Invasões do MST crescem 143% no governo Lula, aponta FPA

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O relatório do Observatório da Oposição, produzido a partir de dados da FPA (Frente Parlamentar de Agricultura), aponta que, só nesses 4 meses do governo Lula, o Brasil registrou 56 invasões realizadas por movimentos sem-terra, o que representa uma alta de 143% em relação a 2022. durante toda a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de 2019 a 2022, o governo anterior registrou 62 invasões de terra, isto é, apenas 6 ocupações a mais até entao registradas neste mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Os dados de 2023 apresentados pelo relatório, entretanto, não batem com os do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), cujo instituto registrou até ocupações de terra até 17 de abril deste ano. De acordo com o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), o baixo número de invasões entre 2019 e 2022 está relacionado à pandemia. O movimento também contestou os dados e alegou que foram 191 ocupações durante a gestão de Bolsonaro. O maior número de invasões registrada no Brasil ocorreu durante o 1º mandato de Luladata de 2004. A quantidade de invasões se manteve alta durante os 2 governos do PT.

Depois de comprar sofá de r$ 65 mil, lula fica em hotel de r$ 95 mil por dia

LULA E ESBANJA

O presidente Lula, que sempre se vendeu como representante dos pobres, tem demonstrado uma predisposição a uma vida luxuosa. Durante sua recente viagem a Londres, em maio de 2023, o presidente hospedou-se em um hotel com diária de R$ 95 mil. Enquanto isso, a primeira-dama, Janja, gastou mais de R$ 200 mil em mobília para o Palácio da Alvorada, mesmo sendo este um imóvel público que já contava com mobiliário suficiente. A compra de móveis, alguns com valores exorbitantes, gerou críticas e questionamentos por parte da oposição e de grupos sociais. Enquanto o presidente se hospedava em hotéis luxuosos e jantava em restaurantes renomados, milhões de brasileiros continuam vivendo abaixo da linha da pobreza. Parece que para Lula, representar os pobres é uma coisa, mas viver como eles é outra completamente diferente. E assim, o presidente segue gastando dinheiro público sem limites, enquanto o povo brasileiro segue sofrendo com a falta de investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública. Resta saber até quando o presidente Lula irá se permitir esse tipo de extravagância, enquanto a população clama por mudanças reais e efetivas.

Ex-ministro da Fazenda de Lula diz que Brasil corre alto risco na economia

Henrique meirelles

Do posto de quem ajudou a articular durante muito tempo a economia nos primeiros mandatos de Lula, Henrique Meirelles teme pela economia do Brasil no atual governo. Ex-ministro da Fazenda e ex-presidente de Banco Central (BC) de Lula, Meirelles afirmou em entrevista que Lula repete políticas econômicas que causaram a pior recessão de sua história. “O Lula começou a anunciar, logo depois da eleição, uma política na linha do que foi o governo da ex-presidente Dilma, que levou o Brasil a uma recessão muito grande. É um risco que corremos”, declarou Meirelles, em entrevista ao Metrópoles. Apesar das críticas e do temor pelo futuro da economia do país, Meirelles esteve entre os apoiadores do presidente Lula nas eleições de 2022. Assim como ele, o também ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, apoiou Lula nas eleições do ano passado e tem criticado as políticas econômicas do atual governo, especialmente em relação à política fiscal e ao controle da inflação. Em entrevista recente, Fraga afirmou que a política fiscal do governo Lula é insustentável a longo prazo e que o país precisa urgentemente reduzir seus gastos públicos para evitar uma crise econômica no futuro. Ele também criticou a política monetária do Banco Central, argumentando que a taxa de juros está muito baixa e que isso está alimentando a inflação. Para Fraga, a atual política econômica do governo Lula é um retrocesso em relação aos avanços alcançados nos anos 90 e representa um risco para a estabilidade econômica do país. Ele defende uma abordagem mais conservadora, baseada em políticas fiscais e monetárias responsáveis, para garantir um crescimento econômico sustentável a longo prazo. As críticas de Fraga não são isoladas e refletem as preocupações de muitos economistas e analistas de mercado em relação à economia brasileira. Como jornalista, é meu papel relatar essas críticas e estimular o debate público sobre as políticas econômicas do governo Lula, para que possamos encontrar soluções que garantam um futuro próspero para o país.

Lula ignora histórico de calotes da Argentina e garante ajuda

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O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu que fará “todo sacrifício” para ajudar a Argetina, que atravessa crise econômica histórica de maxidesvalorização da moeda local. Em encontro com o presidente da Argentina Alberto Fernández, nesta terça (2), em Brasília, cuja agenda teve como objetivo debater assuntos econômicos, o líder petista afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. “Do ponto de vista politico, me comprometi que vou fazer todo e qualquer sacrifício para que a gente possa ajudar a Argentina nesse momento difícil”, disse Lula. Se o Brasil vive recessão econômica, a Argentina sob o comando da esquerda enfrenta a maior crise das últimas décadas e coleciona uma seca extrema que impactou a produção agrícola e, consequentemente, suas exportações e entrada de dólares, o peso argentino vem perdendo valor e a inflação só aumenta. Além disso, a Argentina tem débito com o BNDES e com o histórico de calotes em suas dívidas. O governo Lula estuda pegar o dinheiro dos brasileiros para ajudar o governo argentino.

Defensoria Pública da União reclama de abandono por Lula

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Sem chefe desde janeiro, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a Presidência, a Defensoria Pública da União (DPU) tem criticado o governo e alegam descaso por parte do presidente da República. Desde que assumiu o governo, Lula ainda não nomeou alguém para assumir a DPU. Por conta disso, os defensores afirmam que essa situação está afetando negativamente o planejamento de longo prazo do órgão. Em novembro do ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia indicado o defensor público-geral federal o mais votado da lista tríplice, Daniel Macedo. Porém, a equipe de Lula conseguiu barrar a sabatina do defensor e sua indicação foi retirada oficialmente em 31 de janeiro. Segundo informações, o presidente Lula está com a lista elaborada pela Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais desde quando tomou posse. Mas, até o momento, o governo ainda não decidiu quem indicar. A categoria indicou os defensores públicos Igor Roque, ex-presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais; Daniel Macedo, que tenta ser reconduzido ao cargo; e o defensor Leonardo Magalhães. Integrantes do governo dizem não ter certeza sobre qual nome deve ser indicado. Lula afirmou que deseja conversar com os escolhidos antes de anunciar a decisão.

Brasil estuda socorro à Argentina em ano eleitoral

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Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram na tarde desta terça (2), juntamente com suas equipes econômicas para viabilizar uma ajuda ao país argentino e evitar maxidesvalorização em ano eleitoral. O socorro brasileiro seria um paliativo algum fôlego ao país na economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões. O Brasil estuda ajudar a Argentina, seja através de linhas de crédito para financiamento aos exportadores brasileiros, seja via BNDES ou bancos comerciais, ou até eventual uso do banco dos Brics. Na utilização do banco dos Brics, hoje presidida por Dilma Rousseff, o principal entrave é que o bloco não financia países que são de fora do grupo, formado por China, Rússia, Índia e África do Sul. Brasil e China. Entretanto, poderiam propor uma solução, alterando as regras, mas essa saída demandaria tempo. Mercadoria de que a Argentina não dispõe no momento. A principal dificuldade é a garantia que os importadores argentinos podem dar para as operações de compra. Por exemplo, os títulos argentinos não são considerados ativos seguros. E há ainda a questão do câmbio, haja vista que o peso vem perdendo valor, acelerou a crise e aumentou a inflação . Além disso, o país passou por uma seca extrema que impactou a produção agrícola e, consequentemente, suas exportações – e entrada de dólares.

Lula é rejeitado por mais da metade de eleitores de Curitiba

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Um levantamento divulgado nesta quinta (27), realizado pelo Instituto Paraná, aponta que 53,2% dos eleitores de Curitiba desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A pesquisa mostrou que, 42,7% aprovam a gestão do petista, aproximadamente 4,1% não opinaram, 31,7% dos entrevistados consideraram o terceiro mandato do presidente como bom ou ótimo; 21,4%, como regular; e 44,8%, ruim ou péssimo. Outros 2,1% não souberam dizer. O instituto de pesquisa ouviu 810 eleitores da cidade de Curitiba entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Governo Lula enxuga benefício de Bolsonaro a famílias carentes

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cortou o Vale Gás de 267 mil famílias. O benefício de Auxílio Gás consiste no pagamento de botijões a pessoas carentes. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social, em dezembro o benefício era pago a 5,95 milhões de famílias. Neste mês de abril, entretanto, esse número caiu para 5,69 milhões. A queda foi de quase 4,5%. Conforme o titular da pasta, ministro Wellington Dias, a medida foi tomada após uma atualização cadastral, como a revisão feita com o Bolsa Família. “Nós tínhamos muitas pessoas que não preenchiam os requisitos. O vale-gás, na própria legislação aprovada pelo Congresso, estabelece uma meta que tem a ver com o tamanho da renda e muita gente com renda elevada estava recebendo. Nós estamos falando de um esforço de dinheiro do povo brasileiro”, declarou Dias, ao G1. O Auxílio Gás foi criado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2021. A medida buscou diminuir o efeito do preço do gás de cozinha no orçamento das famílias de baixa renda. O pagamento pode ser acumulado com outros benefícios e auxílios, como o Bolsa Família, e é feito seguindo o mesmo calendário deste programa.

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