leitoa do cargo. ATÉ O PCdoB Após ser eleito no PCdoB, ser alçado ao cargo de maior liderança do partido no país e contar com toda a estrutura partidária para si por décadas, Flávio Dino deixou o PCdoB. Em suas entrevistas na nova legenda o governador evita citar o PCdoB. A saída, para manter a tradição, também abriga uma traição. Flávio Dino havia combinado de esperar a votação no plenário da Câmara dos Deputados um projeto do Senado, de autoria de Renan Calheiros (MDB-AL), que permite a dois ou mais partidos se reunirem em uma federação para que ela atue como se fosse uma única sigla nas eleições. Nanico, o PCdoB corre o risco de acabar se não atingir uma votação mínima nas eleições gerais de 2022 (que é de 2% do eleitorado). Caso isso aconteça e o PCdoB não atinja essa votação, perderá recursos públicos, tempo de TV e estrutura na Câmara. Ao invés de ajudar o partido, Flávio Dino apenas abandonou a legenda e mudou-se para outra que pode ser mais útil. Nos grupos do partido o governador já é tratado como aquilo que é: um político traidor. E assim vai sendo forjada uma carreira política baseada no uso das pessoas e instituições e no descarte dessas mesmas pessoas e instituições quando elas perdem utilidade para o projeto pessoal de governador. 

Navio MV Shandong da Zhi é autorizado a atracar no Maranhão

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Após quarentena, navio que trouxe tripulantes infectados pela cepa indiana para o Estado, recebeu permissão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para atracar na costa maranhense. A Secretaria de Estado de Saúde informou nesta quinta-feira (24) que a embarcação MV Shandong da Zhi foi liberada da quarentena após a tripulação testar negativo para o novo coronavírus e não mostrar nenhum quadro sintomático suspeito. De acordo com a SES, a embarcação vai continuar na área de fundeio e aegue aguardando a agend do Porto do Itaqui para atracar. O navio chegou ao Maranhão em 14 de maio, vindo da Malásia e está ancorado a cerca de 50 km do litoral da capital maranhense. Ao todo, 24 tripulantes estavam na embarcação, entre os quais, um indiano de 54 anos que, após piora no seu quadro clínico, foi internado em um hospital de São Luís. Este tripulante segue com estado de saúde grave, foi entubado em 22 de maio após piora e segue internado na UTI de um hospital particular, sendo diagnosticado com a cepa indiana no novo coronavírus (Delta). Após a comprovação dos seis casos da cepa indiana no Estado, foram testadas 147 pessoas que tiveram contato direto e indireto. O resultado dos exames deram negativo e o governo considerou não haver transmissão local.

Cinco pessoas são retiradas de trabalho escravo no Maranhão

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Cinco pessoas são resgatadas de condição análoga à escravidão em estabelecimento voltado ao cultivo de hortaliças, na zona rural de Barra do Corda. Durante a operação realizada entre os dias 14 e 18 de junho, auditores-fiscais do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho no Maranhão (SRTb/MA) constataram que no local de trabalho não havia banheiro nem espaço adequado para refeições. A água consumida pelos trabalhadores era transportada em embalagens de produtos tóxicos reutilizadas, oriunda de um chafariz localizado numa aldeia indígena. “Três dos cinco trabalhadores resgatados estavam alojados em uma casa de paredes de taipa e sem banheiro. Nesse alojamento, dois deles dormiam em redes armadas no alpendre, sujeitos a intempéries, sem privacidade e conforto e o outro dormia na sala da casa. Todos tomavam banho no rio Corda, que passa ao lado da casa”, explica Ivano Sampaio, auditor-fiscal do Trabalho que coordenou a operação. Apesar de cumprirem jornada semanal de 44 horas, os empregados recebiam salário inferior ao mínimo legal, trabalhando de maneira informal. Os trabalhadores também não realizavam exames médicos, nem equipamentos de proteção individual adequados aos riscos da atividade e não contavam com materiais de primeiros socorros. Entre os cinco empregados retirados, havia um indígena e um adolescente com 16 anos. A ação contou com o apoio da 2ª Promotoria de Justiça de Barra do Corda/MA, da Procuradoria do Trabalho em Imperatriz/MA e da Polícia Civil do Estado do Maranhão.

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