Carlos Brandão segue sendo um alvo fácil para Weverton Rocha

Brandao e Weverton

A cada dia que passa fica mais evidente que o vice-governador Carlos Brandão, pelo menos por enquanto, é um alvo fácil para o senador Weverton Rocha. O recente anúncio da senadora Eliziane Gama (Cidadania) que antecipou em mais de um ano sua opção para o governo do estado, mostra que a saraivada de péssimas notícias que acometeram Brandão desde o resultado das eleições 2020 tende a continuar. O apoio de Eliziane a Weverton, muito mais do que por efeitos práticos, tem um peso simbólico enorme. A senadora nunca foi conhecida por suas convicções políticas e sempre foi “emcimadomurista”. Conseguir seu apoio a tanto tempo do pleito (e é claro que este apoio não foi espontâneo) foi mais um feito do senador pedetista. Dois dias após Carlos Brandão afirmar que “o debate para as eleições em 2022 deve ficar em segundo plano” no quadro Bastidores do Bom Dia Mirante, Eliziane Gama manifestou apoio a Weverton Rocha “lançando a candidatura” do colega de senado no mesmo quadro do canal. Os tentáculos políticos de Weverton Rocha já começam a estender-se até na oposição. Na segunda, em entrevista concedida ao jornalista José Linhares Jr, o deputado estadual César Pires (PV) deu declarações que indicam certa predisposição de apoio a Weverton caso tenha que ser feita uma escolha entre o senador e o vice-governador. Com todos esses eventos, a espera de Brandão pela cadeira de governador para começar a agir pode ser entendida como o cronômetro de um micro-ondas. Só que o vice-governador não está fora do aparelho esperando, mas lá dentro sendo assado. E quando o alarme disparar, talvez não reste muito dele para terminar se der jantado.

Eliziane vai as redes sociais defender golpe contra Bolsonaro

Eliziane Gama

A senadora maranhense Eliziane Gama (Solidariedade) saiu da toca e defendeu abertamente a deposição de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Embriagada pelo ódio contra o presidente, nos últimos dias a senadora tem publicado uma série de mensagens desconexas que têm como ponto de ligação apenas o desejo de desgastar o governo. Eliziane Gama, que silenciou contra as medidas ditatórias tomadas por governadores que estão cerceando a liberdade da população, afirma que medidas mais duras tomadas pelo presidente são “negacionismo” e que devem ser enfrentadas com a Constituição. A verdadeira intenção por trás da publicação é a deposição do presidente da República. Ao ameaçar o país c/estado de sítio, medida q/só é válida com a aprovação do Congresso Nacional, o PR mostra q/ não haverá mudança de rumos no negacionismo q/ já vitimou tantos brasileiros. É hora de usarmos a CF e as instituições p/frearmos tantos abusos. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 Antes de propor o golpe contra Bolsonaro, a senadora chegou a debochar do presidente em suas redes sociais ao tomar conhecimento de que o presidente pretendia convocar o Legislativo e o Judiciário para restabelecer a ordem no país. Atabalhoada e completamente embriagada pelo comunismo, a senadora afirmou que procurar os outros poderes é algo diferente de “trabalhar” com a sociedade. Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para “restabelecer a ordem no Brasil”. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 As publicações da senadora Eliziane Gama a colocam no grupo de parlamentares liderados por Rodrigo Maia que estão dispostos a sabotar o país para desgastar o atual governo.

Políticos maranhenses vão chorar morte de bandidos em sushi bar no Olho D’Água?

desarmamento

Dois bandidos foram mortos na noite desta segunda (15) em uma tentativa de assalto a um sushi bar na Avenida dos Holandeses, no Olho d’Água. A quadrilha era formada por quatro marginais, dois conseguiram fugir. Tudo indica que a morte dos dois foi causada por um cidadão armado que reagiu e impediu o assalto. Horas antes do acontecido, vários políticos maranhenses criticaram medidas do presidente Jair Bolsonaro que visam facilitar o acesso a armas por cidadãos comuns. O ASSALTO A tentativa frustrada de assalto aconteceu por volta das 21h, no “Sushi do Japa”. Após anunciarem o assalto, um cliente que estava na parte interna surpreendeu os criminosos disparando vários tiros em direção a eles. Três bandidos fugiram a pé e um dos criminosos morreu na hora. Após tomarem um veículo de assalto, dois dos integrantes da quadrilha abandonaram o colega baleado que não resistiu aos ferimentos. OS CANALHAS Políticos maranhenses que ontem passaram o dia criticando o presidente Jair Bolsonaro por tentar facilitar o acesso a armas por pessoas de bem deveriam vir a público e lamentar a morte dos marginais. Afinal, se a política do presidente de dar ao cidadão comum o direito de se defender, casos como os de ontem seriam muito mais comuns. Ao invés de ler notícias apenas sobre pais e mães de famílias mortos, também se teria bandidos mortos. Se o padrão desses senadores, deputados, vereadores e do governador fosse decretado, é muito possível que um inocente tivesse morrido ontem no lugar dos bandidos. Contudo, parece que esse pessoal prefere que o extermínio da população por marginais seja feito sem embaraços. E, podem ter certeza, 30% da classe política maranhense (principalmente políticos ligados a partidos de esquerda) devem achar um absurdo o fato de dois bandidos terem sido mortos por um cidadão ontem durante a reação de um assalto. Inclusive políticos que se “dizem” evangélicos.

CNJ arquiva fake news de Eliziane Gama contra juíza de Coroatá

Eliziane Gama

A campanha difamatória da senadora Eliziane Gama (Cidadania) contra a juíza Anelise Nogueira Reginato foi encerrada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em decisão sumária, o conselho decidiu pelo arquivamento de denúncia da parlamentar que acusava a magistrada de “mandar prender” pastor na cidade. A senadora comunista registrou denúncia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em que acusava a magistrada Anelise Nogueira Reginato de “atentado à liberdade religiosa” por sua conduta no caso. As investigações do conselho apontaram para a completa ausência de provas na denúncia. No dia 11 de novembro um desentendimento entre o pastor Natanel Santos e a juíza Anelise Nogueira Reginato resultou na condução do pastor até a delegacia da cidade para assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência. Natanael, ao contrário do que noticiou Eliziane nos dias seguintes, não fora preso a pedido da juíza. Aliás, tanto o pastor quanto a juíza, em depoimento à autoridade policial da cidade, contaram a mesma versão para o início do caso: o som estava alto demais e a juíza solicitou, enquanto cidadã, ao pastor que o abaixasse.   As versões se contradizem nos momentos posteriores. Anelise afirma que Natanel voltou a aumentar o som, ele nega. Foi quando Anelise fez o que qualquer pessoa faz neste tipo de ocorrência: acionou a autoridade policial. Os policiais destacados para atender a ocorrência conduziram Natanael até a delegacia que se prontificou a comparecer na manhã seguinte para esclarecer o acontecimento. POLITIZAÇÃO E ARQUIVAMENTO Acontece que a senadora Eliziane Gama já no dia seguinte começou a noticiar em suas redes sociais que Natanael havia sido preso a pedido da magistrada. Além disso, a parlamentar alardeou que iria formalizar uma denúncia no CNJ por intolerância religiosa. Mesmo que o próprio Natanael afirmasse em seu depoimento que realmente estava com o som elevado em um primeiro momento. A decisão da corregedora nacional do CNJ, Maria Thereza de Assis Moura, tomou como base documentação da delegacia de polícia de Coroatá. Segundo a corregedora, em nenhum momento se pode observar qualquer tentativa de Anelise de fazer sua posição de magistrada. Sendo que ela só foi identificada enquanto tal no dia seguinte ao episódio em depoimento. A decisão da corregedora ainda evidencia o fato de que ao acionar a autoridade policial, a juíza agiu como “cidadã comum” com base no artigo 69 da lei 9.099/95. “A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários”.

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