Governo de Flávio Dino vai gastar R$ 140 mil com “flores naturais” em 2021

Flavio Dino

O Diário Oficial do dia 14 de janeiro de 2021 traz a homologação de um pregão presencial, no mínimo, curioso. O documento atesta que o governo de Flávio Dino irá gastar R$ 140.649,05 para adquirir “flores naturais”. A secretaria responsável pelo pedido é a Casa Civil, ligada diretamente ao governador. A empresa responsável pelo pedido será a R.V.N. Serviços e Comércio Ltda. Levando-se em conta valores de mercado, se o dinheiro do pagador de impostos for usado na compra de rosas vermelhas, o governador poderá fazer uma piscina com pétalas de 14 mil rosas. Contudo, Flávio Dino pode ser mais exigente e exigir a compra de orquídeas, uma flor mais nobre. Dessa forma o governador poderá desfilar em um corredor com 1500 flores. A ornamentação também pode ser usada nos bancos da praça Pedro II para ornar encontros de casais apaixonados que acontecem por aquelas bandas. Antes de assumir o governo, Flávio Dino costumava criticar a ex-governadora Roseana Sarney  pela compra de lagostas. Quem diria que 6 anos após prometer “revolucionar o estado” e fracassar desgraçadamente na promessa, o governador termine seu mandato gastando nosso dinheiro comprando flores naturais.

Universidades públicas do Maranhão protegem estupradores e assediadores

Thiago Silva Prazeres

Uma estudante do curso de enfermagem do pólo da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) em Caxias afirma que foi estuprada em 2019. O caso corria em sigilo e foi tornado público apenas neste ano, após a vítima sentir-se injustiçada e denunciar a omissão da reitoria em relação ao caso. A jovem abandonou a universidade e, por muito pouco, não cometeu suicídio. Casos semelhantes aos da estudante são muito mais comuns em universidades públicas do Maranhão do que se imagina. Contudo, eles contam com um aliado inusitado: o sigilo das reitorias que escondem os casos e protegem os supostos estupradores e assediadores. Além, é claro, da falta de cobrança dos ditos “movimentos progressistas” pela transparência na exposição dos casos. Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por exemplo, são incontáveis os registros de denúncias por assédio e estupro abafadas em processos mantidos sob sigilo. O mais recente deles envolve um professor e líder do movimento negro da UFMA. Ele acusado de usar o cargo para manter relações sexuais forçadas com alunas, algumas menores de idade. O caso, como de costume, corre sob “sigilo” e a identidade do suposto assediador também é mantida sob sigilo. Um professor do departamento de economia também é suspeito de ter cometido estupros contra menores de idade antes de ingressar no quadro da UFMA. Progressista que frequentemente se coloca como crítico da “cultura do estupro”, ele foi apontado como autor de diversos casos e é suspeito de continuar os assédios até hoje. O sigilo dos processos administrativos e o silêncio dos movimentos estudantis e sociais em relação aos casos pode ter relação com a falta de exposição dos casos pelas vítimas. Abandonadas pelas instâncias oficiais e pelos movimentos, muitas optam pelo silêncio. Como no caso da estudante de Caxias, que passou anos assistindo aula com o suposto estuprador até decidir abandonar o curso. Não é de hoje que universidades públicas têm servido de esconderijo para assediadores e estupradores. Geralmente eles se camuflam em “movimentos sociais” para poder cometerem seus crimes. Assim como no caso do professor da UFMA ligado ao movimento negro, em 2016 foi preso o pedófilo Thiago Silva Prazeres, estudante de psicologia. A universidade também incentiva atividades que correlacionam a prática abusiva de sexo em suas dependências. No mesmo ano em que Thiago Silva Prazeres foi preso, a UFMA sediou o “I Encontro da Juventude Porra Louca”. Durante o encontro, o jovem Kevin Rodrigues Ribeiro foi morto a facadas. Até hoje a UFMA disponibiliza em seu portal uma reportagem elogiosa sobre o evento que culminou com a morte. Thiago, que era conhecido na UFMA por militar na esquerda, inclusive em movimentos feministas, foi preso com o irmão acusado de pedofilia, extorsão, ameaça e armazenamento de imagem pornográfica de menor. Outro caso emblemático que revela a proteção de universidades a estupradores foi o de Pedro Ícaro de Medeiros. Estudante de filosofia, ele foi acusado de estelionato, agressões e estupro. O caso teve como palco a Universidade Federal do Ceará, mas possui muitas similaridades aos casos no Maranhão: a proteção encontrada por estupradores e assediadores dentro das universidades. A omissão dos movimentos feministas das universidades também chama a atenção. Apesar de saberem da existências destes processos, eles nunca pressionaram as reitorias pela transparência e exposição das denúncias.

Fábio Porchat usa cadáveres do Amazonas para pedir impeachment de Bolsonaro

Porchat

Apesar de todas as notícias que dão conta de que a gravidade da situação no estado do Amazonas foi causada por corrupção e pela incapacidade do governo preparar-se após um ano da pandemia, o humorista Fábio Porchat afirmou que a situação deve ensejar o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Ele usou suas redes sociais para dizer que a situação basta para o presidente da casa, Rodrigo Maia, pautar o impeachment. O humorista não fez, pelo menos até o momento, qualquer menção aos escândalos de corrupção no estado que tem ligação direto com a falta de insumos hospitalares básicos. A crise de falta de oxigênio no Amazonas não foi observada em nenhum outro estado da federação. Além disso, decorrido quase um ano da pandemia e com todas as medidas restritivas tomadas por prefeitos e governadores, fica evidenciado que o estado foi incapaz de cuidar de seus habitantes. A fala de Porchat soa como oportunismo político. Ao culpar Bolsonaro pelas mortes causadas por corrupção e má-gestão no Amazonas, o humorista usa cadáveres para dar vazão a seu desejo pela deposição do presidente.

Após onda de censura, Twitter e Facebook perdem juntos cerca de R$ 250 bilhões

Facebook e Twitter

O Facebook e Twitter desvalorizaram suas ações em $51,2 bilhões (cerca de R$ 250 bilhões) no mercado. Analistas acreditam que as perdas estão ligadas diretamente a onda de censura promovida pelas empresas que chegou ao ápice de atingir o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada. Segundo o Jornal Market Business Insider, o Facebook perdeu US $ 47,6 bilhões em valor e o Twitter caiu US $ 3,5 bilhões. As quedas nas ações da empresa foram acentuadas no decorrer da semana e criaram uma espécie de “efeito manada” afastando os investidores das duas plataformas. “Quando os mercados fecharam na terça-feira, a capitalização de mercado do Facebook estava US $ 47,6 bilhões abaixo do nível de sexta-feira”, explicou o jornal. O presidente Trump declarou que os atos de censura das empresas poderiam ser catastróficos para elas. “Acho que a grande tecnologia está fazendo uma coisa horrível por nosso país e por nosso país. E acredito que será um erro catastrófico para eles”, disse. Visivelmente abalado com as perdas, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, disse que não comemoraria e nem sente orgulho de ter banido a conta de Trump, mas que a decisão foi tomada com base nas “melhores informações que tinham sobre ameaças à segurança física dentro e fora do Twitter. A declaração pode ter sido uma medida para ‘amenizar’ os impactos econômicos que a rede social sofreu.

Coletivo Nós tentou barrar criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência

Coletivo Nos

Logo na primeira sessão da Câmara Municipal de São Luís o vereador Jhonatan Alves Soares (PT), que representa o Coletivo Nós, demonstrou a farsa que levou o movimento ao Legislativo Municipal. O vereador tentou a todo custo impedir a votação que iria criar a Secretaria da Pessoa com Deficiência e a Subprefeitura da Zona Rural. Duas pastas que atendem diretamente as expectativas das minorias que o famigerado grupo diz defender. A estratégia encontrada pelo Coletivo Nós tratava-se de um pedido de vistas que iria adiar a criação da secretaria. Mesmo sabendo que após o prazo para analisar o projeto ele seria aprovado, o vereador insistiu no pedido que iria ter como único resultado o adiamento da criação de uma pasta voltada para a defesa de minorias.   Graças ao presidente da casa, vereador Osmar Filho (PDT), a estratégia covarde do Coletivo Nós de adiar a votação foi contornada e o projeto aprovado pela franca maioria dos vereadores. Durante a sessão causou estranheza, pelos manos aos que não conhecem o modus operanti de grupos extremistas como o Coletivo Nós, a forma ensandecida e completamente autoritária com que Jhonatan Alves tentou fazer valer sua tentativa de impedir a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência e a Subprefeitura da Zona Rural.  O petista argumentou que a secretaria e a subprefeitura deveriam ter seus organogramas, quadro de funcionários, orçamento e objetivos já explicitados no decreto de criação da pasta. Se realmente estivesse disposto a defender os interesses da população, em vez de tentar adiar a criação das pastas poderia ter se colocado na função de fiscalizador e exigir do prefeito o cumprimento dos deveres e funções das novas pastas. Entre atrapalhar e fiscalizar, o Coletivo Nós fez a opção pela baderna e pela oposição canina que já era esperada e foi avisada neste blog.

Dória obrigou Instituto Butantan a divulgar números confusos da CoronaVac

Joao Doria

O governador de São Paulo, João Dória (PSDB), interviu no Instituto Butantan para a divulgação dos números da eficácia da CoronaVac semanas atrás. A informação foi dada pelo jornalista Lauro Jardim, de o Globo. “De acordo com interlocutores que participaram tanto do anúncio de ontem como o da semana passada, quem pressionou para que os dados de 78% e 100% fossem liberados foi João Doria”, disse Jardim. Com uma eficácia testada em algumas milhares de pessoas que agora sabe-se ser 50,38% (0,5% acima do requerido pela OMS para uso emergencial), a vacina teve eficácia anunciada pelo Instituto Butantan dias atrás de 78%, para casos moderados da doença, a 100% para casos graves. O colunista ainda afirmou que a divulgação dos dados reais serviu como uma espécie de “anticlímax” no plano de Dória para politizar a vacina. Ainda segundo o colunista, Dória “estava incomodado com as críticas relativas aos vários adiamentos na divulgação desses dados, prometidos pelo governo paulista inicialmente para dezembro. E determinou que se divulgassem os dados que estavam consolidados até aquele momento”. COMENTÁRIO DO LINHARES: Jair Bolsonaro é constantemente acusado de interferir em insituições como Anvisa e Polícia Federal sem que nenhum fato seja mostrado. Inclusive é vítima de inquérito sobre isso. Resta saber se essa história de João Dória usando o Insituto Butantan para fazer política irá passar batida.

Flávio Dino tem surto psicótico e elogia economia de país quebrado

cropped Flavio Dino

No ano passado a Argentina perdeu cerca de 12,9% do seu PIB. Em termos comparativos, no Brasil a perda não chegou a 5%. Os números da Argentina representam a maior queda entre todos os países da América do Sul. Antes mesmo da crise provocada pela Covid-19, o país já enfrentava dois anos seguidos de recessão. Ainda em 2020 entreram em moratória técnica e tiveram que renegociar uma dívida de 300 bilhões de dólares com credores. Sob a gestão de Alberto Fernández, a inflação alcançou 35% no acumulado, um caos. O desemprego no país também avança ano após ano. A Dívida Pública do governo argentino chegou a 90% do PIB. Cerca de 40% da população do país foi jogada na pobreza pela crise econômica. A lista das empresas multinacionais que abandonam a Argentina aumenta a cada mês. Já compõe a lista Latam, Qatar Airways, Emirates, Air New Zealand, Pierre Fabre, Saint Gobain Sekurit, Basf, Axalta, Gerrescheimer e Nike. Não é preciso ser especialista em economia ou experiente no uso do Google para perceber que a Argentina é um país quebrado e que não deveria ser exemplo para absolutamente ninguém em estado mental saudável. Excluindo-se, obviamengte, os loucos. Apesar da realidade espancar o juízo de qualquer declaração contrária, o governador do Maranhão “elogiou” a atuação do governo Argentino na economia. Tudo por conta de um investimento pífio anunciado pela Ford na Argentina divulgado pelo presidente argentino comunista, Alberto Fernández. O mercado é imprescindível. E esse Tweet lembra que os governos também são. Ter ou não ter governo faz uma enorme diferença. https://t.co/cTZo5ons2b — Flávio Dino (@FlavioDino) January 12, 2021 Está louco…

Governo Dino mente, queima fogos com barulho e ainda divulga nas redes

cropped cropped Flavio Dino Coronavirus

O governo de Flávio Dino (PCdoB) iniciou 2021 com um espetáculo de desrespeito a idosos, pessoas com deficiências, enfermos, crianças e animais. Após a Secap (Secretaria de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos) excluir do Instagram uma publicação com comentários negativos ao anúncio de queima de fogos durante o Réveillon, e do secretário estadual de Cultura, Anderson Lindoso (foto, com Dino), garantir à imprensa que não questiona que os fogos seriam de “menos barulho”, a gestão comunista não apenas estourou dezenas de fogos de artifício com barulho, e alto, como ainda divulgou nas redes sociais. No Twitter, a usuária Poliana Gatinho, mãe de um menor com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo), lamentou o descaso. Ela compartilhou um vídeo em que a criança, devido à hipersensibilidade auditiva, aparece em crise. “A Lei Anti-fogos precisa acabar com esse sofrimento do meu João e de milhares de autistas Maranhenses. SOCORRO PODER PÚBLICO, SOCORRO SOCIEDADE”, publicou, marcando no tuite o governador Flávio Dino, o secretário Anderson Lindoso, diversas outras autoridades e profissionais de imprensa –inclusive este signatário, pai de uma criança autista também afetada com a falta de valores dos integrantes do Governo do Maranhão envolvidos com as festas de Réveillon.

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