Menos de 5% das cidades do MA tem mais de 100 mil habitantes

Cidades Maranhão

SÃO LUÍS, 30 de junho de 2023 – Apenas 10 municípios maranhenses possuem mais de 100 mil habitantes, segundo os dados do Censo 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa apenas 4,61% das 217 cidades do Maranhão. A cidade com o maior número de residentes é São Luís, com 1.037.775 habitantes. Em seguida, estão Imperatriz, com 273.110 habitantes, e São José de Ribamar, com 244.579 habitantes. Esta última foi a cidade que teve o maior aumento populacional nos últimos 12 anos no Maranhão. Das cidades com mais de 100 mil habitantes, apenas Codó registrou uma queda na densidade demográfica em 2022, em comparação aos dados de 2010, de acordo com o IBGE. Em 2022, o município tinha uma população de 114.269 habitantes, enquanto em 2010 possuía 118.038 pessoas, o que representa uma queda de 3,19% ou 3.769 residentes a menos. Aqui está a lista das cidades maranhenses com mais de 100 mil habitantes: Segundo os dados divulgados pelo IBGE, a população do Maranhão atingiu 6.775.152 habitantes, representando um aumento de 3,05% em comparação com o Censo anterior realizado em 2010, quando a população era de 6.574.789 habitantes. Isso significa um acréscimo de 200.363 novos habitantes. Em termos de população, o Maranhão ocupa a 4ª posição na região Nordeste e a 12ª posição no Brasil. A densidade demográfica do estado é de 20,55 habitantes por km², com uma média de 3,23 moradores por residência. A capital, São Luís, registrou um aumento de 2,21% em comparação com o Censo de 2010, alcançando a marca de 1.037.775 habitantes em 2022. Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512 habitantes, representando um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.

Representação do Maranhão no Congresso Nacional pode diminuir

Congresso Nacional

MARANHÃO, 28 de junho de 2023 – De acordo com o Censo de 2022, o Maranhão perdeu duas posições no ranking dos estados mais populosos, totalizando agora 6.775.152 habitantes, uma alta de 200.363 pessoas em 10 anos. O estado maranhense registrou um crescimento de apenas 0,25%, enquanto a média nacional foi de 0,52%. Por outro lado, Santa Catarina e Goiás apresentaram um aumento significativo em suas populações, tornando-se os estados com maior taxa de crescimento, com 1,66% e 1,36% respectivamente. Esses números podem impactar a composição das bancadas na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas, resultando na redução de pelo menos uma vaga para os maranhenses. O número de representantes na Câmara dos Deputados e nas assembleias legislativas está diretamente relacionado à quantidade de habitantes. Atualmente, o Maranhão possui 18 vagas para deputados federais, mas considerando a média de população por vaga na Câmara Federal, o estado poderá perder uma vaga nas eleições de 2026. No entanto, é importante ressaltar que um novo cálculo será realizado para determinar como serão distribuídas as 17 vagas restantes entre as 18 unidades da federação, uma vez que São Paulo, Acre, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não participam dessa redistribuição. Caso ocorra a redução para 17 deputados federais, o número de deputados estaduais também poderá diminuir para 41, pois os estados com mais de 12 deputados federais têm direito a 36 deputados estaduais (correspondentes às 12 primeiras cadeiras), mais um deputado estadual para cada cadeira adicional. Portanto, se um estado possui 15 deputados federais, terá direito a 39 cadeiras nas assembleias legislativas (36 + 3). Atualmente, o Maranhão conta com 18 deputados federais e 42 deputados estaduais. É certo que os estados de Santa Catarina e Goiás irão ganhar mais representantes na Câmara dos Deputados, sendo que o primeiro possui 16 representantes e o segundo, 17.

Fernando Braide destaca importância do recenseamento do IBGE

fernando braide assembleia

O deputado estadual Fernando Braide (PSD) destacou a importância do recenseamento e convidou a população maranhense para o preenchimento do Censo 2022, levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado, nesta quinta (23), o parlamentar reforçou que o Censo Demográfico é tido como referência para a construção de políticas públicas que atendam às necessidades dos Municípios e Estados, e, para analisar características da população é a participação do povo maranhense se faz tão importante. “O último censo que nós tivemos foi no ano de 2010 e, devido à pandemia, houve uma defasagem ainda maior. Desde o ano passado, os recenseadores vêm se empenhando para atualizar esses dados, então a gente pede que, nesta reta final, a população tenha consciência e disponibilidade para repassar essas informações que são tão importantes para o desenvolvimento do nosso estado”, afirmou Fernando Braide. O recenseamento pode ser feito até o próximo mês (abril) e, para facilitar o atendimento, o cidadão pode agendar a visita do agente do IBGE através do número 0800 7218181. O serviço é seguro e todos os dados do recenseador são fornecidos ao solicitante.

Preços das verduras e legumes apresentam queda no país

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As hortaliças apresentam queda de preço nas Centrais de Abastecimento, segundo o boletim do mês de junho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o documento do órgão, itens como alface, batata, cenoura e tomate apresentam queda no preço, haja vista que foram os principais responsáveis pelo aumento do índice da inflação dos alimentos neste ano. A justificativa foi o crescimento da oferta dessas hortaliças-legumes e verduras estão dentro dessa categoria, inclusive a batata, que aumentou em torno de 13% o volume disponível e pela primeira vez no ano apresentou redução nos valores. O levantamento dos dados da Conab deste mês foi realizado nas Centrais de Abastecimento localizadas em Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Vitória/ES que, em conjunto, comercializam a maior parte dos hortigranjeiros consumidos pela população brasileira. Levando em consideração que o tomate e a cenoura apresentaram queda nos preços em todas as centrais – dentre as principais hortaliças pesquisadas pela Conab -, as baixas mais acentuadas foram nos estados de Brasília (58,5%), no caso da cenoura, e no Espírito Santo (-46,19%), em relação ao tomate. Dados da divulgação mais recente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, apontam que no mês de maio, o tomate teve redução de 23,72% no preço. Já a cenoura, registrou um recuo de 24,07%. A alface e a batata mostraram baixa de 4,10% e 3,94%, respectivamente. A redução nos preços observadas nessas centrais já chega no bolso do consumidor.

Taxa de desemprego cai 10,5%, o menor nível desde 2016

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De acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta terça (31/05), a taxa de desemprego caiu para 10,5% no trimestre encerrado em abril (fevereiro, março e abril) de 2021. O levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística aponta que a população desocupada caiu para 11,3 milhões de pessoas, cujo percentual é o menor desde o trimestre de dezembro, janeiro e fevereiro de 2016. O resultado divulgado pelo IBGE também mostrou que a população desocupada chegou a 11,3 milhões de pessoas, o que significa uma queda de 5,8% em relação ao trimestre anterior, de novembro de 2021 a janeiro de 2022. A queda representa uma diminuição de 699 mil pessoas que procuram emprego. Na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2021, o número de desocupados caiu 25,3%, ou 3,8 milhões de pessoas.

IBGE aponta que o MA é o estado com menor renda domiciliar

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta quinta (24) os valores dos rendimentos domiciliares per capita referente ao ano de 2021 para o Brasil e unidades da Federal. De acordo com o IBGE, o Maranhão é o lugar onde seu habitantes recebem menos no país, R$ 635, enquanto o Distrito Federal tem a maior, R$ 2.513. O rendimento domiciliar per capita foi calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (em termos nominais) e o total dos moradores. Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes. Veja na tabela abaixo o rendimento per capita por unidade da Federação: Unidades da Federação Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente (R$) Brasil 1.367 Rondônia 1.023 Acre 888 Amazonas 800 Roraima 1.046 Pará 847 Amapá 855 Tocantins 1.028 Maranhão 635 Piauí 837 Ceará 881 Rio Grande do Norte 1.109 Paraíba 876 Pernambuco 829 Alagoas 777 Sergipe 929 Bahia 843 Minas Gerais 1.325 Espírito Santo 1.295 Rio de Janeiro 1.724 São Paulo 1.836 Paraná 1.541 Santa Catarina 1.718 Rio Grande do Sul 1.787 Mato Grosso do Sul 1.471 Mato Grosso 1.362 Goiás 1.276 Distrito Federal 2.513 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, PNAD Contínua – 2021.

Pobreza no MA caiu com maior intensidade durante governo Roseana

ibge ma pobreza

A pobreza no Maranhão caiu com maior intensidade durante o período que Roseana Sarney (MDB) comandou o Estado do que na gestão de Flávio Dino (PSB). A constatação é feita conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recentemente. Os indicadores apontam que entre 2012 a 2014, período que a ex-governadora comandava o Palácio dos Leões, o Estado saiu de 55,9% para 52,4%. Já na gestão de Flávio Dino, o Maranhão saltou de 52,9% para 54,%, de 2015 a 2019. Mas, apesar disso, nas últimas semanas, o governador Flávio Dino chegou a comemorar a queda no índice de pobreza nos anos de 2019 e 2020, diminuindo em 8,9 pontos percentuais a quantidade de pessoas pobres no Maranhão e chegando a 48%, o que resultou na quarta maior queda do país. Entretanto, essa redução, em apenas um dos seis anos de governo socialista, se deve mais ao auxílio emergencial de R$ 600 estabelecido pelo Governo Federal, cujo detalhe a gestão Dinista faz questão de não mencionar.

IBGE: Brasil mostra queda no desemprego

Carteira Assinada

O IBGE divulgou, nesta terça (28), queda do número de desempregados no Brasil. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram redução de 12,1% de agosto a outubro de 2021. A população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, uma redução de 10,4% ou menos 1,5 milhão, se comparado ao trimestre encerrado em julho, quando eram 14,4 milhões de pessoas. O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,6%, o maior desde o trimestre encerrado em abril do ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o aumento na ocupação teve influência do número de empregados com carteira de trabalho no setor privado, que alcançou 33,9 milhões, um avanço de 4,1%, comparado ao trimestre anterior. O percentual equivale a 1,3 milhão de pessoas a mais. Conforme a pesquisa, o contingente de trabalhadores por conta própria subiu 2,6%, somando 25,6 milhões. No que dizem respeito aos trabalhadores domésticos, o aumento ficou em 7,8%, o que representa mais 400 mil pessoas. O número de ocupados no comércio subiu 6,4%, isso equivale a 1,1 milhão de pessoas a mais. Na indústria a alta ficou em 4,6%, ou mais 535 mil pessoas. Na construção, foi registrada uma elevação de 6,5% na ocupação ou 456 mil pessoas.

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