Sobe para dez o número de cidades que cancelaram o carnaval

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Devido ao aumento de doenças gripais transmissíveis, casos de Covid-19 e suas variantes, sobe para 10 o número de municípios maranhenses que cancelaram o carnaval, sendo elas as cidades de Balsas, Caxias, Imperatriz, Pinheiro, Rosário, Santa Inês, São José de Ribamar, São Luís, Timbiras e Vargem Grande. Enquanto isso, o Governo do Maranhão ainda não anunciou cancelamento dos dias de folia programados entre final de fevereiro e início de março, mesmo com avanço da Ômicron e sintomas relacionados ao novo coronavírus. Na semana passada, o governador determinou pela obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados e decretou calamidade pública em todo o Maranhão. Nesta sexta (14), inclusive, há expectativa de que o governador anuncie medidas mais restritivas para evitar o avanço da nova onda de Covid e da Influenza H3N2 em todo o Estado. Flávio Dino também deve decretar limites de público para eventos abertos e fechados, tendo em vista que alguns já estão sendo adiados sob orientação do Ministério Público. No entanto, a respeito do funcionamento do comércio do setor de serviços, como bares e restaurantes, Flávio Dino deve apenas reforçar cautela que o momento vai pedindo.

Maranhão é alvo de críticas devido ao baixo índice de vacinação

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O Estado do Maranhão foi alvo de críticas devido ao baixo índice de imunização contra o novo coronavírus, com pouco mais de 50% da população com a vacina completa. E quem foi responsável por chamar atenção dos dados que colocam o estado maranhense entre os três piores do Brasil foi a ex-governadora Roseana Sarney. “Após mais de um ano do início da vacinação contra a Covid, quase metade da população do MA não recebeu a vacinação completa. É um dos três estados com a pior cobertura do BR”, pontuou. Na semana passada, o governador determinou pela obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados e decretou calamidade pública em todo o Maranhão, sendo este último mais um facilitador de transferência de recursos para as prefeituras, em pleno ano eleitoral, do que uma medida eficaz para tentar diminuir a crescente de casos do novo coronavírus, devido a variante Ômicron. No ano passado, o Governo do Estado chegou a realizar arraiais de vacinação em algumas cidades e prometeu repetir os eventos este ano, mesmo que com outros nomes. Mas, até agora, ainda não anunciou nenhuma ação nesse sentido, o que demonstra falta de ação em conjunto entre os gestores.

“Réveillon do Covidão” de Flávio Dino contaminou vários auxiliares

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Nas últimas semanas vários auxiliares do governador Flávio Dino foram diagnosticados com a Covid-19. Em comum, todos participaram da aglomeração e da festa de virada do ano promovida no Palácio dos Leões. O evento contou com a participação de centenas de pessoas. A situação ocorre em meio a várias críticas do governador Flávio Dino contra aglomerações em redes sociais. Desde o início da pandemia, o comunista também tem se notabilizado por críticas frequentes ao presidente Jair Bolsonaro em relação às suas aparições públicas em meio a apoiadores. O réveillon, promovido nas dependências do Palácio dos Leões, e seus efeitos sanitários demonstram que o governador não segue em sua vida privada o que propaga e cobra publicamente. Entre os infectados mais proeminentes, além do próprio Flávio Dino, também foram diagnosticados os secretários Francisco Gonçalves (Cidadania), e os adjuntos do Governo, Cricielle Muniz, e da Agricultura, Maxuel Guerra. Por medo da repercussão negativa, muitos auxiliares e secretários estão sendo orientados a não divulgarem seus testes e mostrarem a verdade sobre a hipocrisia do governador.

ESCÂNDALO: Governo Dino usou trabalho escravo na construção de escola

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Há poucos dias membros da Delegacia de Polícia de Santa Helena atenderam uma denúncia de condições de trabalhos análogas à escravidão na cidade. Ao chegarem ao local indicado, os agentes encontraram vários trabalhadores em condições precárias de trabalho. A denúncia foi confirmada e o responsável acabou preso. O surpreendente na história é que os homens eram forçados a trabalhar no campus do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) da cidade, obra pertencente ao governo do estado. As denúncias anônimas recebidas no início do mês de dezembro de 2021 relataram relatando que trabalhadores de uma empresa de construção viviam em uma casa de barro, sem alimentação suficiente, sem energia elétrica, sem acesso à água potável e com inexistência de saneamento básico. Segundo o Artigo 149 do Código Penal, a situação de trabalhos forçados, jornada intensa, condições degradantes e restrição de locomoção caracterizam trabalho análogo à escravidão.  Apesar de trabalharem diariamente na construção do campus do IEMA de Santa Helena, o responsável pela construtora não comprovou os vínculos trabalhistas com a construtora. Ele acabou preso. Com cerca de 5.600 m², o espaço educacional possui biblioteca, auditório, salas, laboratórios especiais de Física e Biologia, além de espaço de vivência e quadra poliesportiva.  A escola deve atender cerca de 200 estudantes. Após a prisão, os trabalhadores foram acolhidos temporariamente por vizinhos que se solidarizaram com a situação. Até o momento, nenhuma ONG, membro do Ministério Público ou da Comissão de Direitos Humanos da OAB se manifestou em relação ao absurdo que é o uso deste tipo de mão-de-obra em uma construção do governo gerenciado por Flávio Dino. Apesar da gravidade da situação, o governador Flávio Dino (PSB) não lançou nenhuma nota sobre o caso. Poucos dias após o caso, a página oficial do governo anunciou que a escola deve ser inaugurada em breve.

Máscaras voltam a ser obrigatórias em locais fechados

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Decreto do Governo do Maranhão reativou a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados em todo o Maranhão. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta (7). A decisão acontece em meio à proliferação da nova variante da Covid-19 e da gripe. Poucos meses atrás o governador havia tornado opcional o uso de máscaras no estado.

Dino baixa decreto que estabelece estado de calamidade pública

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No dia em que testou positivo para o novo coronavírus, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), decretou calamidade pública em todo o estado. Mesmo em ano eleitoral, o governador poderá transferir recursos para as prefeituras com mais liberdade, respaldado no combate à nova onda de Covid-19. O ato tem validade até o dia 31 de março. Após a edição desse ato, pessoas ligadas ao governador já acreditam que a próxima medida deva ser o cancelamento do Carnaval oficial do governo em todo o Maranhão. Em contrapartida, no mês passado, o governo esteve licitando a contratação de trios elétricos para o pré e o Carnaval, cuja estrutura para a animação do Reinado de Momo tem gasto estimado acima dos quatro milhões de reais. Municípios como Imperatriz, São José de Ribamar, Pinheiro e São Luís já cancelaram o Carnaval. Até o momento, Dino não determinou novas medidas para tentar diminuir a crescente de casos do novo coronavírus, devido a variante Ômicron.

Tratamento preventivo de Flávio Dino contra Covid-19 custa cerca de R$ 25 mil

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Há cerca de 24 horas, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), confirmou ter contraído o novo coronavírus e logo passou pelo hospital São Domingos para realização de exames e tratamento preventivo. Enquanto a população comum é medicada com dipirona em hospitais da rede pública, o governador maranhense recebeu medicações preventivas que podem chegar a R$ 25.000 (vinte e cinco mil reais). Segundo informações, Flávio Dino foi submetido ao tratamento com coquetel de anticorpos monoclonais da corporação Regeneron, que auxilia os pacientes cujo sistema imunológico não reage contra o vírus. O procedimento reduz a da doença em 20%. Pesquisas ainda apontam que o coquetel evita a necessidade de hospitalização quando administrado no começo do curso da doença. No entanto, um único tratamento com Regn-CoV2 pode custar R$ 25 mil (vinte e cinco mil reais) e pode ser encontrado apenas na rede privada. Vale ressaltar que todo o procedimento aplicado no governador foi dado em caráter preventivo. Ele ainda está assintomático e sem apresentar qualquer tipo de piora em seu quadro clínico. Apesar de defender a eficiência do SUS e pregar que os hospitais públicos do Maranhão prestam um excelente serviço a todos os pacientes vítimas da Covid-19, o governador não só optou pela utilização de hospital da rede privada (um dos maiores do Maranhão), como fez uso de tratamento o qual seu maior desafio segue sendo seu custo. Na tarde de hoje (04), o governador publicou: “Agradeço muito as mensagens fraternas acerca do meu diagnóstico de Covid, assim como as orações pela minha saúde. Sigo em bom estado, quase sem sintomas e com exames normais quanto ao pulmão. Despachos seguem em casa, até que eu tenha liberação médica”, disse Flávio Dino.

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