Na surdina, Flávio Dino corta R$ 100 MILHÕES da Educação no Maranhão

Documentos oficiais do Governo do Estado do Maranhão tornados públicos pelo deputado estadual César Pires (PV) revelam que o governador do Maranhão, Flávio Dino, ordenou o corte de cerca de R$ 100 milhões de reais da educação no estado. Os recursos, que serão utilizados para “obras”, foram retirados de instituições que promovem o Ensino Superior no Estado. “Primeiro foram retirados cerca de R$ 30 milhões da Uema e da UemaSul, em maio. Agora, no dia 2 de junho, foram mais R$ 74 milhões transferidos do orçamento da Uema para a Sinfra (Secretaria de Infraestrutura). Ou a universidade tinha dinheiro em excesso e não está sabendo aplicar seus recursos, ou o governador não dá a menor importância à qualidade do ensino superior no Maranhão”, ressaltou César Pires. Os saques começaram com os decretos 36.708 (publicado dia 12 de maio) e 36.757 (publicado no dia 25 de maio). O primeiro retirou R$ 2 milhões da UemaSul para a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra). O segundo retirou outros R$ 27.579.727,00 das duas universidades – R$ 13.829.727,00 da UEMA e R$ 13.750.000,00 da UemaSul – também para aumentar o orçamento da Sinfra. Pelo Decreto 36.772, publicado no Diário Oficial do Estado do dia 2 deste mês de junho, o governador determinou que fossem retirados R$ 74.373.793,00 do orçamento da Uema. Os recursos retirados da educação agora serão usados em ações da Sinfra para “melhoramento de logradouros públicos, pavimentação de vias urbanas e rodovias” (o famigerado asfalto sonrisal em véspera de eleição). “O que me espanta é o silêncio do diretório acadêmico e das associações de professores e de servidores da Uema. Muito lutaram pela qualidade do ensino naquela universidade, e tenho orgulho de fazer parte dessa história. Eu não me calarei, e espero que a comunidade uemiana rompa o silêncio, já que muitos professores e servidores acreditaram que o governador iria valorizar aquela instituição. Se hoje retiram mais de R$ 100 milhões, amanhã vão tirar muito mais do ensino superior no Maranhão. Isso não podemos aceitar”, finalizou César Pires.
Descoberta inédita em São José de Ribamar liga Covid-19 ao consumo de álcool

O médico e prefeito de São José de Ribamar, Dr Julinho, baixou decreto em que está proibido o consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes, conveniências e estabelecimentos comerciais, inclusive, nas praias que pertencem ao município, pelos próximos 15 dias. Quem desrespeitar a ordem do prefeito e for flagrado consumindo bebida alcoólica em lugar público, poderá pagar multa que varie entre R$ 500,00 e R$ 2.000,00 por cada cerveja. Com o decreto, o prefeito espera diminuir a proliferação da pandemia na cidade. O decreto também reduz a capacidade de bares, barracas, lanchonetes e/ou similares ao limite máximo de 10 mesas, sendo 4 pessoas por mesa. O funcionamento deve ser restrito das 9h até às 16h. Academias também só funcionarão com 50% da capacidade, no horário de 6h às 18h.
Senador Weverton usa miséria na pandemia como propaganda

O senador maranhense Weverton Rocha (PDT) realizou no fim de semana a distribuição de cestas básicas em algumas localidades da capital. A iniciativa foi divulgada nas redes sociais e chamou a atenção por uma foto em especial. Nela o senador aparece entregando uma cesta a uma senhora. O momento foi registrado por CINCO fotógrafos diferentes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Weverton (@wevertonsenador) Agora preocupado com a situação de miséria causada pela pandemia, Weverton Rocha é um ferrenho defensor das práticas de isolamento e lockdown que lançaram o país na miséria. Paralelamente ao defender medidas que aumentam a miséria, o senador entrega cestas básicas aos mais necessitados. Negócio da China.
Líder militante pró-aborto morre durante procedimento abortivo na Argentina

A argentina Maria de Valle Gonzalez Lopez, uma das líderes do movimento radical pró-aborto que legalizou a prática no país, morreu durante um procedimento legal abortivo em um hospital no país. Maria de Valle chegou a falar que sua operação de aborto era um “sonho” antes de vir a óbito. Maria tinha apenas 23 anos e era a líder da Juventude Radical de La Paz, na província de Mendoza. Sua morte gerou um acirrado debate sobre o aborto na Argentina e encerrou as notícias falsas de que o aborto é medida de “saúde pública”. Durante a campanha de legalização do aborto no país, foi passada a notícia falsa por movimentos esquerdistas de que legalizar o aborto iria torna-lo não-letal. Em 11 de abril Maria de Valle Gonzalez Lopez passou por um procedimento de aborto legal em um hospital argentino. A operação acabou sendo fatal e ela veio a óbito. A tragédia da ativista pró-aborto foi um choque para o público. Ela foi a primeira vítima de práticas abortistas após a aprovação do controverso projeto de lei pró-aborto do país aprovado em 30 de dezembro de 2020. O Dr. Luis Durand, um cirurgião argentino que tentou impedir a legalização da prática no país, disse aos jornalistas que “embora alguns acreditem que a morte da jovem possa ter ocorrido devido a alguma má conduta, na realidade o aborto não é uma prática médica segura. A morte da criança é sempre brutal. É queimado através da injeção de substâncias no útero, ou removido por meio de desmembramento, ou é submetido a espasmos uterinos extremos que o asfixiam”. Durand acrescentou que uma infecção ou sepse pode aparecer em mulheres que tomam o medicamento Misoprostol quando os médicos não conseguem fazer a extração completa da criança e seus restos permanecem no útero da mulher. “É por isso que é falsa premissa acreditar que tal procedimento é realmente seguro”, disse. A líder argentina pró-vida Guadalupe Batallan denunciou o duplo padrão na cobertura do caso em suas redes sociais. “Se Maria tivesse morrido como resultado de um aborto realizado no movimento clandestino do aborto, as feministas teriam arrasado a cidade. Mas desde que Maria morreu como resultado de um aborto legal, sua morte foi apagada”.
Ex-membro do PSTU ataca funcionária da Caema e é acusado de machismo

O ex-candidato a prefeito de São Luís, Marcos Silva, foi acusado formalmente no Sindicato dos Urbanitários do Maranhão por promover machismo e assédio moral no ambiente de trabalho. Segundo a denúncia, Silva teria menosprezado a atuação de mulheres na Companhia e Águas e Abastecimento do Maranhão (Caema). A denúncia foi feita por Maria Edna Portela, funcionária da Caema, e aceita por Hildenê da Silva Martins, secretária do sindicato. Em ofício, Hildenê acatou as denúncias de Maria Edna e solidarizou-se com os ataques proferidos por Silva. Conhecido regionalmente pelo bordão “Só a Luta Muda a Vida”, Marcos Silva tentou a carreira política várias vezes, fracassando em todas elas. Após a chegada de Flávio Dino ao poder, Silva ascendeu na hierarquia da Caema e se tornou um defensor ferrenho do governo. Antes disso, Silva era crítico do PCdoB, partido que é filiado hoje. Inclusive, na referida denúncia, Silva acusa Maria Edna de ter crescido na empresa pela “atuação de anjos”. As falas contrastam com a atuação de Marcos Silva, que sempre se colocou como defensor de minorias e dos direitos da mulher. É apenas mais um caso de safado esquerdista cínico que usa bandeiras que não acredita ára tentar enquadrar os outros.
Eliziane vai as redes sociais defender golpe contra Bolsonaro

A senadora maranhense Eliziane Gama (Solidariedade) saiu da toca e defendeu abertamente a deposição de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Embriagada pelo ódio contra o presidente, nos últimos dias a senadora tem publicado uma série de mensagens desconexas que têm como ponto de ligação apenas o desejo de desgastar o governo. Eliziane Gama, que silenciou contra as medidas ditatórias tomadas por governadores que estão cerceando a liberdade da população, afirma que medidas mais duras tomadas pelo presidente são “negacionismo” e que devem ser enfrentadas com a Constituição. A verdadeira intenção por trás da publicação é a deposição do presidente da República. Ao ameaçar o país c/estado de sítio, medida q/só é válida com a aprovação do Congresso Nacional, o PR mostra q/ não haverá mudança de rumos no negacionismo q/ já vitimou tantos brasileiros. É hora de usarmos a CF e as instituições p/frearmos tantos abusos. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 Antes de propor o golpe contra Bolsonaro, a senadora chegou a debochar do presidente em suas redes sociais ao tomar conhecimento de que o presidente pretendia convocar o Legislativo e o Judiciário para restabelecer a ordem no país. Atabalhoada e completamente embriagada pelo comunismo, a senadora afirmou que procurar os outros poderes é algo diferente de “trabalhar” com a sociedade. Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para “restabelecer a ordem no Brasil”. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 As publicações da senadora Eliziane Gama a colocam no grupo de parlamentares liderados por Rodrigo Maia que estão dispostos a sabotar o país para desgastar o atual governo.
Professor da UFMA prega discurso de ódio nas redes sociais

O professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Buhaten, teve um surto colérico nas redes sociais e afirmou que “a existência” das pessoas que discordam dele é uma barreira para o país. O surto do “professor” aconteceu após o titular do blog levantar a discussão sobre a revolta de uma empresária de restaurante da capital demonstrar contra as carreatas do último dia 14 de março em São Luís. Disse: “O que será que passa na cabeça das pessoas para se juntarem na rua pedindo liberdade para ir e vir?”. E prosseguiu: “Eles vão pra rua pedir morte? É isso que entendi? Eles querem cadáveres pelas calçadas?”. A íntegra da publicação pode ser acessada aqui. O discurso de ódio aconteceu após o seguinte comentário: “Sabe o que é loucura? Pessoas pedindo o direito de ir e vir revoltam mais do que um ladrão que roubou bilhões. O Brasil não tem a mínima chance de dar certo”. De forma abrupta e completamente transloucada, o “professor” Alexandre Buhaten afirmou que o Brasil não dá certo por pessoas, como eu, existirem. E prosseguiu com agressões completamente desconexas de qualquer tipo de argumento. Ao ser confrontado por sua reação destemperada e com o fato de que uma pessoa pode ter medo da pandemia e, ao mesmo tempo, não desprezar o fato do ex-presidente Lula ser um ladrão, Alexandre apenas debochou. É claro que a situação não irá acarretar nenhum constrangimento a Alexandre. Afinal de contas, ele faz parte da patota que tem o direito de pregar contra a existência alheia. Faz parte do bonde que pode monopolizar o ódio. Já eu, se tivesse respondido no mesmo tom… Coisas da vida.
Documento contra Alexandre de Moraes atinge 2 milhões de assinaturas

O comentarista político Caio Coppolla criou ontem (15) um abaixo-assinado virtual para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Menos de um dia após a criação da peça, o documento já contava com a adesão de mais de 2 milhões de brasileiros. O abaixo-assinado pede apuração de “robusta denúncia por crimes de responsabilidade praticados por esse ministro do STF [Alexandre de Moraes], protocolada pelo senador Jorge Kajuru [Cidadania-GO]”. O documento também requer a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Tribunais Superiores, popularmente conhecida como “CPI da Lava Toga”, para investigar condutas, desvios operacionais e violações éticas por parte de membros do Judiciário. A petição, que pode ser acessada neste link.