Simplicio defende criação de 1 milhão de empregos nos próximos anos

O secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplicio Araújo, divulgou indicadores positivos e metas audaciosas a serem aplicadas no Estado. Por meio das redes sociais, o titular da SEINC e pré-candidato ao Governo do Estado afirmou que acredita na possibilidade de que, nos próximos anos, um milhão de empregos com carteira assinada sejam criados no Maranhão. “O Maranhão precisa ser construído por todos os maranhenses, eu quero um Maranhão com mais Empregos”, publicou. As ações estratégicas desenvolvidas pela SEINC, capitaneado por Simplicio, permitiram a criação de 41 mil postos de trabalho no Maranhão ao longo de 2021. Esse trabalho foi a maior variação relativa positiva na região nordeste impulsionado por grandes contratações devido a retomada da ALUMAR e expansão da ENEVA. A ALUMAR proporcionou 2.300 empregos diretos, enquanto que a ENEVA gerou 1500 vagas, totalizando juntas 3.800 trabalhadores empregados com carteira assinada.
Simplício comemora investimentos de R$ 900 milhões da Alumar

Após reunião com o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, o Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar/Alcoa) anunciou, nessa quarta (5), a retomada de mais uma linha de produção de alumínio com investimento de R$ 910 milhões de reais. “Esta é a primeira grande notícia de 2022 para o nosso Estado. Por meio das ações estratégicas do governo, temos conseguido garantir desenvolvimento econômico, estímulo às cadeias produtivas e geração de emprego e renda […] a retomada por completo da produção da Alumar sugere um excelente recado para o mercado brasileiro sobre o novo ambiente de negócios do Maranhão. Quem sabe agora também consigamos a tão sonhada verticalização da cadeia produtiva de alumínio no Maranhão”, pontuou o titular da SEINC. De acordo com o diretor da multinacional, Helder Teixeira, no total, serão mais de 2.300 empregos diretos gerados. Para assumir os cargos, serão priorizados os funcionários demitidos a partir de 2013. Nessa época, a Alumar havia encerrado as atividades da terceira linha de produção de alumínio, com mais de 600 vagas desativadas. “Nosso objetivo é continuar estimulando novos fluxos de negócio dentro do Estado e, também, promover o desenvolvimento social para os maranhenses”, afirmou secretário.