Falta de medicamentos no Hospital do Câncer é alvo de denúncias

Câncer Maranhão

SÃO LUÍS, 29 de janeiro de 2024 – Pacientes que estão enfrentando tratamento contra o câncer denunciam a falta de medicamento no Hospital de Câncer do Maranhão, localizado em São Luís. O medicamento em questão, o pazopanibe, encontra-se em falta há vários meses, deixando os pacientes em uma situação delicada. Quando os pacientes questionam os funcionários do hospital sobre o prazo para a reposição do medicamento, a resposta tem sido desanimadora. De acordo com relatos, não há previsão para que a distribuição do pazopanibe seja regularizada, o que tem gerado preocupação e ansiedade entre os pacientes e seus familiares. O pazopanibe é um medicamento essencial para muitos pacientes em tratamento contra o câncer, e sua falta coloca em risco a continuidade dos tratamentos e a saúde dessas pessoas. Além disso, o custo do pazopanibe é significativo, em torno de R$ 3 mil. A Secretaria Estadual de Saúde foi procurada em busca de esclarecimentos e soluções para o problema. Até o momento, não deu retorno.

Falta de medicamentos no Hospital do Câncer é alvo de denúncias

Câncer Maranhão

SÃO LUÍS, 29 de janeiro de 2024 – Pacientes que estão enfrentando tratamento contra o câncer denunciam a falta de medicamento no Hospital de Câncer do Maranhão, localizado em São Luís. O medicamento em questão, o pazopanibe, encontra-se em falta há vários meses, deixando os pacientes em uma situação delicada. Quando os pacientes questionam os funcionários do hospital sobre o prazo para a reposição do medicamento, a resposta tem sido desanimadora. De acordo com relatos, não há previsão para que a distribuição do pazopanibe seja regularizada, o que tem gerado preocupação e ansiedade entre os pacientes e seus familiares. O pazopanibe é um medicamento essencial para muitos pacientes em tratamento contra o câncer, e sua falta coloca em risco a continuidade dos tratamentos e a saúde dessas pessoas. Além disso, o custo do pazopanibe é significativo, em torno de R$ 3 mil. A Secretaria Estadual de Saúde foi procurada em busca de esclarecimentos e soluções para o problema. Até o momento, não deu retorno.

MA sofre com hospital sem medicamentos e vigilantes sem salários

Câncer vigilantes

SÃO LUÍS, 10 de janeiro de 2024 – Pacientes do Hospital do Câncer Tarquínio Lopes expuseram nesta quarta (10) uma preocupante carência de medicamentos cruciais para o tratamento de quimioterapia. Segundo relatos dos pacientes, a escassez de medicamentos essenciais tornou-se uma realidade constante, comprometendo o tratamento e elevando o nível de preocupação. O agravante é a orientação dos funcionários do hospital, que aconselham os pacientes a terem paciência e aguardarem até que os medicamentos sejam restabelecidos. Uma espera que, para quem enfrenta a batalha contra o câncer, representa um risco considerável à sua saúde e bem-estar. Salários Atrasados Os vigilantes do Hospital da Ilha, situado na Avenida São Luís Rei de França, estão novamente expressando preocupação e insatisfação devido aos recorrentes atrasos nos salários. Apesar das promessas feitas anteriormente, os funcionários relatam que o novo ano começou com as mesmas dificuldades financeiras que enfrentaram no passado. Até o momento o Governo ainda não se posicionou sobre ambos os casos.

Hospital do Câncer do MA está sem medicamento há 6 meses

Câncer Maranhão

SÃO LUÍS, 17 de outubro de 2023 – O Hospital do Câncer do Maranhão enfrenta uma crise de desabastecimento de medicamentos essenciais para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão. A ausência contínua do medicamento Gefitinobe/Iressa, vital para os pacientes em tratamento, tem gerado sérias preocupações entre os pacientes e seus familiares, que dependem desses medicamentos para enfrentar a doença. O Gefitinobe/Iressa é amplamente reconhecido como um componente crucial no tratamento do câncer de pulmão e sua falta pode resultar em sérias complicações de saúde, além de comprometer a eficácia dos procedimentos médicos, o que por sua vez pode ter consequências prejudiciais para o prognóstico dos pacientes. Uma embalagem contendo 30 cápsulas pode custar em torno de R$ 5.400, tornando-o inacessível para muitos que dependem do sistema de saúde pública para o tratamento do câncer. Diante da situação, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) respondeu que o medicamento está em fase de aquisição. No entanto, a incerteza sobre a disponibilidade imediata do medicamento continua a gerar preocupações entre os pacientes e suas famílias, que anseiam por uma resolução rápida para o desabastecimento. A falta de acesso a medicamentos vitais para o tratamento do câncer não é apenas uma preocupação local, mas uma questão de saúde pública que afeta a qualidade de vida e o tratamento adequado de pacientes em todo o país. O câncer de pulmão é uma condição grave que se desenvolve a partir do crescimento descontrolado de células no pulmão, muitas vezes resultando na formação de tumores malignos. Esta forma de câncer é conhecida por sua capacidade de se espalhar para outras partes do corpo, tornando o tratamento oportuno e eficaz uma prioridade essencial.

Hospital do Câncer está há 5 meses sem medicação para tratamento

Hospital Câncer

SÃO LUÍS, 29 de setembro de 2023 – Pacientes em tratamento contra o câncer denunciam a falta de um medicamento essencial para o tratamento do câncer de pulmão. Nos últimos cinco meses, a ausência do medicamento tem preocupado os familiares. De acordo com relato de um dos pacientes, o medicamento Gefitinobe/Iressa, é essencial no tratamento da condição, está ausente no Hospital do Câncer do Maranhão há quase cinco meses, onde é normalmente disponibilizado gratuitamente. O desabastecimento do medicamento estaria levando a sérias complicações em seus tratamentos, resultando na interrupção de terapias vitais e prejudicando a eficácia dos procedimentos médicos, produzindo, por sua vez, consequências prejudiciais à qualidade de vida e ao prognóstico de suas doenças. Uma embalagem contendo 30 cápsulas tem um valor médio de R$ 5.400 e dura aproximadamente um mês. O câncer de pulmão se desenvolve a partir do crescimento desordenado das células provocando o aparecimento de um tumor que tem a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo. A ausência de tratamento adequado pode levar a complicações graves e até mesmo óbito. A TV Difusora entrou em contato com a Secretaria de Estado da Saúde para falar sobre o caso mas até o momento não obtivemos resposta.

Dino paga R$ 236 milhões para terceirizar Hospital do Câncer

Copia de Imagem Principal PRETA

Foi noticiado nesta segunda (17) pelo jornalista Daniel Matos que o governador Flávio Dino, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, terceirizou o Hospital do Câncer pelo valor de R$ 236.074.312,32 (duzentos e trinta e seis milhões, setenta e quatro mil, trezentos e doze mil reais e trinta e dois centavos). De acordo com o jornalista, o Hospital de Câncer Tarquínio Lopes Filho, antigo Hospital Geral, que fica localizado no bairro Madre Deus, passará a ser administrado pela Associação Brasileira de Entidades de Assistência Social (ABEAS), que tem escritório central localizado em Goiânia. Dentro de duas semanas, isto é, a partir de 1° de fevereiro de 2022, a instituição ficará encarregada da operacionalização das ações e serviços de saúde prestados à população pelo hospital por um período de dois anos. A contratação se deu por meio de licitação, na modalidade chamamento público.

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