Um Brasil paralisado

É proibido tocar no potássio brasileiro, um produto essencial para os interesses do país; a agropecuária tem de comprar na Rússia, no Canadá ou onde encontrar, ao preço que encontrar.
Crescimento de Bolsonaro assusta, e PT vai antecipar campanha de Lula

O crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto deixou o núcleo de decisões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com medo. A consequência foi apressar a apresentação formal do ex-mandatário como pré-candidato petista ao Palácio do Planalto para o início de abril. A data ainda não está definida, mas o evento deve ocorrer no dia 1º de abril, data que marca o fechamento da chamada janela partidária, quando termina o prazo para a mudança de legendas ou filiações de quem concorrerá à eleição deste ano. O PT planeja grande ato em São Paulo, reunindo aliados e o ex-governador Geraldo Alckmin, escolhido como vice, e que ainda negocia sua filiação a algum partido da base de Lula, seja o PV, seja PSB. A urgência de colocar a campanha na rua foi motivo de conversa de Lula com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. Lula disse para a deputada ter chegado a hora de começar a colocar o pé na estrada, já como pré-candidato formal. A preocupação com o crescimento das intenções de voto de Bolsonaro é o principal motivo. O desejo é frear esse avanço do atual titular do Palácio do Planalto, principalmente na Região Nordeste. De acordo com petistas do entorno de Lula, ainda não há uma data certa para a ida do ex-presidente ao Nordeste, no entanto, essa deve ser uma das primeiras ações do pré-candidato petista. Bolsonaro é considerado um adversário perigoso, por já ter conseguido reverter boa parte da diferença com o petista, lançando mão de programas sociais, como o auxílio emergencial para enfrentar os problemas causados pela pandemia de coronavírus e o Auxílio Brasil – substituto do Bolsa Família.
Adversários de Brandão somam quase o triplo dos votos

A pesquisa divulgada neste fim de semana pelo Jornal Pequeno para o governo do estado apontou o vice-governador Carlos Brandão (PSB), pela primeira vez na liderança nas intenções de voto para as eleições de outubro pelo governo do estado. A aparente boa notícia, no entanto, esconde uma situação dramática. Os adversários de Brandão somam mais de 54% das intenções de voto. Caso este cenário não mude drasticamente até as eleições de outubro, Brandão terá uma tarefa dificílima no 2º turno. A pesquisa do Jornal Pequeno apresentou os seguintes números: Nas duas primeiras colocações Brandão (23%) e Weverton Rocha (20%). Tecnicamente empatados no 3º lugar Edivaldo Holanda Jr (11%), Roberto Rocha (10%) e Lahesio Bonfim (9%). Eles são seguidos por Josimar de Maranhãozinho (4%) e Simplício Araújo (1%). Enilton Rodrigues não pontuou. 2º TURNO Em caso de um possível 2º turno, Brandão iria ter sua possibilidade de alianças resumida ao atual secretário de Industria e Comércio, Simplício Araújo. Lahesio Bonfim e Roberto Rocha não apoiam o sucessor de Flávio Dino em caso de 2º turno em nenhuma hipótese. Comandado pelo deputado federal Edilázio Jr (que faz oposição aberta a Dino), o PSD de Edivaldo Holanda Jr também teria resistência em apoiar Brandão. Também seria difícil imaginar que Josimar de Maranhão, presidente do PL, coloque o partido do presidente no mesmo palanque de Dino. Já o senador Weverton Rocha, que também faz parte da base de Brandão e hoje ocupa a segunda colocação, pode ser o adversário do candidato do governo no 2º turno. Como o eleitorado do pedetista deve ser o principal alvo de Brandão nos próximos meses, não é descartado um racha caso o senador fique fora da segunda etapa da eleição. A pesquisa base deste texto foi divulgada pelo Jornal Pequeno em 13/03/2022. Registrada em 06/03/2022 com o protocolo MA09132?2022
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