Nova pesquisa mostra avanço de Brandão e crescimento de Lahesio

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Pela segunda vez neste ano, o Instituto Escutec divulgou, neste sábado (2), a pesquisa sobre a disputa eleitoral no Maranhão para 2022. O levantamento ouvido 2 mil eleitores nos dias 27 de março a 1º de abril. Com margem de erro é de 2,19% para mais ou para menos, a pesquisa mostra a liderança de Carlos Brandão no cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos políticos aos eleitores. Neste cenário, Carlos Brandão aparece com 22% sendo seguido por Weverton Rocha com 21%. Edivaldo Júnior tem 12%, Roberto Rocha, 10% e Lahesio Bonfim, 9%. Josimar de Maranhãozinho manteve o mesmo percentual de 5%. O ex-secretário Simplício Araújo (SD) aparece com 2% e Enilton Rocdrigues (PSOL) com 1%. O pré-candidato do PSTU, Hertz Dias, não pontuou. Lahesio Bonfim foi o que mais cresceu comparando as duas pesquisas: em fevereiro ele tinha 6% e agora aparece com 9%. Porém, o Senador Weverton Rocha apareceu com 22% e agora está com 21%.O ex-prefeito Edivaldo Júnior manteve o seu percentual de 12% nas duas pesquisas. O senador Roberto Rocha tinha 11% e agora aparece com 10%. Assim como Josimar, Simplício Araújo manteve o mesmo percentual. Nos dois levatamentos Simplício aparece com 2%. 

Greve pode paralisar funcionamento do PIX em todo o Brasil

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O sindicato dos servidores do Banco Central (BC) ameaça entrar em greve e interromper, total ou parcialmente, o sistema de pagamento Pix. Os revoltosos tentam pressionar o Governo Federal a conceder aumento salarial. A ameaça foi feita em nota pelo Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). O grupo programou o início da greve por tempo indeterminado a partir de 1° de abril. “A greve poderá interromper, total ou parcialmente, o Pix, a distribuição de moedas e cédulas, a divulgação do boletim Focus e de diversas Taxas, o funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a mesa de operações do Demab e outras atividades”, disse em nota o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). A ameaça tem como objetivo inserir os servidores do Banco Central na Medida Provisória que pretende conceder aumento a agentes da Polícia Federal. Nos últimos meses esse tipo de chantagem tem se tornado comum entre algumas categorias do Governo Federal. Durante a pandemia a categoria de servidores públicos foi a única no Brasil que teve a manutenção se seus salários sem nenhuma perda ou ameaça de demissão. Muitos profissionais foram, inclusive, dispensados do trabalho.

Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela 1ª vez desde o final de junho

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A moeda americana fechou em queda de 1,43%, cotado a R$ 4,9440, nesta segunda (21). É a primeira vez que o dólar encerra o dia abaixo de R$ 5 desde 30 de junho (R$ 4,97). O movimento ocorre enquanto investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Copom, do Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central e da prévia da inflação de março (IPCA-15), que devem sair nesta semana. Com o resultado de hoje, o dólar acumula queda de 4,12% no mês e de 11,32% no ano. Já a Bovespa fechou em alta de 0,73%, a 116.155 pontos. A guerra entre Rússia e Ucrânia segue sem sinal de cessar-fogo.

Venezuela anuncia vacina obrigatória a cada quatro meses

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Os venezuelanos terão que receber doses de reforço da vacina contra o coronavírus a cada quatro meses, anunciou o presidente Nicolás Maduro. O anúncio de Maduro aconteceu durante um pronunciamento à nação em rede aberta de televisão, na última terça (15), justamente para fazer um balanço do combate ao coronavírus no país. “A partir de agora e até novo aviso, até que se descubram medicamentos que curem o coronavírus como mais uma gripe, ou até que chegue o momento que se produza uma vacina que dê ao corpo imunidade total por muito tempo, vamos ter de aplicar vacinação de reforço de quatro em quatro meses”, declarou o presidente venezuelano.-Publicidade- “Toda a população deve submeter-se à vacinação de reforço para que possamos continuar a controlar o coronavírus e continuar com as nossas atividades sociais e econômicas”, acrescentou Maduro. Segundo dados divulgados pelas autoridades venezuelanas, o país contava, até a última terça-feira, com 518.750 casos de covid-19. Ao todo, 5.661 mortes associadas ao novo coronavírus foram registradas na Venezuela desde o início da pandemia.

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