Poluidor de praias, Flávio Dino defende meio ambiente em conferência

O despejo de milhões de litros de esgotos nas praias de São Luís aparentemente credenciou o governador Flávio Dino a falar sobre meio ambiente. O comunista participou nesta semana do GLF Amazônia (Global Landscapes Forum). A conferência internacional reuniu cientistas, políticos, jornalistas, ativistas e líderes de grupos afrodescendentes e indígenas, entre outros, para debater soluções de preservação da floresta amazônica. Desde que assumiu o governo do estado, Flávio Dino tem tentado passar a ideia de ser um defensor do meio ambiente. Ao mesmo tempo, seu governo fracassou em absolutamente todos os setores ligados ao debate. Entre os casos mais grotescos, está o despejo de esgotos nas praias de São Luís de forma indiscriminada pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (CAEMA). A empresa é controlada pelo governo do estado. Além disso, Flávio Dino também ordenou desmatamento de uma grande área de reserva ambiental em São Luís para a construção de um parque. No governo do comunista também avançaram as queimadas no estado. No início do seu primeiro mandato, governador também autorizou o uso da força policial na expulsão de uma comunidade quilombola no Cajueiro, área nas proximidades do Porto do Itaqui. Além do desastre humanitário, a ação também abriu as portas para que o lugar abrigasse mais empresas poluidoras. O governador participou da plenária “Como construir um modelo de desenvolvimento endógeno?”, mediada pela jornalista Miriam Leitão. Mesmo sendo mandatário de um governo que não liga para o meio ambiente, Flávio Dino conseguiu ludibriar os demais participantes com seu discurso desconexo da realidade. “Nós precisamos de um modelo de economia verde que garanta que os 30 milhões de brasileiros e brasileiras que moram na Amazônia tenham seus direitos sociais atendidos. Então, nós partimos da visão segundo a qual não existe sustentabilidade ambiental sem sustentabilidade social e vice-versa”, mentiu Flávio Dino.
Zé de Abreu xinga Tabata Amaral de canalha!
Conhecido por agredir mulheres com cusparadas e xingamentos, o ator José de Abreu usou as redes sociais para atacar a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Abreu não aceitou uma declaração da parlamentar de que era preciso construir uma alternativa “que fure a polarização entre Lula e Bolsonaro”. No Twitter, Abreu compartilhou a entrevista, e disse: “canalha!”. A declaração da parlamentar foi feita após questionamentos quanto as manifestações convocadas pelos grupos MBL, Vem Pra Rua e Livres contra Bolsonaro. “Na última manifestação, foi a primeira vez que vi pessoas da comunidade dizendo que queriam ir para a rua se manifestar contra Bolsonaro. As pessoas estão vendo o desemprego, a inflação e os crimes do presidente. O impeachment [de Bolsonaro] está em pauta. […] Precisa furar a bolha da esquerda e da direita. Precisa chegar ao povo”, disse defendeu Tabata.
Cerca de 50 pessoas participaram de atos contra Bolsonaro no Maranhão

Cerca de 30 pessoas integraram os protestos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro na manhã deste domingo em São Luís. Com bandeiras e usando camisas brancas, o grupo se concentrou na Praça do Pescador, na Avenida Litorânea. O encontro se alastrou por toda a manhã de domingo. Com base nas últimas pesquisas de opinião que mostram o presidente em queda de popularidade, os organizadores esperavam uma participação maior no ato. A manifestação foi organizada nacionalmente por uma coalisão de partidos, entre eles o NOVO, PCdoB, PT e PSOL. Não foram registradas manifestações em outras cidades do Maranhão. A foto da baixa adesão viralizou nas redes sociais e virou motivo de piada entre apoiadores de Jair Bolsonaro. Um novo ato contra o presidente deve ser convocado para as próximas semanas.
Homem é denunciado após criticar Alexandre de Moraes em mesa de bar

Um homem que criticava o ministro Alexandre de Moraes em um bar de São Paulo foi levado a uma delegacia para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. O homem falava com amigos, reservadamente, em uma das mesas do estabelecimento. Seguranças do ministro do Supremo Tribunal Federal ouviram as críticas, acionaram a Polícia Militar e o homem foi conduzido ao distrito policial onde foi lavrado boletim de ocorrência. Detalhe: Moraes não estava no lugar. O bar fica localizado no Clube Pinheiros e a “ocorrência” aconteceu na madrugada da sexta-feira, 03. Segundo o boletim de ocorrência, quatro pessoas xingaram o ministro de “advogado do PCC”, “filho da puta”, “careca ladrão”, além de “vamos fechar o STF”. Acuado pela ação truculenta, o homem negou que tivesse xingado o ministro enquanto assistia a um jogo de futebol. Único conduzido, ele confirmou que outras pessoas xingaram o ministro.
Onda de mentiras contra a Havan
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UOL é condenado por divulgar fake news contra Luciano Hang

O UOL foi condenado por divulgar fake news contra o empresário Luciano Hang. A decisão foi tomada pela desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que determinou ao site publicação de direito de reposta em até 48 horas. Em junho deste ano o jornalista Lucas Valença, do ‘UOL’, publicou matéria em que acusava a Agência Brasileira de Inteligência de ter produzido um relatório sobre Hang. A ABIN emitiu nota oficial esclarecendo não ser a autora do suposto relatório. Em sua decisão, a desembargadora tomou como base as informações anexadas ao processo pela defesa do empresário, tais como a consulta formal feita à ABIN e também o relatório apresentado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, que apontou diversas inconsistências no documento utilizado como suposta fonte. De acordo com escritório Leal & Varasquim, que faz a defesa de Luciano Hang, “ficou provado mais uma vez que a matéria era fake news, cujo único objetivo era manchar a imagem do empresário”. O prazo de 48 horas para divulgação do direito de reposta termina nesta sexta-feira (20).
População cubana começa a reagir contra polícia da ditadura
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Miséria, pandemia e ditadura detonam rebelião em Cuba

O povo resolveu dizer “não” para a ditadura cubana neste domingo. Após a falência do sistema de saúde do país, a destruição da já debilitada economia por lockdowns severos e a falta de comida, milhares de pessoas saíram às ruas de várias cidades cubanas para pedir o fim do regime de extrema esquerda. O primeiro-secretário do Partido Comunista do país, Miguel Díaz-Canel, convocou tropas e milícias para reprimir os protestos. “Estamos convocando todos os revolucionários, todos os comunistas, a irem às ruas onde existirem esforços para produzir essas provocações”, anunciou. Além da repressão com violência física, o governo também cortou os sinais de internet e telefone do país. Apesar da tentativa de impedir a circulação de informações, registros de prisões, espancamentos e detenção de jornalistas já foram divulgados. Cuba vive uma ditadura sanguinária que já exterminou mais de 100 mil pessoas ao longo dos últimos 70 anos. A violência do regime é tão volumosa que, mesmo com as constantes de tentativas de fuga do país, esse tipo de protesto é raro.