Gestão petista arrasa BNDES e lucro do banco cai 45% em 2023

No primeiro semestre de 2022, sob a gestão de Jair Bolsonaro, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou um lucro líquido de R$ 6,7 bilhões. Beste ano, com Lula, a receita despencou cerca de 45% e alcançou apenas R$ 3,7 bilhões. Os números indicam problemas na gestão do banco e apontam para um futuro obscuro. A principal razão para a queda no lucro se dá pela retirada de dinheiro do banco pelo governo federal. Com Lula, foram sacados do banco, por meio de devoluções antecipadas, R$ 72 bilhões. Apesar do volume incomum repassado do BNDES para os cofres do Governo Federal, o presidente do Banco, Aluízio Mercadante, culpou a Americanas e a taxa de juros pela queda no lucro. “Nós atravessamos um semestre difícil. A maior taxa de juros real da economia mundial, tivemos ainda a maior fraude na empresa privada da história do Brasil com impacto gigantesco no mercado de capitais (escândalo da Americanas)”, disse.

Lula e Alckmin promovem jantar em restaurante de luxo em São Paulo

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Na noite do último domingo (19) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) se reuniram publicamente no restaurante Figueira Rubaiyat, no Jardim Paulista. Organizado pelo Prerrogativas, grupo de advogados antilavajatistas, o “Jantar pela Democracia” marcou o primeiro encontro dos políticos desde que começaram a negociar uma aliança para disputar as eleições de 2022. O evento reuniu cerca de 500 convidados, incluindo governadores, presidentes de partidos. Alckmin recentemente saiu do PSDB, partido que fundou, e tem sido apontado como possível candidato a vice-presidente na chapa petista. Na semana passada, o Datafolha divulgou uma pesquisa que mostra o ex-tucano é o nome preferido pelos paulistas para o governo estadual. Ele já recebeu convites para filiação ao PSD e ao Solidariedade, mas estuda entrar para o PSB, partido que recentemente acolheu o governador do Maranhão Flávio Dino e o deputado federal Marcelo Freixo.

Geraldo Alckmin alimenta união com Lula

IMAGEM BLOG MARLLON

O nome do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) como possível vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente da República tem ganhado cada vez mais força. Apesar do passado de disputa, o ex-governador tem alimentado a aliança com Lula. O ex-governador também segue trabalhando em sua candidatura para o governo de São Paulo. De saída do PSDB, ele mantém conversas até com o PSL. A possível união do ex-governador com o petista se fortaleceu em novembro, quando os grupos políticos do ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) e do ex-vice de Alckmin, Márcio França (PSB), alimentaram a especulação. A ideia é que Alckmin ajudaria a mudar a imagem da chapa petista. O ex-governador é popular no Estado de São Paulo, além de ser bem visto pelo mercado financeiro, ou seja, ele poderia agregar votos a uma chapa com Lula.  Lula afirmou que nenhuma briga anterior entre os dois é irreconciliável. Por sua vez, Alckmin disse que fica “muito honrado” pela citação de seu nome como possível vice do petista. Apesar disso, Alckmin segue mantendo conversas com Junior Bozzella, o vice-presidente do PSL. O partido está em processo de fusão com o DEM para formar o União Brasil e gostaria de lançar o ex-governador na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

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