Professora de Bacabal vence Olimpíada de Língua Portuguesa 2021

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A professora Dayane da Costa Silva, do município de Bacabal/MA, foi uma das vencedoras da 7º edição da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) 2021. O anúncio do resultado final ocorreu neste mês de dezembro. Na Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP) 2021, a novidade foi o protagonismo dos profissionais da educação, escrevendo seu relato de prática e reconhecimento de produções dos alunos realizadas de forma coletiva. “Ao final de um ano difícil como este, sinto uma enorme satisfação em estar entre os quatro vencedores nacionais, na categoria Crônica! Trazer esse título inédito para minha cidade, principalmente para minha comunidade escolar, deixa meu coração quentinho de felicidade”, declarou Dayane ao se referir sobre seu texto vencedor da categoria Crônica, com o título “Ressignificação: a metodologia para uma nova realidade”. “[…] Trabalhei às oficinas com os alunos, discuti, produzi, incentivei-os, procurando superar as dificuldades […] Através da prática e escrita do relato pude levar comigo a minha turma do 9º ano da escola Eligio Almeida, do bairro Trizidela em Bacabal – MA, para uma dimensão completamente diferente”, afirmou a professora, cuja escola fica localizada no bairro Trizidela, um dos mais carentes do município e que sofre bastante discriminação pela ocorrência de crimes. Dayane da Costa é licenciada em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e atua como professora contratada temporária na UEF Deputado Elígio Almeida, instituição de ensino da rede pública municipal de educação de Bacabal. A 7º Olimpíada de Língua Portuguesa 2021 possuiu mais de 112 mil professores e escolas de todos os estados brasileiros inscritos. A OLP faz parte do Programa Escrevendo o Futuro que tem como parceiros o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), o Canal Futura, Fundação Roberto Marinho e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Falta de transparência e indícios de direcionamento marcam licitação de R$ 33,4 milhões de Edvan Brandão em Bacabal

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A falta de transparência em uma licitação de R$ 33,4 milhões da gestão Edvan Brandão (PDT) em Bacabal deve ser alvo de investigação no Ministério Público e levar o TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Maranhão a determinar a suspensão imediata de quaisquer medidas administrativas decorrentes do procedimento licitatório por graves indícios de direcionamento. O pregão eletrônico de registro de preços foi aberto no último dia 13 de maio, para a aquisição de medicamentos e insumos farmacêuticos de interesse da Semus (Secretaria Municipal de Saúde). O certame foi realizado pelo sistema de compras do próprio município, registrado em endereço clandestino, ao custo de mais de R$ 600 para cadastro de cada participante. Segundo levantamento feito pelo ATUAL7 nesta quarta-feira (16), tanto no portal de compras quanto no portal da transparência da Prefeitura de Bacabal, diversos documentos obrigatórios à realização da licitação não foram disponibilizados para consulta pública. Esse tipo de inobservância à legislação, segundo constatação de órgãos de controle e de fiscalização que resultaram na condenação de gestores públicos, causa restrição à competitividade e favorece montagem e direcionamento da licitação. Pelo menos duas participantes da licitação, inclusive, relataram problemas técnicos na plataforma ao tentarem cadastrar propostas e outros documentos. Embora o resultado tenha sido assinado no dia 8 de junho pelo pregoeiro da CPL (Comissão Permanente de Licitação) do município, Carlos Henrique Ferro Sousa, o ATUAL7 verificou que a gestão Edvan Brandão disponibilizou para controle social no sistema de compras apenas o edital, atas eletrônica e de disputa, documentos de habilitação e propostas inicial e final das empresas participantes do certame, sendo estas últimas referentes a somente 3 dos quase 900 lotes da licitação. Já no portal da transparência da prefeitura, há apenas o edital e o termo de resultado do certame. E no sistema de acompanhamento de contratações públicas do TCE do Maranhão, o Sacop, apenas o edital. As empresas vencedoras foram a Amazônia Distribuidora Eireli, com endereço no Parque Piauí, em Timon; e Stanpharma Distribuidora de Medicamentos Eireli, sediada na Vila Sarney, em São Luís. Consagrada com 95 lotes do pregão eletrônico suspeito, a primeira é representada por Ludgero de Sousa Vieira, e a segunda, que levou 785 lotes, por Antonio Stanrley Pereira da Silva. Apesar de não haver sido consagrada vencedora, a empresa Hospmed Eireli, de Teresina, Piauí, que também participou do procedimento licitatório, tem como proprietário Luis Carlos Galvão Vieira, filho de Ludgero Vieira, da Amazônia Distribuidora. Segundo entendimento do TCU (Tribunal de Contas da União) a respeito de contratações públicas, licitação com a participação de empresas distintas, mas que no quadro societário constam pai em uma e o filho na outra, e que disputam um mesmo item prejudica a isonomia e a competitividade do certame.

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