Bolsonaro é aplaudido de pé por milhares de prefeitos em Brasília

O Presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), teve participação aplaudida por milhares de prefeitos na 23ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento acontece em Brasília e reúne prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários para debaterem as políticas de todo o Brasil. Em discurso, o Presidente Jair Bolsonaro disse aos prefeitos e gestores municipais que ele e os demais ali presentes são pessoas privilegiadas porque, por suas mãos, passa não apenas o futuro do município, mas o futuro dessa grande nação chamada Brasil. O presidente ainda citou medidas tomadas pelo Governo Federal como a expansão da internet nas escolas, implementação de colégios cívico-militares, a Lei da Liberdade Econômica, a nova prova de vida para os idosos, a redução do valor de pedágios com a entrada de novos contratos em vigor, entre outros. Após o discurso, Bolsonaro foi aplaudido de pé pelos presentes. Lula ausente Líder nas pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tinha presença confirmada no evento. Contudo, alegando questões “logísticas”, ele cancelou sua participação de última hora. Ainda há a possibilidade, remota, de que Lula participe no último dia do evento.
Daniel Silveira é indicado para CCJ e mais quatro comissões

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi eleito nesta quarta (27/04) vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO). A chapa que o parlamentar integra é comandada pelo deputado maranhense Aluisio Mendes (PSC-MA). Além da vaga na CSPCCO, Daniel Silveira foi indicado para as comissões de Cultura, Educação, Esporte e Segurança Pública e Constituição e Justiça. Na sessão de instalação da comissão, Silveira defendeu colocar em pauta no colegiado assuntos relacionado ao ‘ativismo judicial’. “Os agentes de segurança pública são muito perseguidos, são presos arbitrariamente, preventivamente, ficam muito tempo”, afirmou. No último dia 20, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o deputado a oito anos e nove meses de prisão por ofensas e ameaças contra os ministros da Corte em uma série de vídeos divulgados desde o fim de 2020. Diante disso, o presidente da República editou um decreto concedendo o perdão ao parlamentar, que pode ficar livre da prisão.
PT processa líderes da Assembleia de Deus

Cerimônia religiosa ocorreu em Cuiabá e contou com a participação do mandatário.
Jair Bolsonaro estreita laços com municipalismo e enaltece prefeitos

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), participou da cerimônia de abertura da 23ª edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios nesta terça (26/04), cujo evento ocorre anualmente e reúne prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários para debaterem as políticas públicas que impactam a vida da população. De acordo com o presidente do Brasil, em breve deve ser repassada os estados e municípios a segunda parcela da cessão onerosa, que dá direito às empresas de explorar um ativo natural pertencente ao governo mediante acordo de remuneração. Na oportunidade, Bolsonaro disse que há um alinhamento “quase perfeito” com o Congresso. “Está para chegar aos senhores a segunda parcela da cessão onerosa, coisa criada por nós. R$ 7 bilhões para estados e municípios, tenho certeza que faremos, porque eu me considero um prefeito também, um bom uso disso tudo”, afirmou o presidente. Bolsonaro falou sobre os acenos do Governo Federal aos prefeitos durante a pandemia e também disse que, quando começou a carreira política como deputado em 1991, os prefeitos não eram bem tratados em Brasília, e hoje a relação é como deve ser “Os recursos foram suficientes inclusive para colaborar na folha de pagamento, porque não tivemos notícia, se tiver alguém levanta o braço, que ninguém atrasou a folha bem como o décimo terceiro em 2020 e 2021. Dizer também que o novo auxílio emergencial que substitui o Bolsa Família despeja por mês R$ 8 bilhões nos municípios, isso ajuda na economia local”. Também se fizeram presentes no evento o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Bolsonaro diminui vantagem de Lula em todos os segmentos do eleitorado

O presidente Jair Bolsonaro (PL) diminuiu a vantagem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha em todos os segmentos do eleitorado, segundo levantamento de VEJA feito com base na última pesquisa presidencial, realizada pela XP/Ipespe entre os dias 18 e 20 de abril e divulgada na sexta (22/04). É importante ressaltar que a aproximação de Bolsonaro não tem se dado às custas da perda de votos do petista, que continua liderando a corrida ao Palácio do Planalto com 45% a 31% — em janeiro, o placar era de 44% a 24%. Desde agosto de 2021, na série histórica do instituto, o petista nunca teve menos de 40% e seu teto foi 45%. Bolsonaro tem crescido em razão da desistência do ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) e com a diminuição daqueles que se dizem indecisos ou que irão votar em nulo ou em branco — sua performance tem sido beneficiada também pela ligeira melhora da avaliação do seu governo. Entre dezessete segmentos analisados, Bolsonaro só perdeu terreno para Lula em um: o do eleitorado evangélico, faixa onde o presidente tinha a dianteira em janeiro com dezesseis pontos percentuais de diferença (43% a 27%) e hoje continua na frente, mas com uma vantagem menor (45% a 34%). Veja abaixo as comparações entre a pesquisa feita em janeiro deste ano. HOMENS (diferença encurtou sete pontos) Janeiro/2022: Lula 39% x Bolsonaro 29% Abril/2022: Lula 41% x Bolsonaro 38% MULHERES (diferença encurtou sete pontos) Janeiro/2022: Lula 48% x Bolsonaro 19% Abril/2022: Lula 48% x Bolsonaro 26% ENSINO FUNDAMENTAL (diferença encurtou sete pontos) Janeiro/2022: Lula 47% x Bolsonaro 17% Abril/2022: Lula 51% x Bolsonaro 28% ENSINO MÉDIO (diferença encurtou três pontos) Janeiro/2022: Lula 40% x Bolsonaro 30% Abril/2022: Lula 42% x Bolsonaro 35% ENSINO SUPERIOR (diferença encurtou doze pontos) Janeiro/2022: Lula 44% x Bolsonaro 25% Abril/2022: Lula 38% x Bolsonaro 31% 16 A 34 ANOS (diferença encurtou seis pontos) Janeiro/2022: Lula 48% x Bolsonaro 20% Abril/2022: Lula 48% x Bolsonaro 26% 35 A 54 ANOS (diferença encurtou dois pontos) Janeiro/2022: Lula 42% x Bolsonaro 27% Abril/2022: Lula 44% x Bolsonaro 31% MAIS DE 55 ANOS (diferença encurtou treze pontos) Janeiro/2022: Lula 41% x Bolsonaro 24% Abril/2022: Lula 42% x Bolsonaro 38% ATÉ 2 SALÁRIOS MÍNIMOS (diferença encurtou dois pontos) Janeiro/2022: Lula 46% x Bolsonaro 20% Abril/2022: Lula 50% x Bolsonaro 26% 2 A 5 SALÁRIOS MÍNIMOS (diferença encurtou onze pontos) Janeiro/2022: Lula 40% x Bolsonaro 27% Abril/2022: Lula 40% x Bolsonaro 38% MAIS DE 5 SALÁRIOS MÍNIMOS (diferença encurtou oito pontos) Janeiro/2022: Lula 44% x Bolsonaro 28% Abril/2022: Lula 40% x Bolsonaro 32% NORTE/CENTRO-OESTE (diferença encurtou dez pontos) Janeiro/2022: Lula 43% x Bolsonaro 23% Abril/2022: Lula 40% x Bolsonaro 30% NORDESTE (diferença encurtou um ponto) Janeiro/2022: Lula 55% x Bolsonaro 20% Abril/2022: Lula 54% x Bolsonaro 20% SUDESTE (diferença encurtou dois pontos) Janeiro/2022: Lula 38% x Bolsonaro 27% Abril/2022: Lula 43% x Bolsonaro 34% SUL (Bolsonaro tirou uma diferença de 18 pontos e passou Lula em cinco pontos) Janeiro/2022: Lula 40% x Bolsonaro 22% Abril/2022: Lula 34% x Bolsonaro 39% CATÓLICOS (diferença encurtou onze pontos) Janeiro/2022: Lula 46% x Bolsonaro 22% Abril/2022: Lula 43% x Bolsonaro 30% EVANGÉLICOS (Lula diminuiu a diferença em cinco pontos) Janeiro/2022: Lula 27% x Bolsonaro 43% Abril/2022: Lula 34% x Bolsonaro 45% A pesquisa foi realizada entre 18 e 20 de abril, com 1.000 eleitores por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-05747/2022.
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“Líder” nas pesquisas e “favorito”, Lula demite marqueteiro

Apontado por institutos de pesquisa como líder nas intenções de voto e considerado favorito por alguns, o ex-presidente Lula decidiu trocar o marqueteiro de sua campanha. A decisão contrasta com a tentativa de passar um clima de otimismo na campanha. Nas últimas semanas o comando petista se incomodou com a ascensão de Bolsonaro nas intenções de voto, que chegou a crescer 10 pontos em alguns levantamentos. A alegação oficial para a mudança de comando no marketing foram “razões administrativas e financeiras”. A empresa MPB, de propriedade do publicitário Augusto Fonseca, foi retirada da campanha. A equipe ainda chegou a produzir os primeiros vídeos das inserções partidárias do PT. As peças geraram reclamação. Membros do partido chegaram a reclamar dos primeiros vídeos e passaram a defender nos bastidores a contratação de Sidonio Pereira, da agência Leiaute. Sidonio foi responsável pela campanha de Fernando Haddad, em 2018, eleição vencida por Jair Bolsonaro. Além da demissão do marqueteiro, a pré-campanha do ex-presidente também sofreu com declarações consideradas desastrosas. Lula atacou evangélicos, defendeu o fim da reforma trabalhista, apoiou o aborto e disse que a classe média brasileira é a que mais ostenta no planeta.