Senador revela ter documentos para derrubar Lula e Flávio Dino

Brasília, 19 de maio de 2023 – O senador Marcos do Val (Podemos-ES) divulgou um vídeo em suas redes sociais afirmando que possui documentos capazes de prejudicar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Justiça, Flávio Dino, levando-os a perderem seus cargos. Do Val exibe um pen drive laranja, onde afirma estar guardadas as provas que serão reveladas somente durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). No entanto, sua participação na CPMI ainda é incerta, cujo senador acusa o governo federal de tentar impedi-lo de participar do processo. Do Val afirmou que o governo de Lula está desesperado com sua possível participação, pois sabe que ele irá derrubá-los. “O ‘sistema’ fazendo de tudo para me deixar de fora da CPMI. Governo do Lula está desesperado com a minha participação. Sabem que vou derrubá-los”, disse o parlamentar. O “sistema” fazendo de tudo para me deixar de fora da CPMI. Governo do Lula está desesperado com a minha participação. Sabem que vou derruba-los pic.twitter.com/xQYu2niM9l — Marcos do Val (@marcosdoval) May 19, 2023
Lula “estoura” cartão corporativo e gastos superam R$ 12 milhões

Brasília, 11 de maio de 2023 – Um levantamento recente revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já gastou aproximadamente R$12,1 milhões utilizando o Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF). Esses valores expressivos geraram polêmica e levantaram questionamentos sobre a destinação dos recursos públicos na gestão do petista. O CPGF é um instrumento utilizado pelo governo para despesas oficiais, como viagens, alimentação e representação. No entanto, os gastos totais de Lula chamaram a atenção por sua magnitude. O levantamento detalhou que a maior parte desses gastos se concentrou em passagens aéreas, hospedagens, alimentação e locação de veículos. Embora o uso do CPGF esteja dentro das normas legais, a divulgação desses números despertou críticas e questionamentos sobre a necessidade e a justificativa dos gastos. Alguns analistas argumentam que é preciso maior transparência na prestação de contas desses recursos e uma análise detalhada para avaliar se as despesas estavam realmente alinhadas com o interesse público. Vale destacar que o montante gasto pelo presidente Lula em sua gestão supera os valores utilizados pelos seus antecessores. Essa disparidade de números amplia o debate sobre a gestão financeira e a utilização dos recursos públicos no âmbito do governo federal. As reações diante dessas informações têm sido diversas. Enquanto apoiadores destacam que os gastos são condizentes com as demandas e obrigações do cargo, críticos ressaltam a necessidade de uma análise rigorosa para garantir que os recursos estejam sendo utilizados de maneira adequada e eficiente. Diante desse cenário, há uma demanda crescente por uma fiscalização mais rigorosa e transparente dos gastos públicos, independentemente do governo ou partido político no poder. É essencial que os órgãos competentes exerçam seu papel de fiscalização e controle, garantindo a prestação de contas e o uso responsável dos recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos. Além disso, a divulgação desses gastos suscita a necessidade de um debate mais amplo sobre a gestão financeira do governo, a adoção de medidas de austeridade e o fortalecimento dos mecanismos de controle e transparência. É importante ressaltar que as informações sobre os gastos com o CPGF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva são apenas um ponto de partida para uma análise mais aprofundada. É necessário considerar todos os aspectos envolvidos, como as finalidades e os resultados alcançados por essas despesas, a fim de se obter uma compreensão completa da situação.
Lula promete diálogo para aprovar propostas de interesse

Brasília, 12 de maio de 2023 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, nesta sexta (12), conversar com “todo mundo” do Congresso, independentemente dos respectivos partidos, ao defender uma relação civilizada entre Legislativo e Executivo, para aprovar propostas de interesse do Executivo. “Não é o Congresso que precisa do governo. Do jeito que está a Constituição, é o governo que precisa do Congresso. Por isso que a relação precisa ser civilizada […] Tem gente que pergunta para mim ‘quantos deputados você tem na sua base?’ Eu falo: 513 deputados e 81 senadores. E eles serão testados em cada votação. Em cada votação tem que conversar com todos os deputados, nenhum é obrigado a votar no que o governo quer, do jeito que o governo quer”, disse. A declaração ocorreu em viagem a Fortaleza (CE). Já em território cearense, durante discurso sobre o lançamento do programa Escolas de Tempo Integral, Lula ressaltou que o PT tem uma bancada de apenas 69 deputados, número insuficiente para aprovar qualquer coisa na Câmara. “Quando não está no governo, você tem partido, você pensa, você acha. Mas quando chega ao governo faz ou não faz. O PT só tem 69 deputados. Para votar alguma coisa importante, preciso de 257. Significa que preciso conversar com pelo menos 200 deputados. E aí tenho que conversar com todo mundo, não tenho que perguntar de que partido ele é, tenho que tentar pedir para ele votar em nós”, declarou.
Prefeitos dizem que repasses não custeiam piso da enfermagem

Brasília, 12 de maio de 2023 – A Confederação Nacional de Municípios (CNM) denunciou nesta sexta (12) que a lei sancionada pelo governo Lula (PT) para executar o piso salarial da enfermagem, tornado constitucional no ano passado, não garante o pagamento dos salários no funcionalismo municipal. De acordo com a maior entidade municipalista do país, os repasses pagam menos de um terço do orçamento necessário. Os prefeitos observam que para cumprir com o novo dever constitucional seria preciso R$ 10,5 bilhões adicionais, ainda neste ano. A entidade também critica o fato de a lei não ser permanente, ou seja, vale somente neste ano, haja vita que a despesa é continuada. “Com a vigência da medida, correm o risco de reduzir 11.849 equipes de atenção básica, desligar mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem e, consequentemente, desassistir quase 35 milhões de brasileiros”, afirma a nota. A Lei 14.581/2023 abre crédito de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso, mas somente R$ 3,3 bilhões são destinados aos municípios.
Lula distribui pouco mais de R$ 700 milhões a partidos em um dia

Brasília, 12 de maio de 2023 – O governo Lula empenhou pouco mais de R$ 700 milhões em emendas parlamentares em um único dia. O valor é quase o dobro do valor distribuído em quatro meses pelo Palácio do Planalto. A ação visa acalmar a sua base e construir uma estabilidade no Congresso. Conforme reportagem do jornal O Globo, publicada nesta quinta (11), o derrame de recursos ajudou os principais partidos aliados do presidente. De acordo com o levantamento, a maior fatia foi encaminhada ao PSD (R$ 143 milhões), seguido por PT (R$ 136 milhões), MDB (R$ 91 milhões) e União Brasil (R$ 75 milhões). Com as emendas empenhadas para deputados e senadores, o governo Lula aguarda a garantia da votação da regra fiscal no Legislativo. As derrotas que Lula acumula até agora fizeram o petista a ordenar que os ministros começassem a liberar o recurso. Além disso, o governo já indicou que deve despejar mais dinheiro para aliados. Na conta do Palácio do Planalto, estão pelo menos R$ 9 bilhões de emendas de relator negociadas no ano passado, recurso este que foi classificado por Lula durante a campanha como “orçamento secreto” e foi duramente criticado pelo petista, desta vez também será usado para reorganizar a base. As verbas serão liberadas pelos ministérios das Cidades e da Integração Nacional e Desenvolvimento Regional.
Arthur Lira vê direita fortalecida para as eleições de 2026

Nova York, 12 de maio de 2023 – Durante um evento do grupo de Líderes Empresariais (Lide) em Nova York, o presidente da Câmara, Arthur Lira, ressaltou o bom desempenho do presidente Jair Bolsonaro em 2022 e vislumbrou um cenário favorável para uma direita fortalecida nas eleições de 2026. Lira destacou que a avaliação atual sobre a inelegibilidade de Bolsonaro é arriscada, pois ainda restam 3 anos e 9 meses até a próxima eleição, tempo suficiente para outros líderes, como o governador Cláudio Castro (PL) do Rio de Janeiro, o governador Romeu Zema (Novo) de Minas Gerais e o governador Tarcísio (Republicanos) de São Paulo, ganharem ainda mais força política. Para Lira, há menos chances de erros por parte de um candidato de direita em 2026, em comparação com os equívocos cometidos por Bolsonaro durante sua campanha. Com um fortalecimento da base conservadora existente no Brasil e com Bolsonaro como influente eleitor, o panorama se torna desanimador para aqueles que desejam disputar a próxima eleição. Além disso, Lira ressaltou a contribuição significativa de Bolsonaro ao incentivar que os brasileiros com pensamentos conservadores e de direita expressem suas ideias sem receio ou vergonha. A liderança de Bolsonaro tem possibilitado que essa parcela da população tenha espaço para expor suas preferências políticas de forma aberta e transparente. Com um desempenho sólido em 2022 e uma liderança reconhecida, Jair Bolsonaro se mantém como uma figura proeminente no cenário político brasileiro, conquistando apoio e estimulando a mobilização da direita no país. Resta acompanhar como essa capacidade de liderança se desenvolverá nos próximos anos e como influenciará o rumo político do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Arthur Lira manteve uma relação de proximidade e cooperação, o que contribuiu para uma governabilidade eficiente e a implementação de importantes reformas. A parceria entre Lira e Bolsonaro foi caracterizada por uma comunicação fluida e alinhamento estratégico, resultando em avanços significativos em pautas como a reforma da Previdência e a agenda econômica. A capacidade de trabalho em conjunto demonstrada por Lira e Bolsonaro fortaleceu a base governista e evidenciou a habilidade de liderança do ex-presidente, ao conquistar apoio e assegurar a realização de importantes projetos para o país.
Viagem de Lula à China custa, no mínimo, R$ 5,5 milhões

A viagem de três dias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua comitiva à China no mês de abril custou, pelo menos, R$ 5,5 milhões aos cofres públicos, conforme dados obtidos pela Jovem Pan via Lei de Acesso à Informação. De acordo com a JP, o Itamaraty disse que os gastos com hospedagem ainda estão sendo negociados e podem impactar o valor final. Os custos com passagens e combustível das aeronaves oficiais, entretanto, não foram informados. Inicialmente, a despesa com estadia havia sido calculada em US$ 226,6 mil, mas com a remarcação, a Divisão de Pagamentos do Ministério das Relações Exteriores empenhou mais US$ 163,3 mil, totalizando US$ 389,9 mil, o que equivale a quase R$ 2 milhões. Inclusive, é informado que mais de R$ 1 milhão foi empenhado só em diárias para as equipes que viajaram em março e abril, e também foram quitados R$ 950,8 mil em aluguel de veículos. Na lista de custos, é mencionado registro de pagamento no valor de R$ 651,1 mil para aluguel de salas de apoio durante visita à Xangai e outros R$ 206,6 mil para “aluguel e montagem das salas de escritórios de apoio”. Também foi informado que governo gastou R$ 402,4 mil para a contratação de intérpretes e R$ 16,8 mil para o aluguel de veículo e contratação de intérprete para a ministra Luciana Santos. Entre outras despesas, segundo a JP, estão R$ 129,5 mil para arcar com serviço de catering para coquetel, R$ 79 mil para “reforço da parcela regular de manutenção para pagamento de serviços eventuais” e R$ 26 mil para a compra de equipamentos auriculares e sistema de áudio redundante durante a visita da comitiva em Xangai. Durante a viagem, Lula esteve presente na posse da ex-presidente Dilma Rousseff no Novo Banco de Desenvolvimento, visitou a empresa Huawei, teve audiência com o secretário-geral do Partido Comunista em Xangai, Chen Jining, e foi recebido pelo presidente chinês, Xi Jinping.
Marreca Filho é escolhido como vice-líder de Lula na Câmara

O deputado federal Marreca Filho (Patriotas) assumiu a vice-liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como seu vice-líder na Câmara dos Deputados. O parlamentar maranhense está no seu segundo mandato e tem votado aloinhado ao Governo Federal até agora. Na semana passada, por exemplo, mesmo com a errota, votou para manter o decreto pestista que fez mudanças no Marco do Saneamento. Marreca Filho, inclusive, exerceu o mesmo cargo de vice-líder no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).