Justiça dos EUA muda data e antecipa soltura de Puffy Diddy

ESTADOS UNIDOS, 04 de março de 2026 – A data de libertação do rapper e empresário Sean “Diddy” Combs, 56, foi antecipada ela Justiça. O artista foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão após um julgamento que determinou sua condenação por promover viagens interestaduais para fins de prostituição, uma infração prevista na legislação federal norte-americana. Inicialmente, sua saída da prisão estava prevista para 4 de junho de 2028. Entretanto, segundo informações disponíveis no site do Departamento Penitenciário Nacional dos Estados Unidos, o cantor deverá deixar a unidade prisional de segurança mínima de Fort Dix em 25 de abril de 2028. A princípio, a libertação havia sido marcada para 8 de maio de 2028, data que posteriormente foi adiada para junho do mesmo ano. Agora, a previsão foi novamente alterada, antecipando o término do cumprimento da pena.
EUA e Israel bombardeiam o Irã em operação conjunta

MUNDO, 27 de fevereiro de 2026 – Os Estados Unidos e Israel realizaram, na manhã deste sábado (28), um ataque ao Irã por meio de uma operação militar conjunta, direcionada a lideranças estratégicas e instalações militares, após ameaças do governo iraniano e declarações prévias sobre a necessidade de uma ofensiva de grande escala. A ação ocorreu em várias regiões e buscou reduzir potenciais ameaças diretas a aliados e forças estrangeiras. Segundo a imprensa iraniana, todo o território nacional ficou sob ofensiva durante o ataque ao Irã, com pelo menos três grandes explosões registradas no centro de Teerã, próximas a uma residência do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei. Imagens mostraram colunas de fumaça sobre a capital, enquanto ambulâncias foram mobilizadas e hospitais permaneceram em alerta sem balanço oficial de feridos. Autoridades israelenses informaram que dezenas de alvos militares foram atingidos durante o ataque ao Irã, incluindo instalações de comando, centros de comunicação e depósitos de armas. Além disso, fontes de segurança relataram que a primeira onda buscou atingir o maior número possível de líderes militares e estratégicos, em ação coordenada com forças dos Estados Unidos.
Brasil pode ser sobretaxado pelos EUA por relação com Irã

MUNDO, 14 de janeiro de 2026 – Na segunda (12), Donald Trump afirmou que aplicará uma tarifa de 25% “em toda e qualquer transação comercial realizada com os Estados Unidos” a “qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã”. “Esta ordem é final e irrecorrível”, escreveu Trump na rede Truth Social. A declaração foi feita em resposta à repressão que o regime teocrático iraniano promove contra manifestantes locais desde a última semana de dezembro. Nesta terça (13), o governo americano orientou seus cidadãos a deixar o país persa. “Caso seja de fato aplicada uma tarifa de 25% sobre todos os países que têm relacionamento com o Irã, o Brasil seria um dos impactados”, afirma Sara Paixão, analista de macroeconomia do InvestSmartXP. Ela explica, no entanto, que é difícil estimar os impactos pela incerteza sobre possíveis exceções à sobretaxa por produto ou setor, por exemplo. “Nas últimas tarifas aplicadas sobre o Brasil, uma ampla gama de produtos foi retirada ao longo do tempo [da sobretaxa]”, ressalta. “Temos uma tarifa de 10% mais uma adicional de 40%, mas, integralmente, os 50% são aplicados a poucos produtos.” Caso a ameaça de Trump se concretize de forma linear, sobre todos os produtos brasileiros exportados aos EUA, os setores mais expostos seriam de petróleo, ferro e aço, carne, café e suco de laranja. “Commodities têm facilidade maior de realocação para outros mercados, diferente dos produtos industriais”, comenta a analista. “O setor aeroespacial, por exemplo, seria potencialmente mais impactado porque realocar esse tipo de produto é mais difícil.”
Terras raras acendem alerta de Pedro Lucas após ação dos EUA

BRASIL, 05 de janeiro de 2026 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes, líder do União Brasil na Câmara, manifestou preocupação com a exploração de terras raras no Brasil após a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos, ocorrida recentemente, no contexto de disputas geopolíticas e interesse em recursos minerais estratégicos. Segundo o parlamentar, o episódio aponta riscos à soberania mineral brasileira e exige resposta legislativa imediata. De acordo com Pedro Lucas, o interesse norte-americano ultrapassa o campo político e envolve diretamente riquezas minerais da América Latina. “O que aconteceu na Venezuela não foi só política, foi geopolítica e recursos. Terras raras colocam o Brasil no radar. O Congresso precisa legislar agora e estabelecer um marco legal claro e soberano”, afirmou Pedro Lucas.
Trump considera operação na Colômbia após ação na Venezuela

AMÉRICA, 05 de janeiro de 2026 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma operação militar contra a Colômbia “soa bem”. A declaração foi feita a jornalistas a bordo do Air Force One na noite de domingo (4). Ele justificou a possível ação ao dizer que o país vizinho estaria “muito doente” e governado por um “homem doente”, em referência ao presidente Gustavo Petro. Trump acusou o líder colombiano de gostar de “fazer cocaína e vendê-la aos EUA”, acrescentando que essa situação não duraria muito tempo. A declaração ocorre um dia após uma operação militar norte-americana capturar o ditador venezuelano Nicolás Maduro. O venezuelano foi enviado para Nova York para responder por tráfico de drogas.
EUA retiram Moraes e esposa da lista de sanções Magnitsky

MUNDO, 12 de dezembro de 2025 – Os Estados Unidos removeram nesta sexta (12) o ministro Alexandre de Moraes da Lei Global Magnitsky, após confirmação de fontes diplomáticas e governamentais. A medida também excluiu Viviane Barci de Moraes e a empresa Lex Instituto de Estudos Jurídicos, encerrando proibições de transações em dólar e restrições de entrada no país. Além disso, as sanções haviam sido impostas pelo governo Donald Trump sob acusações de violações de direitos humanos, associadas à atuação de Moraes como relator da ação que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. As decisões relacionadas à retirada de conteúdos hospedados em plataformas americanas também integraram o conjunto de alegações apresentadas sob a Magnitsky.
Suprema Corte dos EUA mantém sexo biológico em passaportes

ESTADOS UNIDOS, 07 de novembro de 2025 – A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta quinta (6), manter a regra do governo Trump que exibe apenas o sexo biológico de nascimento nos passaportes. Os seis juízes da maioria entenderam que a medida, aprovada por 6 votos a 3, é legal e constitucional. Eles rejeitaram o pedido de grupos transgêneros para incluir a identidade de gênero autodeclarada no documento. A corte reverteu, dessa forma, duas decisões anteriores de instâncias inferiores que tentaram anular a norma. Os magistrados afirmaram que atestar o sexo biológico no documento não viola princípios constitucionais de igualdade. A prática equivaleria a informar o país de nascimento, consistindo na declaração de um fato histórico. O governo, portanto, não estaria submetendo os cidadãos a um tratamento diferenciado. Além disso, a corte considerou que os processos judiciais não comprovaram a tese de que a intenção da regra era prejudicar um grupo politicamente impopular. A disputa ocorre após o Departamento de Estado interromper, em janeiro, a emissão de passaportes com a marcação “X” para pessoas não binárias. Um decreto de Trump oficializou o reconhecimento de apenas dois gêneros, masculino e feminino, com o objetivo declarado de restaurar a “verdade biológica”. Anteriormente, o órgão permitia três opções: “M”, “F” ou “X”, sem a necessidade de correspondência com o sexo biológico do solicitante.
Venezuela bancou campanhas no Brasil, diz ex-servidor dos EUA

ESTADOS UNIDOS, 23 de outubro de 2025 – O ex-secretário assistente para o Financiamento do Terrorismo do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, Marshall Billingslea, declarou que o regime de Nicolás Maduro utilizou recursos ilícitos para financiar campanhas de líderes de esquerda na América Latina, incluindo o Brasil. A afirmação foi feita na segunda (21) durante audiência pública do Comitê do Senado americano sobre Controle Internacional de Narcóticos. Billingslea, que atuou no governo do ex-presidente Donald Trump, afirmou que a Venezuela se tornou um centro de articulação regional do socialismo por meio de práticas ilícitas. “O regime que espalhou o socialismo na América Latina é o venezuelano. É o dinheiro sujo e corrupto da Venezuela que financiou a campanha de [Gustavo] Petro [presidente da Colômbia]. Eles canalizaram dinheiro para o México e o Brasil. Com a democracia na Venezuela, acaba o dinheiro para campanhas socialistas na região, receitas de petróleo para Cuba e apoio à Nicarágua”, disse. O ex-funcionário também acusou Caracas de atuar como plataforma operacional para grupos extremistas.