Maranhão tem duas regiões entre as mais pobres do Brasil

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 05 de dezembro de 2024 – O Maranhão abriga duas das três regiões com as maiores taxas de pobreza extrema do Brasil, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada pelo IBGE na última quarta (4). O Litoral e a Baixada Ocidental Maranhenses registram 63,8% da população vivendo em condições de miséria, superados apenas pelo Vale do Rio Purus, no Amazonas, onde 66,6% dos habitantes estão em situação semelhante. QUEDA NACIONAL DA POBREZA EXTREMA Entre 2022 e 2023, o percentual de brasileiros com renda domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza extrema caiu de 5,9% para 4,4%, a menor taxa desde 2012. Em números absolutos, a população vivendo nessas condições diminuiu de 12,6 milhões para 9,5 milhões, retirando 3,1 milhões de pessoas dessa situação. Já a população em pobreza moderada caiu de 67,7 milhões para 59 milhões, refletindo avanços no combate à desigualdade.

Um em cada 5 jovens abandona escola antes do ensino médio

IBGE Jovens

BRASIL, 04 de dezembro de 2024 – Um em cada cinco jovens brasileiros, na faixa etária de 15 a 29 anos, abandonou a escola sem concluir a educação básica em 2023, o equivalente a 9,1 milhões de pessoas. O dado, divulgado nesta quarta (4) pelo IBGE, reflete um índice de evasão escolar de 19%. Embora elevado, o percentual mostra redução gradual ao longo dos anos. Em 2016, início da série histórica, o índice era de 25,3%. Em 2022, caiu para 19,9%. A educação básica no Brasil compreende os níveis infantil, fundamental e médio, segundo o IBGE. PERFIS DO ABANDONO ESCOLAR Entre os jovens que deixaram os estudos, 36,3% chegaram a iniciar o ensino médio, mas não o concluíram. Outros 63,7% não alcançaram esse nível: 39,4% tinham apenas o fundamental incompleto ou nenhuma instrução, enquanto 24,3% concluíram o ensino fundamental. O estudo revelou ainda que 40,1% das pessoas entre 25 e 64 anos no Brasil não completaram a educação básica. Esse índice é mais que o dobro da média de 19,8% dos países da OCDE em 2022.

Maranhão é o 2º estado com maior uso de lixões no Brasil

Maranhão ranking

MARANHÃO, 29 de novembro de 2024 – O Maranhão é o segundo estado brasileiro com maior percentual de municípios que utilizam lixões como destino final para resíduos sólidos. Dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2023, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que 86,2% dos municípios maranhenses seguem adotando essa prática. Dos 217 municípios que declararam ter serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, 186 ainda utilizam vazadouros a céu aberto, conhecidos como lixões. Esse índice coloca o Maranhão atrás apenas do Amazonas, que registrou 91,9%.

Taxa de desemprego cresce no Maranhão no 3º trimestre

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 23 de novembro de 2024 – A taxa de desocupação no Maranhão subiu de 7,3% para 7,6% no terceiro trimestre de 2024, em relação ao mesmo período de 2023. Os dados foram divulgados nesta sexta (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). O aumento de 0,3 pontos percentuais é estatisticamente considerado estável pelo IBGE. Em números absolutos, o estado registrou 222 mil pessoas desocupadas no terceiro trimestre de 2024, 15 mil a mais que no trimestre anterior e 29 mil acima do total registrado no mesmo período de 2023, quando havia 193 mil desempregados.

Pardos superam brancos e pretos no Brasil, aponta IBGE

Pardos Censo

BRASIL, 21 de novembro de 2024 – O Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que os pardos ultrapassaram brancos e pretos no Brasil. Segundo os dados, 45,3% dos brasileiros se declararam pardos, somando 92,1 milhões de pessoas, frente a 88 milhões de brancos e 20 milhões de pretos. Nas favelas, onde vivem 16,4 milhões de brasileiros, população parda representa 58% dos moradores, o equivalente a 9,3 milhões de pessoas. A população branca é a segunda maior nesses locais, com 26,6%, enquanto os pretos aparecem em terceiro, com 16,1%.

Maranhão ocupa a 15ª posição na economia do país, diz IBGE

Maranhão PIB

MARANHÃO, 15 de novembro de 2024 – O Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão teve crescimento de 3,4% entre 2021 e 2022, alcançando 1,4% de participação na economia nacional, índice equivalente ao do Amazonas. Com esse desempenho, o estado mantém-se como a 15ª maior economia do Brasil. O estudo, divulgado pelo Sistema de Contas Regionais 2022, foi elaborado pelo IBGE em parceria com órgãos estaduais e a SUFRAMA. Na região Nordeste, o Maranhão ocupa a quarta posição em relação ao PIB, ficando atrás da Bahia (4%), Pernambuco (2,4%) e Ceará (2,1%), mas à frente de estados como Rio Grande do Norte e Paraíba (0,9% cada). O levantamento também destaca o crescimento acumulado do PIB estadual em 95,8% entre 2002 e 2022, indicando uma evolução relevante na economia maranhense, ainda que discreta em sua participação nacional.

Mais de 484 mil maranhenses residem em 198 favelas, diz IBGE

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 11 de novembro de 2024 – O Maranhão conta com 484.118 pessoas vivendo em favelas, o que representa 7,43% da população do estado, conforme dados do Censo Demográfico 2022 divulgados nesta sexta (8) pelo IBGE. As 198 comunidades urbanas estão distribuídas entre os municípios da Grande São Luís: São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa. Em São Luís, 358.818 pessoas, ou 34,58% da população local, residem em áreas classificadas como favelas. Em São José de Ribamar, são 72.444 moradores em condições semelhantes, representando 29,62% dos habitantes da cidade. Já em Paço do Lumiar, 41.423 pessoas vivem em favelas, correspondendo a 28,44% da população. Raposa apresenta 11.433 moradores em áreas de comunidade urbana, o que equivale a 37,07% da população do município.

São Luís possui duas das maiores favelas do país

São Luís Censo

SÃO LUÍS, 08 de novembro de 2024 – As comunidades do Coroadinho e da Cidade Olímpica, em São Luís, foram destacadas no suplemento do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado recentemente. As duas áreas estão entre as maiores favelas do Brasil em quantidade de habitantes e domicílios ocupados, revelando a complexidade dos desafios urbanos locais. O levantamento identificou mais de 16 milhões de brasileiros vivendo em 12.348 favelas. No ranking nacional, o Coroadinho ocupa a oitava posição, com 51.050 moradores, enquanto a Cidade Olímpica aparece em 18º lugar, com 27.326 habitantes. Ambas as comunidades enfrentam limitações estruturais e demandas por serviços públicos.

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