Moraes manda prender homem que ameaçou Lula nas redes sociais

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão temporária de um homem que disse em vídeo nas redes sociais que iria ‘caçar’ Lula (PT) e magistrados da Corte. Ivan Rejane Forte Boa Pinto, de 46 anos, foi preso nesta sexta (22/07) em Belo Horizonte pela Polícia Federal. O preso tentou ser vereador na capital mineira em 2020 com o nome “Ivan Papo Reto”, então pelo PSL, que hoje compõe o União Brasil — mas obteve apenas 189 votos. Além da prisão, Alexandre de Moraes determinou a busca e apreensão de “armas, munições, computadores, tablets, celulares e outros dispositivos eletrônicos” em poder de Ivan Boa Pinto. O ministro também solicitou que Twitter, YouTube e Facebook bloqueiem os perfis do ex-candidato, além de pedir que o Telegram bloquei um grupo administrado pelo investigado.

Indígena maranhense disputará presidência da República

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O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) comunicou que nesta sexta (22) deve acontecer o evento de lançamento da pré-candidatura da indígena maranhense Kunã Yporã de 39 anos de idade , conhecida como Raquel Tremembé, que irá compor a chapa à presidência da República com Vera Lúcia. Indígena da etnia Tremembé e pedagoga, Raquel diz que pretende atuar na “defesa de uma sociedade igualitária, sem explorados e oprimidos, onde os recursos naturais e a riqueza produzida pelo trabalho do povo sejam todas utilizadas para garantir vida digna a todas e todos, onde seja assegurada a preservação do meio ambiente”. Integrante da Articulação da Teia de Povos de Comunidades Tradicionais do Maranhão e membro da Secretaria Executiva Nacional da Centra Sindical e Popular (CSP)-Conlutas, a indígena ressalta que o programa de governo da sua chapa é “contra toda forma de opressão”. “A chapa será composta por duas mulheres, uma operária negra e uma indígena, onde temos o desafio de apresentar um programa socialista contra toda forma de exploração e opressão”, afirma a pré-candidata. Atráves das redes socias, Vera Lúcia ressaltou que a pré-candidata à vice-presidência irá compor uma chapa “revolucionária e socialista”.

Petistas querem fraudar convenção de Bolsonaro

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Petistas e opositores de Jair Bolsonaro (PL) articularam nas redes sociais um boicote a convenção do Partido Liberal que deve oficializar no próximo domingo (24 julho), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a candidatura do presidente da República à reeleição. Os ingressos para a convenção foram disponibilizados gratuitamente no Sympla, plataforma on-line de eventos. Os opositores resgataram várias entradas para o evento com objetivo de esvaziar a convenção. A organização surgiu em fóruns e em mensagens em grupos privados em aplicativos de mensagens durante o final de semana. A movimentação chegou no Twitter na manhã desta terça (19 julho). Para adquirir uma entrada, bastava o usuário criar uma conta na plataforma e fornecer dados como o Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço, e-mail e telefone. Porém para evitar dar os dados pessoais, usuários compartilharam maneiras de driblar o cadastro, como divulgar o CEP de endereços famosos, sites para a criação de e-mails temporários e geradores de CPFs aleatórios A tática é semelhante a que a oposição a Donald Trump adotou na campanha do ex-presidente americano à reeleição. Em junho de 2020, usuários das redes conseguiram esvaziar um comício em Tulsa, Oklahoma, ao confirmarem presença em massa e não aparecerem para participar. A campanha esperava encontrar um estádio lotado, mas só metade dele estava ocupado.

PT processa Bolsonaro por motociata no Maranhão

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Senadores do Partido dos Trabalhadores (PT) foram ao Ministério Público do Maranhão (MPMA) denunciar o presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta infração de trânsito durante uma motociata em Imperatriz. O grupo petista enviou um documento ao órgão público pedindo investigação sobre eventual omissão de órgãos de fiscalização e de policiamento. Os senadores Paulo Rocha (PA), Humberto Costa (PE), Fabiano Contarato (ES), Jaques Wagner (BA), Jean Paul Prates (RN) e Rogério Carvalho (SE) e a senadora do Pros Zenaide Maia (RN) alegam que tanto o presidente quanto o passageiro na garupa de sua motocicleta não usaram capacete, o que configuraria infração de trânsito gravíssima. A representação junto ao Ministério Público ressalta “a falta” de atuação de autoridades e de órgãos fiscalizadores que deveriam zelar pelo Código de Trânsito Brasileiro. “É possível observar que estas autoridades ficam inertes durante esses eventos, não sendo lícito nem correto que o presidente da República e seus apoiadores presentes se beneficiem da omissão desses agentes públicos”, diz.

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