Simplício fala sobre favoritismo para disputa ao Governo

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Em entrevista ao Ponto Final, na Mirante AM, nesta segunda-feira (7), o ex-secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo (Solidariedade), falou sobre as eleições deste ano e apresentou os motivos que o levaram a persistir em sua pré-candidatura ao governo. Na ocasião, o ex-secretário alegou que não existe favorito nesse pleito e observa que a disputa está aberta. Além disso, falou que os mandatos majoritários pertecem ao povo e não à classe política. “Nós, olhando para a pesquisa, para todo o panorama que está colocando, a gente entende que é um quadro atípico e que não existe ninguém, como em outras eleições no Maranhão, um favorito […] A gente viu em 2014, com a eleição do Flávio Dino, e 2018, com a eleição do Bolsonaro, que os mandatos majoriários pertencem ao povo e não à classe política […] As pessoas acham que um arregimentado de prefeitos e lideranças vão definir o próximo governador”, disse Simplício. O pré-candidato também comentou sobre a montagem da chapa de deputado federal e a busca por novas alianças, alegando estar “no meio de um tiroteio”. “Melhor não comentar, eu estou no meio de um tiroteio, de um lado oferecem emenda e de outro lado oferecem outras coisas. Vou evitar contar partidos, vou evitar contar cabeça de prefeitos como quem conta cabeças de gado e evitar contar cabeça de vereador como quem conta quem conta cabeça de bode”, assegurou. Na oportunidade, o pré-candidato falou que aguarda publicação do Diário Oficial para retornar à Câmara dos Deputados, o que ainda não ocorreu.

Othelino Neto deixa PCdoB e confirma filiação ao PDT

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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Estadual Othelino Neto, anunciou nesta segunda (7) a sua saída do PCdoB e filiação ao PDT. Em coletiva nesta manhã, Othelino falou sobre a formação de blocos parlamentares e comissões no legislativo maranhense. Na oportunidade, o parlamentar tratou sobre “correção de rumos”, o que abre a possibilidade de não disputar a reeleição, entrando na disputa para vice na chapa encabeçada pelo senador Weverton Rocha (PDT) ou a deputado federal. “Sobre a que eu serei candidato, neste momento, a deputado estadual. Mas ainda tem tempo até a convenção, e, até lá, é possível que haja uma mudança de rota”, afirmou o presidente da ALEMA. Desde que o Dino abandonou a os comunistas para se filiar aos socialistas, o partido comandado por Márcio Jerry (PCdoB) passa por um processo de esvaziamento.

Presidente diz que escolha dos ministros importa mais que eleição

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta (4) que a indicação dos nomes dos dois próximos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é mais importante do que a própria eleição presidencial no Brasil, em outubro. “Mais importante do que a eleição para presidente são duas vagas para o Supremo ano que vem […] Vai acontecer muita coisa até as eleições”, afirmou o presidente em conversa com apoiadores nesta sexta (4), em frente ao Palácio da Alvorada. Em três anos de governo, Bolsonaro fez duas indicações para o STF, sendo eles os ministros Kássio Nunes Marques e André Mendonça. O presidente eleito em outubro deste ano indicará mais dois futuros componentes da Suprema Corte STF no ano que vem. Em 2023, Ricardo Lewandowski (em maio) e Rosa Weber (em outubro) vão deixar o tribunal para aposentadoria compulsória ao completar 75 anos.

Jefferson Portela não é mais secretário da SSP/MA

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O delegado da Polícia Civil Jefferson Portela entregou ao governador Flávio Dino (PSB) o seu pedido de exoneração da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Pré-candidato a deputado federal, Jefferson Portela decidiu apoiar a pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) e a sua saída poderia ocorrer antes de 31 de março, conforme antecipado pelo Blog. Por conveniência política e para iniciar atividades de sua pré-campanha em busca de uma vaga na Câmara dos Deputados, nesta eleições, o chefe do Sistema de Segurança Pública decidiu se antecipar sua saída. Portela era considerado um dos nomes da linha de frente da gestão do governador Flávio Dino (PSB). Agora, com sua saída, especula-se que o possível substituto para comandar uma das pastas mais desafiadoras da administração estadual é o coronel da Polícia Militar, Sílvio Leite, atual chefe do Gabinete Militar do Palácio dos Leões. No entanto, segundo informações, há o dilema de um militar no comando da Polícia Civil, o que causaria problemas para o governo. O impasse, entretanto, pode ser contornado por se tratar de uma interinidade. A expectativa é que, no máximo até este sábado (5), Flávio Dino deve fazer o anúncio.

Prestes a deixar governo, Edilázio resume 7 anos de Dino no MA

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), informou que os próximos dois meses à frente do Executivo serão para comandar uma transição ao governo do seu vice. As declarações ocorreram nesta semana, em sessão de reabertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. Dino deve deixar oficialmente a gestão estadual no dia 31 de março, de acordo com a exigência legal da Legislação Eleitoral, para iniciar a disputa pelo Senado, em outubro. “Os próximos dois meses serão de transição. Com inaugurações e fazer a transição na medida do possível”, afirmou o governador. Nesta semana, o deputado Federal Edilázio Jr (PSD) fez um retrospecto dos últimos 7 anos do Estado comandado por Flávio Dino, que está prestes a se desincompatibilizar do cargo seis meses antes do primeiro turno das eleições programadas para acontecerem no dia 2 de outubro deste ano. Na ocasião, Edilázio destacou que o Maranhão foi palco de um governo que não conseguiu atender às principais necessidades da população. Nos últimos 7 anos, o MA foi palco de um governo que não conseguiu atender às principais necessidades da população. E o resultado disso é: – Recorde histórico de desempregados;– Estado com mais pessoas vivendo na miséria;– Insegurança alimentar;– Violência e morte. — Edilazio Junior (@EdilazioJunior_) February 1, 2022

Eduardo Leite é convidado por Kassab e pode migrar para PSD

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Mesmo com derrota nas prévias tucanas, Eduardo Leite (PSDB) passou a ser sondado pelo ex-ministro Gilberto Kassab e pode migrar para o PSD. Mediante a desistência do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em sua pré-candidatura à Presidência da República, o governador do Rio Grande do Sul discute a possibilidade de uma candidatura a presidente, desde que envolva articulação com outros partidos do centro. O nome de Eduardo Leite teve projeção nacional com as prévias do PSDB, em novembro do ano passado e, desde então, passou a ser sondado e mantém uma agenda de articulações com outras siglas do seu campo político. Segundo informações, o gaúcho tem sido cobrado para aparecer mais no jogo político nacional por nomes do PSDB descontentes com a escolha do governador João Doria. Eduardo Leite já se encontrou três vezes com Kassab, desde dezembro, o que mostra que o gaúcho tem bom canal de diálogo com o líder do PSD. Inclusive, Kassab afirmou recentemente que, se a candidatura de Pacheco não for pra frente, há nomes que são constantemente lembrados dentro da legenda. Eduardo Leite afirma reiteradamente que não será candidato a nenhum cargo neste ano, mas aliados sustentam que ele não descarta concorrer ao Palácio do Planalto pelo PSD.

Candidado de Dino deve perder força na Assembleia Legislativa

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Após a abertura oficial dos trabalhos na Assembleia Legislativa nesta quarta (2), o PDT anunciou sua entrada em um novo bloco no parlamento estadual e deu mais uma demonstração de rompimento com a gestão socialista. O Bloco Parlamentar Democrático, liderado pelo deputado Vinicius Louro (PL), será o maior da ALEMA e conta com seis pedetistas no Legislativo maranhense, deputados estes que apoiam projetos políticos opostos ao pré-candidato da escolha pessoal de Flávio Dino, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB). Ou seja, apesar dos discurso de unidade, boa convivência e relacionamento harmônico com o Poder Executivo, na prática, entretanto, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), que assume em abril, vai enfrentar uma realidade diferente da que vem sendo comandada por Flávio Dino (PSB) já que o maior bloco da Casa Legislativa será comandado pelo PL e pelo PDT. Completam o blocão os partidos Republicanos, PRTB, PTB, PSL, PMN, PTC e PSDB. O deputado tucano Wellington do Curso será o vice-líder do bloco. Ao todo, 19 parlamentares de nove partidos diferentes farão parte do blocão. Portanto, o Bloco Parlamentar Democrático é liderado pela legenda que tem como pré-candidato a governador o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL); integrantes da sigla liderada pelo também pré-candidato ao Palácio dos Leões, senador Weverton (PDT); além da presença do deputado federal Edivaldo Holanda (PTC), pai do pré-candidato a governador Edivaldo Holanda Júnior (PSD). Até o momento, integrantes do PDT tem deixado claro que não pretendem fazer oposição à próxima gestão. Inclusive, quando abrir a janela partidária, pode ser que boa parte dos deputados deve trocar de partido, mas isso não configurará mudança nos blocos da Assembleia, podendo alterar, na verdade, o posicionamento de alguns parlamentares dentro do próprio blocão.

Ex-prefeita de Urbano Santos tem filiação excluída pelo PT

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A pré-candidata a deputada estadual e ex-prefeita de Urbano Santos, Iracema Vale, teve sua filiação ao PT maranhense excluída pela Direção Estadual do partido. Depois de concluir seu mandato de prefeita, Iracema Vale se filiou ao PT no diretório municipal de Urbano Santos para seguir com sua pré-candidatura como deputada estadual. No entanto, a regra do partido é que um retorno aos quadros da sigla devem passar pela autorização da executiva estadual. Por meio de carta, Iracema alegou que tomou conhecimento por blogs, os dirigentes têm outros candidatos a deputado estadual e não queriam a candidatura de uma mulher entre os mais votados pelo PT. O destino partidário da ex-prefeita Iracema Vale ainda não foi definido, mas de acordo com a carta, ela deve permanecer no mesmo campo político e aguardar prazos da legislação eleitoral para migrar para outra legenda.

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