O fio de esperança: a hipocrisia da esquerda

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Resolvi analisar uma postagem de Lula, feita no Twitter, na tentativa de entender o que ele pensa de nós. Quem e como ele imagina que sejamos. Dividi o texto postado por ele em três frases, para que a compreensão se torne mais fácil, sem dar margens para muitas dúvidas. Vejamos: “Eu quero ser presidente de um movimento pelo restabelecimento da democracia”. Em primeiro lugar a democracia brasileira nunca esteve tão forte, pois ela tem aguentado ataques vindos de todos os lados e não dá demonstração alguma de enfraquecimento! Ela tem sido atacada por quem deveria proteger a lei que a instituiu; é atacada pelo destempero de quem deveria administrar as ações que acontecessem por causa dela; é atacada pelo desleixo daqueles que deveriam trabalhar para aprimorá-la; é atacada pelos que deveriam noticiar a verdade sobre os acontecimentos gerados por sua existência; e por fim, inacreditavelmente, é atacada por aqueles que deveriam ser seus beneficiários. Nesta frase, o autor tenta incutir na cabeça do leitor desavisado, a necessidade de termos um salvador, um messias, alguém que venha nos salvar de alguma coisa que ele diz que existe, mas que todos sabem que não é real. Em segundo lugar, se alguém atenta contra a democracia, são aqueles que descumprem as leis estabelecidas, a lei civil, a lei penal, a lei constitucional, como tem sido comprovado recorrentemente, como é o caso do autor da frase e de seus asseclas. Tudo bem que hipocrisia e mentira não são crimes tipificados em nossos códigos, pois se fossem, quase todos seriam criminosos. “Que a gente possa colocar no coração de cada um de nós a indignação contra a miséria, a pobreza e o desalento que está caindo hoje nesse país”. Ora!… Nosso país foi governado durante 24 anos por partidos de ideologia esquerdista, dezesseis dos quais pelo PT, partido do autor desta frase. A pergunta que precisa ser feita, é por que nos 16 anos que eles estiveram no poder, e seu poder foi imenso naquela ocasião, eles não acabaram ou pelo menos minimizaram “a miséria, a pobreza e o desalento” do povo deste país? Como é que “a miséria, a pobreza e o desalento” de agora podem ter surgido repentinamente, se ela já não existisse desde antes? Existem várias respostas para essa pergunta. A primeira é que esse tipo de pessoa, e principalmente de político, só consegue manter o poder se houver miséria, pobreza e desalento, pois a ideologia deles é quase uma religião. Eles vendem esperança, a eterna esperança, aquela mesma que para existir, precisa que a realização do objetivo aventado, jamais se realize. Como alcançar o objeto da esperança é muito difícil, o tempo inteiro o indivíduo fica cativo desse tipo asqueroso de político, que lhe oferece um fio de esperança, dando-lhe pequenas porções de alento, para causar-lhe uma leve sensação de conquista, que logo se apaga, necessitando de mais injeção de esperança e assim sucessiva e eternamente. Uma verdadeira escravização. Se não houvesse miséria, pobreza e desalento, e existisse em contrapartida, abundância, riqueza e conforto, não precisaríamos de grandes disputas políticas e todos poderíamos ser “socialistas”, pois todos seriam minimamente desiguais, e se isso acontecesse, não precisaríamos de políticos para nos prometer redenção e nos iludir com esperanças fugazes e falsas. A imagem que me vem à mente quando leio, vejo ou ouço essas pessoas, me remete às revistinhas em quadrinhos de minha infância, onde um cocheiro segura uma vara de pescar com uma cenoura pendurada na ponta, colocada à frente de um animal que arrasta a carroça, fazendo com que o pobre coitado trabalhe na esperança de pegar o alimento. Ora, se é verdade que o objetivo dessa gente é acabar com a desigualdade, a injustiça, a dificuldade, se eles realmente acabarem com essas mazelas, qual poder eles vão almejar? Entender isso é indispensável para a compreensão do contexto político, o nosso e o de todos. Esse tipo de gente, essa esquerda, busca uma coisa que não deseja realmente encontrar, até porque se o fizerem, destroem-se a si mesmos! Em muitos aspectos a esquerda brasileira é diferente de esquerdas de países como Estados Unidos e Dinamarca, por exemplo, que conseguem se manter numa linha mínima de ação, com coerência e lógica, e veja que ao dizer isso, não estou generalizando. Mesmo que eu discorde e me oponha a eles, existem esquerdistas, socialistas e até comunistas que não são mal-intencionados, que não são criminosos, que não são canalhas. Na frase final da postagem, o autor diz: “Vamos juntos pelo Brasil. Bom dia!” Em minha modesta opinião, Lula foi um bom governante em seu primeiro ano de governo, entre 2003 e 2004, enquanto estava fascinado com o efetivo poder. Nos anos seguintes, rendeu-se ao lado negro da força e enveredou por um caminho onde a manutenção do poder era a única coisa que interessava a ele e aos seus comparsas, e não ao povo brasileiro e ao Brasil. PS: Antes que algum palhaço venha reclamar, quando digo “lado negro da força” faço uma referência a Star Wars, de George Lucas. Minha frase nada tem de preconceituosa. Quem desejar, pode substituir a expressão usada por Lucas por outra, como “obscuro”.

Mulher é assassinada com foice em acampamento do MST

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Uma mulher de 41 anos foi morta com golpes de foice na tarde dessa quinta (23 junho) em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher vivia no assentamento Zequinha Nunes desde 2020 e morava com o companheiro no local há um ano. Testemunhas disseram que os dois discutiram à tarde e que as brigas entre o casal eram constantes. Durante o último conflito, o homem teria pegado uma foice e golpeada a companheira. O homem de 42 anos teria fugido para uma mata que fica atrás do acampamento.A arma usada no crime foi deixada na porta da casa da vítima. A mulher chegou a ser socorrida na Upa de São Joaquim de Bicas mas não resistiu, ela foi atingida nas costas. Vizinhos disseram que ficaram com medo de intervir na discussão e na briga do casal.O suspeito não foi localizado e ninguém foi preso. A Polícia Civil investiga o caso.

BNDES amplia investimento em saúde no Norte e Nordeste

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O  BNDES vai ampliar sua atuação no setor de saúde. Na pandemia, o banco já havia lançado, em conjunto com a iniciativa privada, o matchfunding Salvando Vidas, no qual cada R$ 1 doado por empresas tem como contrapartida R$ 1 do banco. O objetivo era levantar recursos para a linha de frente do combate à Covid-19. Foram levantados, no total, R$ 150 milhões com a adesão de 70 companhias ao projeto. Desta vez, o foco é a assistência à saúde básica nas regiões Norte e Nordeste, áreas onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem fraco desempenho eleitoral . O banco vai lançar nos próximos dias o edital para a contratação de um gestor para o matchfunding, batizado de Juntos pela Saúde. Ele deve movimentar até R$ 200 milhões, dos quais R$ 100 milhões viriam do banco e o restante do setor privado. A Vale tem a intenção de participar com até R$ 35 milhões, outra empresa vai doar R$ 9 milhões. Há ainda duas interessadas, com valor a definir, sendo que uma delas é a Bayer. Segundo Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, o banco intensificou sua atuação no setor durante a pandemia e agora dá um novo passo: “Traçamos três prioridades: aumentar o acesso nos vazios assistenciais, pois o acesso à saúde no Brasil não é uniforme, melhorar a qualidade do serviço, fortalecendo instituições que dão acesso público, e fortalecer a indústria de equipamentos.” A escolha pelo foco regional não é à toa. A proporção de médicos para cada mil habitantes no país é de 2,2. Na Amazônia Legal, ela cai para 1,1. A distância média que o brasileiro percorre para contar com serviços de hemodiálise, por exemplo, é de 43 quilômetros. Na região, ela sobe para 134 quilômetros. O diretor cita ainda indicadores como esperança de vida menor, mortalidade infantil e doenças ligadas à falta de saneamento. Ele destaca que há falta de geladeiras, de internet e de profissionais nas unidades. E que muitos pacientes viajam centenas de quilômetros para realizar exames como mamografia ou ultrassonografia. Hospitais no interior Os beneficiados serão unidades públicas de saúde e entidades filantrópicas. A ideia é equipar unidades fixas ou móveis e oferecer serviços de telemedicina. Diante do desafio logístico, a avaliação é que, em algumas localidades, faz sentido contar com unidade fluvial. Para garantir infraestrutura a estas soluções, o banco tem conversado com empresas de energia e telecomunicações. Elas poderiam atuar como doadoras de serviços. O prazo para contratação do gestor do projeto é de até três meses. Em outra iniciativa, o banco vai reduzir o limite de crédito para operações diretas de R$ 40 milhões para R$ 20 milhões para financiar a compra de equipamentos. O financiamento abrange não só hospitais filantrópicos como privados, que oferecem parcela de seu atendimento ao SUS. O limite menor de crédito daria fôlego para que as instituições no interior possam investir em equipamentos. Para Antônio Britto, diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), o setor de saúde vive um ciclo vicioso e não sustentável, em constante operação “tapa buraco”, contraindo uma dívida para pagar outra: “Para tornar pequenos hospitais sustentáveis, o primeiro ponto é revisar o financiamento do SUS, do qual a maior parte depende, pois a remuneração não paga os custos. O segundo é pensar regionalmente, redefinir a vocação dos hospitais fora dos grandes centros urbanos e modernizar a gestão, atuando em consórcio, por exemplo, para compras”, disse. E acrescenta: “Temos no Brasil mais de mil hospitais extremamente fragilizados e cem a 250 hospitais de ponta, de referência. Se cada um destes hospitais adotasse sete, oito pequenos poderia oferecer um sistema de tutoria estratégica, um salto na gestão e formação de pessoas.” O banco também aposta na formatação de parcerias público-privadas (PPPs) no setor de saúde. Em Belo Horizonte, foi feito financiamento de R$ 290 milhões que abrange R$ 180 milhões para a concessionária reformar e administrar 40 unidades básicas de saúde. Outros R$ 60 milhões foram repassados ao município para fazer aporte na PPP. E mais R$ 50 milhões destinados à digitalização e integração de 342 unidades. Aranha ressalta que a digitalização é fator essencial para a gestão das unidades. O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, afirma que o processo de digitalização é importante, pois barateia o acesso: “O trabalho de inclusão digital potencializaria políticas públicas. Há 30 anos vivemos uma revolução com a criação do SUS, uma nova revolução está em curso, por conta da pandemia. Nessa nova agenda, a parceria entre o SUS e a iniciativa privada é fundamental, mas não é simples.”

Vereador petista que invadiu igreja é cassado

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Vereadores da Câmara de Curitiba (PR) devem analisar nesta semana o pedido de cassação de mandato do vereador Renato Freitas (PT), que invadiu uma igreja durante uma missa no começo do ano na capital paranaense para protestar. O presidente da Casa, Tico Kuzma (Pros), informou pelas redes sociais que o debate sobre o assunto vai ocorrer entre esta terça (21 junho), e quarta (22 junho). A decisão de Kuzma ocorre depois de a Justiça revogar liminar que proibia a votação da cassação do petista. No começo de maio, o Conselho de Ética da Câmara de Curitiba deu aval por maioria de votos pela perda de mandato do petista. No dia 19 do mesmo mês, os vereadores votariam o relatório do Conselho de Ética em sessão extraordinária. No entanto, a juíza Patrícia de Almeida Gomes Bergonese, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, suspendeu a sessão até a conclusão de uma sindicância que apurava se mensagens racistas enviadas para Freitas partiram de um e-mail institucional do vereador Sidnei Toaldo (Patriota), relator do processo no Conselho de Ética. Sem associação comprovada, a juíza revogou a liminar nesta segunda (20 junho).

Ferryboat encalha e agrava crise criada no governo Flávio Dino

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O ferryboat Baía de São Marcos encalhou na noite desta sexta (03 de junho) em um trecho da travessia entre São Luís/Alcântara. A embarcação estava até a manhã de sábado aguardando resgate. O episódio é mais um de uma série que tem transformado a travessia em um inferno para a população da Baixada Maranhense e São Luís. Desde que Flávio Dino assumiu o governo do Maranhão em 2015, o serviço foi sucateado e virou alvo de críticas da população. Segundo informações preliminares, o ferryboat está em um setor conhecido como “Curva do Farol de Itaúna”. Com capacidade para 400 pessoas, o Baía de São Marcos realizava uma viagem extra quando encalhou. Mais informações em breve.

Notícia sobre empréstimo no BNDES por Gusttavo Lima é falsa

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A empresa de investimentos One7, ligada ao fundo que comprou shows do cantor Gusttavo Lima, não pegou R$ 320 milhões emprestados com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A informação falsa está sendo repassada nas redes sociais e reproduzida por sites de esquerda. O nome do fundo que detém os direitos do show do cantor é o Four Seven. A One7, acusada de pegar o empréstimo, é um cotista e entrou no negócio apenas em agosto de 2021 com apenas R$ 20 milhões. Valor muito abaixo dos R$ 320 anunciados pela imprensa. Além de Lima, o fundo ainda existem outros 6 artistas cujos shows estão nas mãos do fundo. A notícia foi montada porque a One7, além de investir no fundo Four Seven, também é cotista no fundo de incentivo a pequenas e médias empresas chamado FIC FIDC XP Brasil MPME. Em 2020, o BNDES abriu chamada pública para selecionar fundos deste tipo. Doze foram escolhidos em uma pré-seleção, entre eles o XP Brasil MPME, integrado pela One7, sendo que dez serão efetivamente contratados pelo banco. O fundo terá um aporte de R$ 320 milhões do BNDES. O dinheiro será emprestado a pequenas e médias empresas de todo o país, e não ao cantor como foi noticiado. Ou seja: os dois negócios são completamente diferentes e a entrada da empresa no fundo ligado a Lima, além de ser com quantia que não representa 10% do aporte no fundo XP Brasil MPME, ainda aconteceu com um intervalo de 1 ano. A notícia é falsa.

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