Deputada é impedida de fazer vídeos ao vivo pelo Instagram

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A deputada Federal Bia Kicis (PSL-DF) está bloqueada temporariamente de fazer transmissões de vídeo ao vivo no Instagram. A parlamentar pretendia registrar o reinício das atividades parlamentares com o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi impossibilitada e considerou como “censura” a decisão da rede social, tendo em vista que o impedimento aconteceu depois de se posicionar de forma contrária à remoção das regras da plataforma. “Estou impedida de fazer vídeos ao vivo no Instagram e de compartilhar com vocês fatos importantes da política brasileira. Agora mesmo eu iria transmitir o reinício das atividades parlamentares com o discurso do nosso presidente”, escreveu Bia Kicis. A deputada estava no plenário acompanhando a sessão solene do Congresso Nacional que marca o começo do ano legislativo, cuja cerimônia ocorreu na Câmara dos Deputados. O presidente da República foi o primeiro a discursar, fazendo a leitura da mensagem direcionada aos deputados e deputadas.

Após defender voto impresso quando deputado, Flávio Dino recusa debater tema

FLAVIO DINO SERIO

O convite ao governador do Maranhão para comparecer à comissão especial da Câmara para discutir o voto impresso auditável deve ser rejeitado por Flávio Dino (PCdoB). O requerimento para ouvir o governador foi feito por Bia Kicis (PSL-DF), deputada federal, e aprovado pelos demais parlamentares. “Convite dessa senhora é difícil de atender, pois ela costuma ser muito mal-educada, o que dificulta uma debate equilibrado e produtivo”, declarou o comunista sobre a parlamentar autora da PEC que propõe a impressão do voto para autorizar a auditagem dos resultados das eleições. Em 2009, Flávio Dino foi relator da lei que promoveu algumas alterações eleitorais enquanto deputado federal, acolheu uma emenda do PDT que previa auditoria independente do software através do sorteio de 2% das máquinas de votação de cada zona eleitoral, respeitando limite mínimo de três urnas eletrônicas por cidade e com votos em papel comparados com os resultados apresentados pelo boletim da urna. “[…] no processo de votação e apuração das eleições, dos plebiscitos e dos referendos, independentemente do meio empregado para o registro do voto, é obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas, de forma automática e sem contato manual, em urnas indevassáveis, para fins de auditoria”, propõe o projeto de Bia Kicis. A comissão foi instalada em maio através de autorização de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, cujos deputados aprovaram requerimento convidando o governador do Maranhão no último dia 24.

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