Anitta afirma que não usa polêmicas de cunha sexual para ficar famosa

Anitta Sexo

Uma declaração da artista brasileira à revista norte-americana Nylon tem causado por polêmica. A expressão “no Brasil, todo mundo quer se divertir e transar” estampou a capa da revista Nylon teve ampla repercussão e forçou cantora a afirma que não usaria este tipo de polêmica pela fama. A revista deve ser distribuída no festival Coachella, que começa no dia 15 de abril, nos EUA. A íntegra da declaração é a seguinte: “Nos Estados Unidos, as pessoas só querem parecer descoladas. No Brasil, todo mundo quer se divertir e transar. Eu quero trazer essa energia para cá”. O vazamento da capa da revista revoltou brasileiros que se sentiram ofendidos pelo frase da funkeira. Anitta, que poucos meses atrás compartilhou um vídeo íntimo em que faz uma tatuagem anal e tem a carreira marcada por escândalos sexuais, negou a autoria da frase. “Esse tipo de polêmica aí eu não usaria jamais, nem se fosse pra ficar mais famosa que o papa. Isso é um desrespeito do c****** com MUITA gente e muita coisa na vida!”, disse.

Greve pode paralisar funcionamento do PIX em todo o Brasil

Minha Imag Princ BRANCA

O sindicato dos servidores do Banco Central (BC) ameaça entrar em greve e interromper, total ou parcialmente, o sistema de pagamento Pix. Os revoltosos tentam pressionar o Governo Federal a conceder aumento salarial. A ameaça foi feita em nota pelo Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). O grupo programou o início da greve por tempo indeterminado a partir de 1° de abril. “A greve poderá interromper, total ou parcialmente, o Pix, a distribuição de moedas e cédulas, a divulgação do boletim Focus e de diversas Taxas, o funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a mesa de operações do Demab e outras atividades”, disse em nota o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). A ameaça tem como objetivo inserir os servidores do Banco Central na Medida Provisória que pretende conceder aumento a agentes da Polícia Federal. Nos últimos meses esse tipo de chantagem tem se tornado comum entre algumas categorias do Governo Federal. Durante a pandemia a categoria de servidores públicos foi a única no Brasil que teve a manutenção se seus salários sem nenhuma perda ou ameaça de demissão. Muitos profissionais foram, inclusive, dispensados do trabalho.

Presidente do Sindicato dos Rodoviários é agredido por empresário

png

Nesta quarta,  Marcelo Brito, presidente do Sindicato do Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema), participou da greve dos trabalhadores da empresa de transportes Rodolipe. Durante a manifestação, Marcelo foi agredido pelo proprietário da empresa.  A assessoria de comunicação do Sindicato dos Rodoviários informou que desde as primeiras horas desta quarta (30), os trabalhadores da  Rodolipe, que atua no setor de transporte de cargas, decidiram deflgar uma greve.  Durante a ação em frente à empresa, Marcelo Brito foi agredido com um soco no rosto pelo dono da Rodolipe. Assessoria noticiou ainda que Marcelo Brito permaneceu no local junto com os trabalhadores para prestar  esclarecimentos sobre o movimento e a agressão que sofreu,  por reivindicar garantias dos trabalhadores Rodoviários.

Para conter protestos, seguranças de Dino agridem cidadãos no MA

Flavio Dino

Nos últimos meses no Maranhão, o governo de Flávio de Dino é alvo de grandes protestos em diversas regiões do Estado. Nessa segunda (28), o chefe do Palácio do Leões visitou a cidade de Porto Franco, distante 730 km de São Luís. Durante passeata pelo município -, Dino foi o foco dos protestos pacíficos de moradores da região. Para conter à ação de manifestação, seguranças do mandatário maranhense agrediram à população. Em vídeo que viralizou nas redes sociais, um homem, que não foi identificado, mostra o momento da passagem de Flávio por Porto Franco. Com gritos, ele protesta contra o governo, mas é interrompido por seguranças do chefe do Palácio dos Leões que roubam o aparelho de vídeo do indivíduo. Cidadãos de Porto Franco gravaram à ação violenta dos subordinados de Dino e mostraram o cidadão, que não mostrava resistência, sendo agredido. Nas imagens é possível ouvir uma mulher questionando à violência dos seguranças. “Abuso de autoridade”, diz ela. A agressão contra à população é a forma que o governo de Flávio Dino encontrou para tentar conter atos de manifestação, que estão acontecendo, praticamente, em todas as regiões do Maranhão. Somente nos três meses deste ano, foram registrados protestos na capital, São Luís, Santa Inês, Bacabal, Barra do Corda, Formosa de Serra Negra, e Porto Franco. Nessa semana, Indígenas da Aldeia Escalvado do município de Fernando Falcão, em Barra do Corda, manifestaram contra o governo Dino. Com faixas, cartazes, os índios foram até o prédio da Unidade Regional de Educação cobrar a promessa da construção de uma escola na Aldeia Escalvado, que não foi realizada pela gestão de Flávio Dino. Também neste mês, com faixas e cartazes, professores do Estado foram até o Palácio dos Leões, sede governo do Maranhão. Em busca de melhores condições de trabalho, os educadores afirmaram Dino ignorou a definição do governo federal e não aderiu ao novo piso salarial, que reajusta em 33,24% o salário dos professores. Já em Formosa de Serra Negra, o governador Flávio Dino e o vice, Carlos Brandão (PSDB) acabaram não participando de um evento que seria realizado no município de Formosa por causa de protesto dos professores e de moradores do município.

Justiça condena Psol por discriminar mulheres em eleições

Minha Imag Princ BRANCA

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenou o Psol a devolver mais de R$ 100 mil aos cofres públicos do Fundo Partidário. O partido que sempre levanta a bandeira do empoderamento feminino e da participação da mulher na política, não aplicou o mínimo de 5% da verba para “a criação ou manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres” nas eleições. As contas do diretório paulista do partido foram desaprovadas de forma unânime. “No entendimento do relator, a agremiação utilizou de forma irregular recursos do Fundo Partidário e deverá recolher o valor de cerca de R$ 120 mil ao Tesouro Nacional”, escreveu o TRE-SP, em nota. “Além dessa penalidade, o Psol deve aplicar o porcentual mínimo de 5% dos recursos recebidos do fundo partidário no ano de 2016 na criação ou manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres, o que não ocorreu em 2016”. No ano em questão, o diretório paulista recebeu R$ 1,3 milhão.

Venezuela anuncia vacina obrigatória a cada quatro meses

Copia de Copia de Imagem Principal BRANCA

Os venezuelanos terão que receber doses de reforço da vacina contra o coronavírus a cada quatro meses, anunciou o presidente Nicolás Maduro. O anúncio de Maduro aconteceu durante um pronunciamento à nação em rede aberta de televisão, na última terça (15), justamente para fazer um balanço do combate ao coronavírus no país. “A partir de agora e até novo aviso, até que se descubram medicamentos que curem o coronavírus como mais uma gripe, ou até que chegue o momento que se produza uma vacina que dê ao corpo imunidade total por muito tempo, vamos ter de aplicar vacinação de reforço de quatro em quatro meses”, declarou o presidente venezuelano.-Publicidade- “Toda a população deve submeter-se à vacinação de reforço para que possamos continuar a controlar o coronavírus e continuar com as nossas atividades sociais e econômicas”, acrescentou Maduro. Segundo dados divulgados pelas autoridades venezuelanas, o país contava, até a última terça-feira, com 518.750 casos de covid-19. Ao todo, 5.661 mortes associadas ao novo coronavírus foram registradas na Venezuela desde o início da pandemia.

Um Brasil paralisado

Copia de Imagem Principal BRANCA

É proibido tocar no potássio brasileiro, um produto essencial para os interesses do país; a agropecuária tem de comprar na Rússia, no Canadá ou onde encontrar, ao preço que encontrar.

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.