Fiema e Fecomércio elogiam propostas de Simplício Araújo para indústria

Uma das principais bandeiras levantadas pelo ex-secretário de Indústria e Comércio, o plano diretor de São Luís, foi debatida nos encontros diretos com a presença de presidente de sindicatos e empresários.
Atuação de Simplicio foi determinante para fortalecimento do turismo em Barreirinhas

Fruto da articulação de Simplício, os voos regionais para Barreirinhas, irão potencializar o turismo, a economia e proporcionar serviço aéreo para todo o povo do Maranhão que merece esse voo conectando os itinerários da rota das emoções.
BNDES amplia investimento em saúde no Norte e Nordeste

O BNDES vai ampliar sua atuação no setor de saúde. Na pandemia, o banco já havia lançado, em conjunto com a iniciativa privada, o matchfunding Salvando Vidas, no qual cada R$ 1 doado por empresas tem como contrapartida R$ 1 do banco. O objetivo era levantar recursos para a linha de frente do combate à Covid-19. Foram levantados, no total, R$ 150 milhões com a adesão de 70 companhias ao projeto. Desta vez, o foco é a assistência à saúde básica nas regiões Norte e Nordeste, áreas onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem fraco desempenho eleitoral . O banco vai lançar nos próximos dias o edital para a contratação de um gestor para o matchfunding, batizado de Juntos pela Saúde. Ele deve movimentar até R$ 200 milhões, dos quais R$ 100 milhões viriam do banco e o restante do setor privado. A Vale tem a intenção de participar com até R$ 35 milhões, outra empresa vai doar R$ 9 milhões. Há ainda duas interessadas, com valor a definir, sendo que uma delas é a Bayer. Segundo Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, o banco intensificou sua atuação no setor durante a pandemia e agora dá um novo passo: “Traçamos três prioridades: aumentar o acesso nos vazios assistenciais, pois o acesso à saúde no Brasil não é uniforme, melhorar a qualidade do serviço, fortalecendo instituições que dão acesso público, e fortalecer a indústria de equipamentos.” A escolha pelo foco regional não é à toa. A proporção de médicos para cada mil habitantes no país é de 2,2. Na Amazônia Legal, ela cai para 1,1. A distância média que o brasileiro percorre para contar com serviços de hemodiálise, por exemplo, é de 43 quilômetros. Na região, ela sobe para 134 quilômetros. O diretor cita ainda indicadores como esperança de vida menor, mortalidade infantil e doenças ligadas à falta de saneamento. Ele destaca que há falta de geladeiras, de internet e de profissionais nas unidades. E que muitos pacientes viajam centenas de quilômetros para realizar exames como mamografia ou ultrassonografia. Hospitais no interior Os beneficiados serão unidades públicas de saúde e entidades filantrópicas. A ideia é equipar unidades fixas ou móveis e oferecer serviços de telemedicina. Diante do desafio logístico, a avaliação é que, em algumas localidades, faz sentido contar com unidade fluvial. Para garantir infraestrutura a estas soluções, o banco tem conversado com empresas de energia e telecomunicações. Elas poderiam atuar como doadoras de serviços. O prazo para contratação do gestor do projeto é de até três meses. Em outra iniciativa, o banco vai reduzir o limite de crédito para operações diretas de R$ 40 milhões para R$ 20 milhões para financiar a compra de equipamentos. O financiamento abrange não só hospitais filantrópicos como privados, que oferecem parcela de seu atendimento ao SUS. O limite menor de crédito daria fôlego para que as instituições no interior possam investir em equipamentos. Para Antônio Britto, diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), o setor de saúde vive um ciclo vicioso e não sustentável, em constante operação “tapa buraco”, contraindo uma dívida para pagar outra: “Para tornar pequenos hospitais sustentáveis, o primeiro ponto é revisar o financiamento do SUS, do qual a maior parte depende, pois a remuneração não paga os custos. O segundo é pensar regionalmente, redefinir a vocação dos hospitais fora dos grandes centros urbanos e modernizar a gestão, atuando em consórcio, por exemplo, para compras”, disse. E acrescenta: “Temos no Brasil mais de mil hospitais extremamente fragilizados e cem a 250 hospitais de ponta, de referência. Se cada um destes hospitais adotasse sete, oito pequenos poderia oferecer um sistema de tutoria estratégica, um salto na gestão e formação de pessoas.” O banco também aposta na formatação de parcerias público-privadas (PPPs) no setor de saúde. Em Belo Horizonte, foi feito financiamento de R$ 290 milhões que abrange R$ 180 milhões para a concessionária reformar e administrar 40 unidades básicas de saúde. Outros R$ 60 milhões foram repassados ao município para fazer aporte na PPP. E mais R$ 50 milhões destinados à digitalização e integração de 342 unidades. Aranha ressalta que a digitalização é fator essencial para a gestão das unidades. O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, afirma que o processo de digitalização é importante, pois barateia o acesso: “O trabalho de inclusão digital potencializaria políticas públicas. Há 30 anos vivemos uma revolução com a criação do SUS, uma nova revolução está em curso, por conta da pandemia. Nessa nova agenda, a parceria entre o SUS e a iniciativa privada é fundamental, mas não é simples.”
Simplício Araújo denuncia tática de políticos maranhenses

Pré-candidato ao Palácio dos Leões afirmou que o Maranhão tem condições de prosperar, mas discurso de pobreza é usado por agenda política que deseja enganar os cidadãos.
Preços das verduras e legumes apresentam queda no país

As hortaliças apresentam queda de preço nas Centrais de Abastecimento, segundo o boletim do mês de junho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o documento do órgão, itens como alface, batata, cenoura e tomate apresentam queda no preço, haja vista que foram os principais responsáveis pelo aumento do índice da inflação dos alimentos neste ano. A justificativa foi o crescimento da oferta dessas hortaliças-legumes e verduras estão dentro dessa categoria, inclusive a batata, que aumentou em torno de 13% o volume disponível e pela primeira vez no ano apresentou redução nos valores. O levantamento dos dados da Conab deste mês foi realizado nas Centrais de Abastecimento localizadas em Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Vitória/ES que, em conjunto, comercializam a maior parte dos hortigranjeiros consumidos pela população brasileira. Levando em consideração que o tomate e a cenoura apresentaram queda nos preços em todas as centrais – dentre as principais hortaliças pesquisadas pela Conab -, as baixas mais acentuadas foram nos estados de Brasília (58,5%), no caso da cenoura, e no Espírito Santo (-46,19%), em relação ao tomate. Dados da divulgação mais recente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, apontam que no mês de maio, o tomate teve redução de 23,72% no preço. Já a cenoura, registrou um recuo de 24,07%. A alface e a batata mostraram baixa de 4,10% e 3,94%, respectivamente. A redução nos preços observadas nessas centrais já chega no bolso do consumidor.
Contas da União tem melhor saldo positivo desde 2012

A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta terça (14/06) que as contas do governo federal acumularam um resultado positivo de R$ 79,3 bilhões nos primeiros quatro meses deste ano. De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional, o superávit já é o terceiro melhor resultado da série histórica iniciada em 1997 e o melhor número para o período desde 2012. Além disso, em relação ao mês de abril deste ano, as contas do governo registraram superávit primário de R$ 28,553 bilhões. Essa é a melhor performance para o mês desde 2011.
A economia desmente os pessimistas – Revista Oeste

“Aeconomia brasileira vai na contramão do mundo.”“Inflação surpreende e mercado cogita Selic ainda mais alta.”“Taxa de investimento do Brasil deve ser menor que a de 82% dos países em 2022.” Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou uma realidade diferente da veiculada pela velha mídia. A economia do Brasil cresceu 1% no primeiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. Diante do mesmo trimestre de 2021, o avanço foi de aproximadamente 2%. Em valores correntes, o PIB chegou a quase US$ 1,8 trilhão (cerca de R$ 9 trilhões, na cotação atual). O crescimento do PIB foi puxado pelo setor de serviços, que voltou a se aquecer com o fim do isolamento social. Os desempenhos relativamente negativos vieram da agropecuária, que recuou quase 1%, em virtude da estiagem em várias regiões do país nos últimos meses, da queda em investimentos e importações. André Perfeito, economista-chefe da corretora Necton, explica que a queda nos investimentos se deu em virtude do aumento da inflação. “Ela está muito alta para os produtores”, disse. “O empresário não consegue repassar custos. Dessa forma, vê o próprio lucro cair e não tem por que investir.” Segundo Perfeito, à medida que a inflação for caindo, os investimentos sobem. O resultado alvissareiro do PIB levou o Brasil de volta ao top 10 das maiores economias do mundo da agência classificadora Austin Rating. O crescimento do PIB ficou acima da média de países como Estados Unidos, França e Japão, que tiveram retração. “O resultado no primeiro trimestre descarta qualquer possibilidade de o PIB ter uma retração neste ano”, constatou o economista Luís Artur Nogueira. Segundo Nogueira, os dados obrigaram muitos analistas a reverem para cima suas estimativas. “Neste ano, teremos um crescimento um pouco baixo da economia, mas muito melhor do que alguns previam”, observou. “Teve até banco falando em uma recessão econômica.” Nogueira disse que o governo federal tem de continuar no combate da inflação, “que corrói o poder de compra das pessoas”, para o país crescer mais rápido. A alta da inflação não é uma jabuticaba brasileira. Outros países estão sofrendo com a alta dos preços O Ministério da Economia e o Banco Central já haviam dado sinais de que o PIB do Brasil cresceria no período. O governo estima ainda que a economia vai aumentar pouco mais de 1,5% neste ano. O Executivo ressalva que o crescimento deve ocorrer em ritmo mais lento, em virtude da invasão russa à Ucrânia e da volta dos lockdowns na China, o principal parceiro comercial do Brasil. Apesar das notícias reconfortantes, os analistas do “consórcio de imprensa” garantem que as coisas “vão piorar”. A seguir, os números da economia brasileira que ganharam pouco ou nenhum destaque na mídia tradicional. Desemprego Segundo o IBGE, a queda no desemprego no Brasil foi maior que nos países do G20. O índice caiu de quase 15% para 10,5% no trimestre encerrado em abril de 2022. O desemprego está no menor nível desde 2016 — ou seja, retornou ao patamar do governo Dilma. Em comparação com o trimestre fevereiro, março e abril, foi a menor taxa desde 2015. Em números absolutos, o Brasil tem cerca de 11 milhões de desempregados. A boa notícia mais recente veio nesta semana: 200 mil empregos formais foram criados em abril. A quantidade veio acima da expectativa do mercado. É uma alta na comparação tanto com março (88 mil) quanto com abril de 2021 (quase 90 mil), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Dívida pública A dívida que inclui a Previdência Social, os Estados e os municípios está em níveis anteriores aos da pandemia. Conforme o Banco Central (BC), as contas do setor público tiveram superávit de aproximadamente R$ 40 bilhões. O superávit primário ocorre quando as receitas com impostos superam as despesas. O BC informou que o resultado é o melhor para os meses de abril desde 2001 — até então, o maior saldo positivo havia ocorrido em 2021 (R$ 25 bilhões). O saldo positivo foi atingido em um mês de arrecadação também recorde para abril. No mês passado, o valor somou cerca de R$ 200 bilhões — favorecido pela expansão do nível de atividade econômica e pela inflação. Há poucos dias, o Ministério da Economia divulgou um estudo ressaltando o papel das reformas, como a da Previdência e o teto de gastos, na melhora das contas públicas do Brasil, além da digitalização de serviços — fator que gerou uma economia de R$ 3 bilhões. Agronegócio Um dos setores mais importantes da economia brasileira e responsável por alimentar cerca de 800 milhões de pessoas no mundo, o agronegócio cresceu quase 8,5% em 2021. Representou cerca de 30% do PIB, a maior participação desde 2004. Em linhas gerais, o agronegócio produziu quase R$ 2,4 trilhões. No ano passado, a balança comercial do agro também fechou positiva, com saldo de R$ 105 bilhões — cerca de 20% maior que em 2020, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Um saldo positivo deve voltar em 2022. De acordo com o Ipea, de janeiro a abril deste ano, o agronegócio exportou quase US$ 15 bilhões, contribuindo para um superávit de quase US$ 14 bilhões no saldo da balança comercial do setor. Isso representou um crescimento de 15% em comparação com o mesmo mês de 2021. Já as importações totalizaram US$ 1,3 bilhão no mês, com alta de 12%, na comparação interanual. A balança comercial teve saldo positivo de pouco mais de US$ 8 bilhões em abril. Investimentos Direto no País Os Investimentos Direto no País (IDP) avançaram 23% em 2021, totalizando quase US$ 50 bilhões em investimentos estrangeiros. Além do retorno de investimentos brasileiros no exterior, o IDP é formado por recursos da participação no capital e por empréstimos diretos concedidos a filiais de empresas multinacionais no país. Em 2020, os investimentos estrangeiros no país somaram cerca de US$ 40 bilhões. Os dados mais recentes do BC mostram que, em fevereiro deste ano, o IDP já teve o melhor resultado para fevereiro dos últimos 27 anos. A entrada
Inflação mantém desaceleração e fica em 0,47% em maio

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,47% em maio, taxa inferior ao 1,06% de abril deste ano e ao 0,83% de maio do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de maio, o IPCA acumula taxa de 4,78% no ano. Em 12 meses, a inflação acumulada é de 11,73%, abaixo dos 12,13% registrados no mês anterior. O índice acumulado em 12 meses segue, pelo nono mês consecutivo, acima de 10%. O maior impacto para a inflação do mês veio dos transportes, que subiram1,34%, devido principalmente à alta de 18,33% no preço das passagens aéreas. Os combustíveis tiveram variação de preços de 1%, abaixo da alta de 3,20% do mês anterior. O segundo maior impacto no mês veio da saúde e cuidados pessoais, com inflação de 1,01%. Os produtos farmacêuticos, que tiveram alta de preços de 2,51% no período, foram, junto com as passagens aéreas, o item que mais pesou no IPCA de maio. Os alimentos tiveram inflação de 0,48%, bem abaixo dos 2,06% do mês anterior. Alguns itens tiveram queda de preços, como tomate (-23,72%), batata-inglesa (-3,94%) e cenoura (-24,07%). Apesar disso, alguns produtos tiveram alta, como leite longa vida (4,65%) e cebola (21,36%). O vestuário teve inflação de 2,11% e foi o grupo de despesas com maior alta de preços no mês. Habitação foi o único grupo com deflação (queda de preços) de -1,70%.