Manifestação por impeachment de Bolsonaro fracassa em São Luís

O primeiro ato em São Luís pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi marcado pela baixa adesão da população e agressões contra pessoas que criticaram a aglomeração. O movimento realizado na tarde desta sexta (23) foi integrado, principalmente, por membros de partidos de extrema esqueça, como PSTU e PSOL. Mesmo afirmando que uma das pautas era a postura do presidente negacionista em relação à pandemia, os agitadores desrespeitaram as regras de distanciamento social. Muitos deles participaram da ação sem máscara. Em certa altura do protesto, ao serem criticados por transeuntes que reclamaram da ação, alguns dos agitadores ameaçaram as pessoas que passaram. Em nenhum momento foi notada a presença da política para impedir a aglomeração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blog do Linhares (@blogdolinhares) O Ministério Público, que trabalha para incessantemente para impedir o carnaval, também não se manifestou E NÃO IRÁ SE MANIFESTAR sobre o assunto.
Imprensa mentiu sobre médico francês que defende cloroquina

Com base em uma notícia da Revista Época, a imprensa nacional repercutiu a notícia falsa de que o médico e microbiologista francês Didier Raoult admitiu que a hidroxicloroquina não reduz a mortalidade ou agravamento da Covid-19. A informação da revista é mentirosa e desmentida pelo próprio pesquisador em suas redes sociais. Segundo a publicação de Época, Didier fez a afirmação em uma carta publicada em 4 de janeiro no site do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia, da França. No mesmo dia em que a notícia foi divulgada pela revista brasileira, o médico usou suas redes sociais negando a afirmação.
Anvisa aprova uso de vacinas e desmonta mentiras contra o Governo Federal

Pouco mais de uma semana após os pedidos de aprovação para uso emergencial, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou os pedidos de uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan/ Sinovac, e AstraZeneca, da Universidade de Oxford/ Fiocruz. A atuação da Anvisa desmonta as notícias falsas e a campanha de desinformação contra o Governo Federal nas últimas semanas. Setores da mídia e da política afirmavam que Jair Bolsonaro estava intervindo na Anvisa para impedir que uso das vacinas fossem aprovados. A apresentação do corpo técnico da Anvisa foi transparenete ao ponto de ser transmitida ao vivo pela internet. Atuação evidenciou que a entidade usou critérios técnicos e nunca foi alvo de interferência política. Com a aprovação do uso emergencial, é esperada que a campanha de vacinação aconteça ainda nesta semana. Pessoas de grupos de risco como idosos e profissionais de saúde devem ter prioridade. A decisão deve ser formalizada no Diário Oficial da União ainda neste domingo. O Instituto Butantan já tem 10,8 milhões de doses disponíveis para aplicação. A Fiocruz aguarda a chegada de 2 milhões de doses de vacina AstraZeneca/Oxford importadas da Índia. O governo federal se comprometeu a distribuir de maneira exclusiva e simultânea as vacinas para todos estados e municípios, que, por sua vez, ficarão responsáveis pela logística de distribuição e aplicação dos imunizantes.
Após ajuda do “racista” Bolsonaro, brasileiro será solto na Rússia

Robson do Nascimento Oliveira foi condenado a 12 de prisão por ter entrado na Rússia em março de 2019 com duas caixas de Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), substância proibida no país. Ele levava o remédio para o sogro do jogador Fernando, que à época atuava no Spartak Moscou (hoje está no Beijing Guoan) e o havia contratado para trabalhar como motorista. O motivo, considerado fútil no Brasil, e a pena chocaram a população. Em novembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro interferiu no caso e enviou uma carta ao presidente russo, Vladimir Putin, pedindo a soltura do motorista. Bolsonaro afirmou que ele entrou nessa situação por total desconhecimento da regra local. Um mês depois da carta de Bolsonaro, Putin afirmou que o mandatário brasileiro “expressa as melhores qualidades masculinas” e sinalizou com uma saída. Em novo julgamento em dezembro, Robson teve sua pena reduzida para três anos. O Ministério Público local não recorreu da sentença. Tudo indica que aconteceu à mando de Putin. Por estar preso há 21 meses, Robson poderá agora obter a liberdade em 1 ano e três meses. Dessa forma, é esperado que Robson seja solto e retorne ao Brasil em abril deste ano. Em muito graças ao “racista” que odeia negros, o tal Jair Bolsonaro.
Flávio Dino foi 4º político mais popular do Brasil na internet em 2020

O governador maranhense Flávio Dino (PCdoB) é o quarto político mais popular do Brasil na nas plataformas Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google. Elaborado pela consultoria Quaest, o ranking avalia o desempenho de 13 personalidades da política nacional e é liderado com folga pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Dino só é superado, além de Bolsonaro, pelo apresentador Luciano Huck e pelo ex-presidente Lula. Foram superados pelo comunista o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL), os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), João Amoêdo (Novo), Alvaro Dias (Pode) e Marina Silva (Rede), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ). Bolsonaro lidera com folga o posto de político mais popular na internet há anos seguido de longe por Huck. Apesar de colocado atrás de Lula, Flávio Dino ficou muito próximo do ex-presidente. Outro nome de peso da política nacional que deve protagonizar as eleições de 2022, o governador João Doria também foi superado por Flávio Dino. Para a elaboração do IPD (Índice de Popularidade Digital) foram monitoradas: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, Youtube e Wikipedia). A notícia que originou este texto foi publicada originalmente no jornal Folha de São Paulo
Flávio Dino deixará governo em 2022 para enfrentar Bolsonaro

O governador comunista Flávio Dino (PCdoB) afirmou em entrevista que provavelmente deixará o governo para disputar as eleições em abril de 2022. O prazo é determinado para todos os gestores que pretendem disputar cargos nas próximas eleições. Pois bem, a lógica e a história indicam que Flávio Dino segue firme em seu projeto de tornar-se a grande liderança de esquerda no país. E esse plano passa, necessariamente, pela candidatura a presidente da República. Veja os pontos cruciais que reforçam a tese de que o comunista será candidato a presidente do país. HISTÓRIA: Flávio Dino foi eleito deputado federal em 2006 pelo ex-governador Zé Reinaldo Tavares. Ganhou um mandato de presente, uma vez que não morava no Maranhão e teve votos em cidades em que sequer pisou. Dois anos após entrar pelas portas dos fundos na política, Dino tentou ser prefeito de São Luís. Foi ao 2º turno e quase vence. Em 2010 trabalhou duramente para desacreditar Jackson Lago, expulsá-lo da política e tomar seu lugar como líder da oposição. Foi o principal disseminador da notícia falsa de que Jackson estava inelegível. Roseana Sarney venceu no primeiro turno, mas Flávio Dino terminou em segundo lugar e conseguiu assumir o lugar de anti-sarney. OBSTINAÇÃO: Em 2012, com uma eleição praticamente ganha para prefeito de uma capital, Dino declinou da campanha e escolheu Edivaldo Holanda Jr como candidato. Muitos consideraram a manobra como arriscada por trocar a eleição certa naquele ano por um sonho em 2014. Flávio Dino poderá ter se tornado prefeito de uma capital com apenas SEIS ANOS de vida pública. Preferiu seguir o plano de ser governador. DESAPEGO: Apesar de ser ter vida política meteórica, Dino mostra ser um político extremamente paciente. Ficou sem mandato em 2010 e deixou de ser prefeito em 2012. Ficou quatro anos sem mandato, o que é impensável para um político. ARTICULAÇÃO: Nos últimos dois anos o governador tem trabalhado incessantemente pela criação de um novo partido de esquerda. Ciente de que o velho modelo foi destruído pela corrupção e pela Operação Lava Jato, Dino tenta unir PSB e PCdoB em uma legenda renovada que deixe para trás os símbolos que caíram em desgraça com o eleitorado. Além disso, o segundo mandato de Flávio Dino é muito mais caracterizado por uma tentativa de nacionalizar o próprio nome do que de cuidar da política regional. Tanto que 2020, pelo prisma político, foi um ano de fracasso retumbante. OPORTUNIDADE: Em 2022 a política brasileira passará por uma renovação. Nomes como Marina Silva, Ciro Gomes e Lula devem ser definitivamente enterrados. Assim como viu que em 2010 havia a chance de substituir Jackson Lago, Flávio Dino sabe que uma candidatura nas próximas eleições fatalmente deve acabar em derrota eleitoral. Contudo, caso saia dessas eleições como referência nacional da esquerda, a missão terá sido cumprida. E Flávio Dino sabe que não existe vácuo em política. SE não for ele, pode ser outro. E se não for ele em 2022, muito dificilmente será em 2026 (ano em que a esquerda deve começar a ressuscitar eleitoralmente). EGO: A vaidade de Flávio Dino é conhecida até pelo mais entusiasta de seus aliados. O comunista se acha superior. Ocupar o cargo de senador seria apenas ser mais um entre outros 80. Ser líder da esquerda nacional é, para um ególatra como Flávio Dino, é indiscutivelmente mais valoroso do que ser mais um parlamentar no congresso. Pois bem, Flávio Dino não será deputado estadual e nem federal. Candidatar-se ao Senado seria apenas seguir a lógica corriqueira d apego a cargo que ele já demonstrou não seguir. A única possibilidade de termos um Flávio Dino candidato ao Senado é um Flávio Dino deixando de ser Flávio Dino.
Institutos estão oferecendo o autoengano a Jair Bolsonaro

Nos últimos dias vários institutos de pesquisa, esses que sempre, SEMPRE, erram suas previsões dão como satisfatória e estável a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. Pois bem, a experiência obriga a discordar do Datafolha sempre. Essa popularidade “estável” de Bolsonaro pode ser a maior arapuca política da história que um presidente já sofreu. Cria-se um ambiente em que ele se mantenha morno, para que embarque no clima de “já estou reeleito” com o intuito de forçar diminuição de ritmo e autoengano. O fato, meus caros e caríssimas, é que Jair Bolsonaro finda seu segundo ano de mandato apenas com uma promessa cumprida à contento: o governo federal deixou de ser uma fábrica de ladrões como era nos tempos do PT. O resto, tanto as pautas econômicas quantos as sociais, ainda aparecem distantes no horizonte. O tão sonhado ministro conservador, ou terrivelmente evangélico, no STF não veio. O tão desejado programa de privatizações não aconteceu. Petistas, comunistas, pesolistas e esquerdistas ainda ocupam centenas de cargos de confiança no Governo Federal. A única reforma verdadeiramente importante aprovada, a da Previdência, foi deixada na “cara do gol” por Michel Temer. Paulo Guedes vive sob ataque. A articulação política do Palácio do Planalto deu a Rodrigo Maia um tamanho que ele nunca poderia ter. Os otimistas imediatamente irão tentar elevar a moral tentando comparar o governo de Bolsonaro com o do PT. Uma comparação que apenas denota desespero. Todas as vezes que alguém compara um incômodo com uma tragédia está abrindo mão de debater. Apenas dois tipos defendem a tese de que Bolsonaro “continue do jeito que está”. Os ufanistas aliados ~inocentes e os estrategistas inimigos matreiros. E algo me diz que os números destas pesquisas não estão saindo dos aliados… Bolsonaro ainda tem mais dois anos de governo. Precisa se apegar aos que realmente estão no rumo certo: Paulo Guedes, Teresa Cristina, Ricardo Salles, Damares Alves e Tarcísio Gomes de Freitas. Com eles podem traçar um plano que realmente coloque seu governo em um rumo aceitável. Já os militares… Bem, esses falharam miseravelmente na administração do país após a bem-sucedida Revolução de 1964 e estão falhando agora. É preciso um governo puramente conservador e com resultados! Os rumos de Bolsonaro apenas lembram um governo que quer ser conservador e pouco se lixa para resultados. E o fato é que ele foi eleito na esperança do primeiro, que é muito diferente do segundo. Dizer que está tudo bem é autossabotagem.
Irã enforca jornalista que divulgou protestos contra governo

O jornalista Ruhollah Zam foi enforcado na manhã deste sábado (12) sob a acusação de “corrupção na Terra”. A ação aconteceu após Zam ajudar a inspirar protestos no país em 2017. A notícia foi dada pela televisão estatal iraniana e as agências de notícias IRNA e Nour afirmaram. O jornalista também foi acusado de “participar da destruição de propriedade, interferir no sistema econômico do país, trabalhar com o governo dos Estados Unidos, espionar para a inteligência francesa e espionar para o serviço de inteligência de um país da região”. Zam ficou famosos em 2017 ao divulgar os horários dos protestos e dados sobre autoridades. Seu feed de notícias Amad News tinha mais de 1 milhão de seguidores.