PCdoB irá a falência nas eleições de 2022

Diante das dificuldades para manter atividades parlamentares e atingir desempenho eleitoral necessário, o PCdoB debate seu futuro e busca maneiras de se esquivar da cláusula de desempenho. O Partido Comunista do Brasil visa garantir sua atuação no Congresso sem perder a autonomia e, para isso, está empenhado em integrar uma federação de legendas de esquerda na Câmara e para as próximas eleições. Caso essa articulação não tenha êxito, o PCdoB seria obrigado a já pensa em união com o PSB, mas ainda não há uma posição sobre a situação, que será discutida em breve. A federação de partidos iria funcionar tanto na atividade eleitoral quanto na parlamentar. Conforme esse mecanismo, legendas que não atingirem a cláusula de barreira, isto é, o mecanismo eleitoral que barra o funcionamento parlamentar à sigla que não alcançar determinado percentual de votos, poderão constituir federações com uma única identidade política e se uniriam para atuar como uma coligação mais estável sem abrir mão de sua autonomia, o que lhes garante funcionamento parlamentar. A outra possibilidade é a fusão com o PSB, mas há resistência dentro do PCdoB em abrir mão do nome do partido e o PSB nunca admitiu oficialmente a fusão ou incorporação. Na fusão, as duas siglas se juntam para constituir um novo estatuto. Na incorporação, um dos partidos determina se acata trechos do programa da legenda incorporada. O PSB também não admite uma possível alteração no nome. Com o objetivo de ser mais aceitávei à população brasileira e tentando reunir todos contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o PCdoB, tem tentado se afastar do termo “comunismo” e atrair forças do centro político. “A discussão sobre uma mudança de nome já se colocou em vários momento não só no Brasil. Se tem um grande exemplo, é o PCI, Partido Comunista da Itália, que mudou de nome há 20 anos. O próprio PCB virou PPS, e hoje é Cidadania […] independentemente do nome A, B, C ou D, o destino partidário não só do PCdoB está em debate”, afirmou Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão. Atualmente, o PSB possui uma bancada maior que o PCdoB, pois conta com 30 deputados e uma senadora. Já o Partido Comunista do Brasil tem 7 deputados federais e nenhum senador.
Após defender voto impresso quando deputado, Flávio Dino recusa debater tema

O convite ao governador do Maranhão para comparecer à comissão especial da Câmara para discutir o voto impresso auditável deve ser rejeitado por Flávio Dino (PCdoB). O requerimento para ouvir o governador foi feito por Bia Kicis (PSL-DF), deputada federal, e aprovado pelos demais parlamentares. “Convite dessa senhora é difícil de atender, pois ela costuma ser muito mal-educada, o que dificulta uma debate equilibrado e produtivo”, declarou o comunista sobre a parlamentar autora da PEC que propõe a impressão do voto para autorizar a auditagem dos resultados das eleições. Em 2009, Flávio Dino foi relator da lei que promoveu algumas alterações eleitorais enquanto deputado federal, acolheu uma emenda do PDT que previa auditoria independente do software através do sorteio de 2% das máquinas de votação de cada zona eleitoral, respeitando limite mínimo de três urnas eletrônicas por cidade e com votos em papel comparados com os resultados apresentados pelo boletim da urna. “[…] no processo de votação e apuração das eleições, dos plebiscitos e dos referendos, independentemente do meio empregado para o registro do voto, é obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas, de forma automática e sem contato manual, em urnas indevassáveis, para fins de auditoria”, propõe o projeto de Bia Kicis. A comissão foi instalada em maio através de autorização de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, cujos deputados aprovaram requerimento convidando o governador do Maranhão no último dia 24.
Flávio Dino toma vacina contra a Covid-19 no Palácio dos Leões

O governador do Estado do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), recebeu sua primeira dose de vacina contra o novo coronavírus ontem (31). Dino foi imunizado devido aos seus 53 anos, pois, de acordo com calendário da Prefeitura de São Luís, pessoas com 54 e 53 anos deveriam ser atendidos pelo Mutirão da Vacina nesta segunda feira. A divulgação ocorreu por meio das redes sociais de Flávio Dino, onde o governador agradeceu a Ciência e ao SUS.
Flávio Dino corta R$ 30 milhões da educação no Maranhão
Rocha pode comandar Patriota e disputar governo do Estado

Após o senador Flávio Bolsonaro anunciar filiação ao Patriota por meio de convenção nacional nesta segunda-feira (31), a decisão abre caminho para o ingresso do presidente da República, que está sem partido, e do senador maranhense que apoia Jair Bolsonaro. No Maranhão, Roberto Rocha – senador que também está sem partido após ter sido preterido pelo PSDB (atualmente comandado pelo vice-governador Carlos Brandão e pré-candidato ao governo do Estado no Maranhão) -, seguirá com o presidente da República caso as conversas, até o momento adiantadas, se concretizem. Jair Bolsonaro já afirmava um “namoro” com a sigla partidária Patriota desde fevereiro. Atualmente, o presidente do Patriota no Maranhão é o deputado Marrequinha, tutelado pelo presidente do PL e mandatário do Avante, deputado Josimar Maranhaozinho. Entretanto, com possível filiação de Bolsonaro à legenda, o controle do partido nos estados ficaria a seu critério, cabendo possibilidade de Josimar e Marreca Filho perderem o comando. Com isso, o senador maranhense da base de Jair Bolsonaro deve nao apenas se filiar, mas também assumir a presidência do Patriota no estado, garantindo candidatura de Roberto Rocha ao governo do Maranhão. O senador bolsonarista Roberto Rocha é o grande nome de oposição à gestão comunista no Maranhão. Recentemente, o parlamentar publicou em suas redes sociais a manchete que revela o alto grau de desemprego no estado no primeiro trimestre deste ano, confirmado pelo IBGE.
Flávio Dino afasta policial militar que tirou foto com Bolsonaro
CPI do Covidão na caça de Flávio Dino

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia aprovou 15 requerimentos pedindo esclarecimentos da gestão de Flávio Dino (PCdoB), governador do Estado do Maranhão. Constam solicitações de informações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), à Polícia Civil do Maranhão e um à Procuradoria-Geral da Justiça (PGJ), dentre os quais seis ofícios foram encaminhados ao governo e nove diretamente à Secretaria de Estado da Saúde (SES). Um dos ofícios já atendidos pela gestão comunista solicitava o envio de cópias de ordens bancárias, processos administrativos de despesas relacionados à aplicação dos recursos oriundos do Governo Federal destinados ao enfrentamento do novo coronavírus, todas as notas de empenho e notas fiscais. O governo estadual também precisou esclarecer a discriminação da execução orçamentária e o volume de recursos encaminhados pela Presidência da República para o combate à Covid-19.