São Luís avança em Ranking Nacional de Tecnologia e Inovação

SLZ Tecnologia

SÃO LUÍS, 04 de setembro de 2023 – São Luís ganhou treze posições em um ranking nacional de tecnologia e inovação, passando da 71ª para a 59ª colocação na edição de 2023 do ranking Connected Smart Cities & Mobility (CSCM), divulgado nesta segunda (04), em São Paulo. Com nove publicações já realizadas, entre 2015 a 2023, o estudo é desenvolvido pela Urban Systems, em parceria com a Necta, através de metodologia própria e exclusiva visando um esforço no entendimento e definição dos indicadores que apontem o estágio das cidades brasileiras para o seu desenvolvimento inteligente, sustentável e humano. No recorte tecnologia e inovação, o levantamento utilizou alguns indicadores como velocidade média das conexões contratadas, bilhete eletrônico no transporte público, sistema de iluminação inteligente, cadastro imobiliário, atendimento ao cidadão por meio de app ou site, entre outros. Além disso, a capital maranhense também figurou entre as 100 com melhor governança do país. Ao todo, foram mapeados 656 municípios com mais de 50 mil habitantes na pesquisa, que classifica os locais com maior potencial de desenvolvimento. Mais informações em Isaias Rocha.com.br

Produtividade dos magistrados maranhenses fica abaixo da média

Magistrados Maranhenses

MARANHÃO, 30 de agosto de 2023 – O recente relatório “Justiça em Números”, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou o índice de produtividade dos magistrados, destacando o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) como o sexto colocado entre os tribunais de médio porte em todo o Brasil. O relatório, baseado nos números do ano de 2022, divide os tribunais estaduais em três categorias de porte: pequeno, médio e grande. No contexto dos tribunais de médio porte, o TJMA está em sexto lugar, superando apenas os tribunais do Distrito Federal, Ceará, Pará e Espírito Santo. No ano de 2020, com base nos dados de 2019, os juízes maranhenses ocupavam a sétima posição no ranking, com 1.461 pontos no quesito produtividade. No ano seguinte, em 2021, o índice diminuiu, atingindo 1.184 pontos. No ano passado, houve um aumento para 1.266 pontos, embora ainda abaixo da média nacional, que foi de 1.628 pontos. No relatório mais recente, os magistrados maranhenses alcançaram 1.522 pontos, enquanto a média nacional é de 1.874. Porém, o desempenho do 1º Grau do Tribunal Maranhense aparece abaixo dos tribunais de Pernambuco, Mato Grosso, Bahia, Santa Catarina e Goiás. Alguns juízes entrevistados destacam a importância de ampliar os investimentos no 1º Grau para melhorar esses índices. Outro desafio enfrentado pelo judiciário maranhense é a eficiência dos Centros de Conciliação, criados para evitar novas demandas e processos. O levantamento do CNJ revela que o Maranhão possui apenas 28 unidades, número inferior ao da Paraíba, que tem 66 unidades e se encontra entre os tribunais de menor porte. O TJMA apresenta o menor número de Centros de Conciliação entre as unidades de médio porte, ficando atrás apenas dos tribunais de Pernambuco (24), Pará (14) e Espírito Santo (13). Quanto ao “Índice de Conciliação”, o TJMA se posiciona em sexto lugar entre as unidades de médio porte, com um percentual de 11,1%. (Com informações do Blog Isaías Rocha)

Braide tem aprovação de 71% e fica em 8º entre 26 capitais

SÃO LUÍS, 06 de agosto de 2023 – O levantamento do Instituto Veritá apontou que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), teve 71,70% de aprovação à frente do Executivo municipal. Outros 28,3% reprovam a gestão. A classificação colocou Eduardo Braide em 8º entre as 26 capitais, enquanto que o melhor colocado foi o prefeito de Arthur Henrique (MDB), de Boa Vista (RO), com 91,70% de aprovação. Já o prefeito de Teresina (PI), José Pessoa Leal (Republicanos), teve menor índice com 19,40%. A pesquisa foi divulgada neste domingo (6) e tratou sobre a aprovação das prefeituras brasileiras em julho de 2023. Confira o ranking de aprovação dos prefeitos nas 26 capitais: Capital Aprovação Boa Vista 91,70% Macapá 91,70% Florianópolis 80,60% Porto Velho 75,00% Curitiba 74,10% Manaus 73,30% Salvador 71,90% São Luís 71,70% Porto Alegre 69,00% Vitória 66,00% Recife 65,90% Maceió 65,10% Aracaju 63,80% Belo Horizonte 61,50% Palmas 60,60% Natal 57,50% Rio de Janeiro 56,90% São Paulo 49,70% João Pessoa 48,50% Rio Branco 43,10% Campo Grande 34,70% Fortaleza 34,50% Goiânia 32,10% Cuiabá 29,80% Belém 23,30% Teresina 19,40% Veja os dados da pesquisaAbrangência: BrasilPeríodo: 07 a 28/07/2023Amostra: 43.326 eleitoresMargem de erro: 2,0 pontos percentuaisRealização: INSTITUTO VERITA LTDA – EPPContratante: Iniciativa própria do Instituto Confira o levantamento abaixo:

Gastos de Rubens repercutem mais uma vez na imprensa nacional

Rubens Júnior

BRASÍLIA, 30 de julho de 2023 – O levantamento divulgado pelo Portal Metrópoles revelam que o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) foi o que liderou o ranking dos maiores gastos com publicidade, utilizando R$ 227,5 mil da cota parlamentar para custear serviços para divulgar o próprio mandato, de fevereiro a julho. Os dados obtidos pelo Portal de Transparência da Câmara dos Deputados, entre fevereiro e julho deste ano, apontam que os parlamentares gastaram um total de R$ 30,8 milhões com publicidade. Os gastos, classificados como “divulgação de atividade parlamentar”, englobam contratação de empresas de comunicação, publicidade, uso de redes sociais e impulsionamento de publicações online. A lista dos parlamentares que mais gastaram com verba pública em publicidade inclui representantes de diversos partidos, como Giacobo (PL-PR), Eunício Oliveira (MDB-CE) e Marcelo Crivella (RJ-Republicanos). Recentemente, levantamento feito pelo Congresso em Foco aponta que o deputado Rubens Júnior (PT) figurou na lista dos 20 parlamentares com maiores gastos da cota parlamentar nesse primeiro semestre, ocupando a sétima colocação, com um total de R$ 262.636,00. 

Taxa de desemprego cai 10,5%, o menor nível desde 2016

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De acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta terça (31/05), a taxa de desemprego caiu para 10,5% no trimestre encerrado em abril (fevereiro, março e abril) de 2021. O levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística aponta que a população desocupada caiu para 11,3 milhões de pessoas, cujo percentual é o menor desde o trimestre de dezembro, janeiro e fevereiro de 2016. O resultado divulgado pelo IBGE também mostrou que a população desocupada chegou a 11,3 milhões de pessoas, o que significa uma queda de 5,8% em relação ao trimestre anterior, de novembro de 2021 a janeiro de 2022. A queda representa uma diminuição de 699 mil pessoas que procuram emprego. Na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2021, o número de desocupados caiu 25,3%, ou 3,8 milhões de pessoas.

Levantamento nacional valida solução de Simplício ao Maranhão

simplicio ma no fundo

Nessa semana, o pré-candidato ao Palácio dos Leões, Simplício Araújo (Solidariedade), enfatizou que a geração de empregos e desenvolvimento econômico do Maranhão pode ser alcançada com ações da gestão estadual, tendo como uma de suas principais bandeiras o incentivo ao empreendedorismo. “Por meio de micro, pequenas e grandes empresas é que vamos conseguir gerar mais empregos e oportunidades e, consequentemente, renda e desenvolvimento. Nós temos potencial e riquezas pra isso. E uma gente forte e trabalhadora”, disse ex-secretário. A declaração vai de acordo com o mais novo levantamento feito pelo Sebrae divulgado hoje (7), com base em dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o qual aponta que os pequenos negócios foram responsáveis por 220.066 novos postos de trabalho no segundo mês de 2022, chegando a cerca de 67% do volume total, que inclui empreendimentos de todos os portes. O setor de serviços foi o que mais contratou entre os micro e pequenos empreendimentos, somando 134.024 novos empregos. Na sequência, a construção civil registrou a abertura de 31.517 novos postos de trabalho. Modelo Político De acordo com Simplício, o atual modelo político do Maranhão que se mantém há décadas se exauriu, o poder público não mais suporta todas as demandas por postos de trabalho e outras necessidades e, por isso, acredita que é necessário pensar o desenvolvimento com a iniciativa privada, cujo setor é capaz de alavancar a economia através da geração de emprego e renda. “Precisamos deixar a velha política que ainda, infelizmente, predomina no estado. Necessitamos discutir quem verdadeiramente gera emprego e esse setor é a iniciativa privada”, afirmou o pré-candidato. Nessa semana, quatro dias depois de deixar o governo – e depois de prometer tirar os municípios maranhense da lista dos 100 mais miseráveis do Brasil – Flávio Dino culpou a Caixa Econômica, o Banco do Nordeste e o BNDEs pela falta de políticas capazes de tirar o maranhense da linha de pobreza. No período de mandato do ex-governador, o Maranhão piorou os índices de pobreza e não apresentou crescimento nos índices econômico e de desenvolvimento. É um dos estados mais pobres do Brasil, está na última posição em competitividade, tem os piores índices de saneamento básico e fracassou no crescimento econômico. “Quem faz política econômica no Brasil é o governo federal. O governo do estado tem poucos instrumentos. O Banco Central é federal, o BNDES é federal, os bancos de desenvolvimento de modo geral são todos federais. Quando a política econômica federal é ruim, como é atualmente, é claro que todos os estados sofrem”, afirmou Dino. Diferente do ex-mandatário do estado que tentou se eximir de responsabilidade pelo aumento da pobreza no Maranhão, Simplício afirma que o governo do Estado deve instituir políticas públicas voltadas para todos os seguimentos da nossa economia. “É uma das soluções para o fortalecimento dos empreendedores, geração de empregos e instituir uma organização do Maranhão, para que possamos protagonizar o crescimento, o desenvolvimento e a geração de emprego que a população precisa”, disse o pré-candidato ao governo do Maranhão. Levantamento Entre as regiões brasileiras, as micro e pequenas empresas do Nordeste, respectivamente, garantiram 12 mil novos postos de trabalho. Segundo o Sebrae, no acumulado de 2022, as MPEs criaram 304.525 novas vagas, o que equivale a 63,5% de todo o volume de empregos gerados este ano. Apesar do desempenho no mês, o Caged aponta que, no acumulado dos dois primeiros meses de 2021, os micro e pequenos negócios detinham 82,1% do volume de novas vagas. O resultado caiu em 2022, quando as MPEs registraram um índice de 68,7% no volume de novas vagas.

Maranhão e Piauí tem um caso de violência a cada três horas

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O novo relatório divulgado nesta quinta (24) pela Rede de Observatórios de Segurança aponta que o Maranhão e o estado do Piauí registram juntos 11 casos de violência por dia ou um caso a cada três horas. O levantamento contabiliza 2.060 eventos violentos monitorados nos dois estados, cujo monitoramento passou a ser realizado desde agosto de 2021. O relatório mostra ainda que o Maranhão teve 29 mortes por violência policial nos últimos seis meses. “Os governos progressistas dos estados não garantem uma polícia não violenta”, diz o documento, haja vista que o Maranhão é liderado pelo socialista Flávio Dino e o Piauí pelo petista Wellington Dias. A Rede de Observatórios de Segurança também chama atenção para o alto número de violência contra a mulher, por se tratar da análise de dados de apenas seis meses. O documento mostra que tanto no Maranhão como no estado vizinho, uma mulher foi vítima de violência a cada 72h. O relatório destaca que poucos são os registros de violência contra a população LGBTQIA+ nos dois estados, concluindo pela falta de interesse na imprensa local e das instituições de segurança pública. Além disso, destaca que no Maranhão há duas peculiaridades: a maior parte dos crimes acontece no interior e todas as vítimas de LGBQTQIA+fobia são pessoas negras. O boletim reúne as informações coletadas pelos pesquisadores em seis meses de análise diária das informações produzidas por jornais, sites de notícias, grupos de WhatsApp, contas do Twitter e a sistematização dessas informações em um banco de dados.

Preço da gasolina no Brasil ocupa 89º entre 170 países

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Em meio ao reajuste anunciado pela Petrobras na última semana, que aumentou em 19% a gasolina e 25% o diesel, o preço médio do litro da gasolina atingiu R$ 6,683 no Brasil, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o que deixa o país próximo ao da média mundial (R$ 6,77 ou US$ 1,32). No levantamento semanal da ANP, a gasolina mais cara do Brasil foi encontrada na Bahia, em Eunápolis (R$ 8,770 o litro), enquanto que a mais barata está no Amapá, em Macapá (R$ 5,190). Já os dados do site globalpetrolprices.com e a cotação de US$ 1 = R$ 5,13 apontam que o Brasil ficou no meio da tabela, em 89º entre 170 países e territórios, cuja gasolina mais cara do mundo está em Hong Kong, cidade semiautônoma da China onde o litro do combustível custa R$ 14,77, enquanto que a Venezuela (R$ 0,13 por litro) tem a mais barata. “Como regra geral, os países mais ricos têm preços mais altos, enquanto os países mais pobres e os países produtores e exportadores de petróleo têm preços significativamente mais baixos […] Uma exceção notável são os EUA, que são um país economicamente avançado, mas com baixos preços”, afirma o globalpetrolprices.com. A gasolina brasileira (R$ 6,69) é mais barata do que no Chile (R$ 6,94), no Uruguai (R$ 9,01), nos outros países dos Brics — Índia (R$ 6,90), China (R$ 6,97) e África do Sul (R$ 7,25) — e em praticamente todos os países da Europa. O país tem o praço mais elevado em comparação com os Estados Unidos (R$ 6,36) e em países vizinhos como Bolívia (2,80), Colômbia (R$ 3,21), Equador (R$ 3,46) e Argentina (R$ 4,98). O globalpetrolprices.com ressalta que “as diferenças de preços entre os países devem-se aos vários impostos e subsídios à gasolina […] Todos os países têm acesso aos mesmos preços do petróleo nos mercados internacionais, mas decidem impor impostos diferentes”. Na Rússia, um dos maiores produtores e exportadores do mundo e responsável pela recente escalada nos preços do petróleo devido a invasão à Ucrânia, o litro da gasolina custa R$ 2,21. Na Ucrânia, R$ 6,20. Veja na tabela abaixo: Posição País Preço     US$/litro R$/litro 1 Venezuela 0,025 0,13 2 Líbia 0,03 0,16 3 Irã 0,05 0,26 4 Síria 0,32 1,62 5 Argélia* 0,32 1,65 6 Angola 0,34 1,74 7 Kuwait* 0,35 1,77 8 Cazaquistão 0,39 2,02 9 Nigéria 0,40 2,05 10 Turcomenistão 0,43 2,20 11 Rússia* 0,43 2,21 12 Malásia* 0,49 2,50 13 Iraque 0,51 2,64 14 Bahrein 0,53 2,72 15 Bolívia* 0,55 2,80 16 Catar* 0,58 2,96 17 Azerbaijão 0,59 3,02 18 Egito* 0,60 3,10 19 Arábia Saudita* 0,62 3,19 20 Omã* 0,62 3,19 21 Etiópia 0,62 3,20 22 Colômbia* 0,63 3,21 23 Quirguistão* 0,63 3,25 24 Haiti 0,64 3,26 25 Belarus* 0,66 3,37 26 Equador* 0,67 3,46 27 Tunísia* 0,75 3,86 28 Paquistão* 0,84 4,29 29 Togo* 0,85 4,35 30 Trinidad e Tobago 0,85 4,35 31 Emirados Árabes Unidos* 0,85 4,36 32 Libéria 0,86 4,40 33 Chade 0,87 4,44 34 Uzbequistão 0,88 4,53 35 Iêmen 0,89 4,55 36 Indonésia* 0,90 4,61 37 Afeganistão 0,91 4,65 38 Dominica 0,92 4,71 39 Guiana* 0,93 4,75 40 Suriname* 0,93 4,79 41 Líbano* 0,94 4,82 42 Maldivas 0,95 4,85 43 Sudão 0,95 4,88 44 Argentina* 0,97 4,98 45 Mongólia 1,00 5,10 46 Benim* 1,01 5,16 47 Gabão 1,01 5,18 48 Madagascar* 1,02 5,24 49 Serra Leoa* 1,02 5,25 50 Burkina Faso* 1,03 5,29 51 Bangladesh 1,04 5,31 52 República Democrática do Congo 1,04 5,32 53 Camarões* 1,05 5,40 54 Costa do Marfim* 1,07 5,46 55 Suazilândia 1,08 5,53 56 Moçambique* 1,08 5,55 57 Botsuana 1,09 5,58 58 Tanzânia* 1,10 5,63 59 Porto Rico* 1,10 5,63 60 México* 1,10 5,66 61 Sri Lanka* 1,11 5,70 62 Guiné 1,12 5,74 63 Mali 1,13 5,77 64 Butão 1,13 5,79 65 Santa Lúcia* 1,14 5,83 66 Namíbia* 1,14 5,84 67 El Salvador* 1,14 5,86 68 Geórgia* 1,16 5,94 69 Camboja* 1,16 5,95 70 Taiwan* 1,16 5,95 71 Myanmar* 1,16 5,96 72 Panamá* 1,17 5,99 73 Quênia* 1,18 6,03 74 Nicarágua* 1,20 6,15 75 Zâmbia* 1,20 6,18 76 Gana* 1,21 6,18 77 Ucrânia* 1,21 6,20 78 Granada* 1,22 6,26 79 Honduras* 1,22 6,28 80 Nepal* 1,23 6,29 81 Ruanda* 1,23 6,31 82 Lesoto* 1,23 6,32 83 EUA* 1,24 6,36 84 Cuba 1,26 6,46 85 Paraguai 1,27 6,52 86 Costa Rica* 1,27 6,52 87 Fiji* 1,29 6,61 88 Senegal 1,30 6,66 89 Brasil* 1,31 6,69 90 Filipinas* 1,32 6,77 91 Vietnã* 1,33 6,80 92 Marrocos 1,33 6,84 93 Burundi 1,34 6,87 94 Índia* 1,35 6,90 95 Chile* 1,35 6,94 96 China* 1,36 6,97 97 Guatemala* 1,37 7,04 98 Curaçao 1,38 7,05 99 Ilhas Maurício* 1,38 7,08 100 Peru* 1,39 7,11 101 Uganda 1,39 7,13 102 Bahamas 1,40 7,16 103 Hungria* 1,41 7,21 104 República Dominicana* 1,41 7,24 105 África do Sul* 1,41 7,25 106 Austrália* 1,42 7,29 107 Tailândia* 1,42 7,29 108 Malaui* 1,43 7,32 109 Peru* 1,44 7,37 110 Aruba* 1,45 7,44 111 Japão* 1,45 7,45 112 Ilhas Cayman* 1,45 7,45 113 Malta* 1,47 7,52 114 Moldávia* 1,48 7,59 115 Jamaica* 1,49 7,65 116 Jordânia* 1,53 7,85 117 Macedônia do Norte* 1,54 7,90 118 Ilhas Seychelles 1,54 7,91 119 Bulgária* 1,56 7,99 120 Coreia do Sul* 1,56 8,02 121 Canadá* 1,57 8,04 122 Chipre* 1,57 8,07 123 Cabo Verde* 1,58 8,09 124 Polônia* 1,58 8,12 125 Sérvia* 1,59 8,16 126 Bósnia e Herzergovina* 1,62 8,29 127 Laos* 1,62 8,33 128 Eslovênia* 1,65 8,44 129 Belize* 1,68 8,62 130 Andorra* 1,74 8,93 131 Uruguai* 1,76 9,01 132 Romênia* 1,76 9,05 133 Eslováquia* 1,81 9,27 134 Croácia* 1,82 9,33 135 Wallis e Futuna 1,88 9,63 136 Luxemburgo* 1,89 9,72 137 Montenegro* 1,90 9,77 138 Maiote* 1,90 9,77 139 Lituânia* 1,93 9,88 140 Nova Zelândia* 1,97 10,12 141 Albânia 1,98 10,15 142 República Centro-Africana 2,00 10,28 143 Espanha* 2,01 10,33 144 San Marinho 2,03 10,41 145 República Tcheca* 2,05 10,49 146 Barbados* 2,06 10,59 147 Letônia* 2,07 10,59 148 Estônia* 2,08 10,66 149 Suíça* 2,09

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