
MARANHÃO, 20 de janeiro de 2026 – O procurador-geral de Justiça (PGJ), Danilo de Castro, afirmou nesta terça (20), que considerou precipitado o pedido coletivo de exoneração apresentado por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. A declaração foi feita durante entrevista à TV Mirante, ao comentar a decisão tomada no início do mês.
Segundo Danilo de Castro, a manifestação dos promotores ocorreu após parecer emitido pelo procurador-geral de Justiça em exercício, Orfileno Bezerra Neto, no contexto da Operação Tântalo II, realizada no município de Turilândia. O parecer tratava da situação de investigados no âmbito da operação.
Durante a entrevista, o chefe do Ministério Público avaliou que a reação dos colegas foi precipitada, pois o parecer questionado sugeria a substituição de pedidos de prisão por medidas cautelares menos gravosas.
Embora não tenha assinado formalmente a manifestação emitida no processo, Danilo de Castro informou que divulgou nota pública em apoio ao parecer elaborado por Orfileno Bezerra Neto. A nota reforçou a legitimidade do posicionamento adotado no âmbito da atuação institucional.
O procurador-geral de Justiça (PGJ) não detalhou eventuais desdobramentos administrativos relacionados ao pedido de exoneração, limitando-se a comentar o contexto e o conteúdo do parecer que motivou a decisão dos promotores do Gaeco.







