
Nesta terça-feira (22), o padre Chrystian Shankar, da Região Centro-Oeste de Minas Gerais, exibiu um vídeo que viralizou na internet ao acusar as escolas de peverterem crianças e adolescentes.
“Eles pegam as crianças que não têm valor ainda. Ensinado os pequenininhos que as coisas são assim, eles vão viver assim. As crianças são tábuas rasas. O plano deles é esse. Escolas de ensino fundamental e médio […] Outra coisa é você pegar crianças, pré-adolescentes, formar a mente deles como se isso fosse o ideal, a normalidade, que tanto faz ele namorar um, como dois, como três, como seis […] Uma criança de 12, 13 anos não tem capacidade emocional para definir o que ele será a vida toda”, disse o padre.
Afirmando que foi procurado por um casal que alegou que o filho adolescente havia sido convidado pela melhor amiga para uma relação a três, visto que, a pessoa que fez a proposta teria assistido a uma palestra na escola sobre novas modalidaades de amor e família, Chrystian Shankar fez duras declarações ao esmiuçar um material que teria sido compartilhado em uma escola particular.
“Quando eu acho que o negócio tá ruim, porque eu pensei que o ruim é o ideologia de gênero, tem coisa pior […] Os valores familiares somos nós, vocês educam cultura livresca. Não, eles entram neste meandros […] Tem um tanto de nome, agora é o poliamor […] Casal vinha de casamento, casal era um homem e uma mulher. Agora já não é mais, tem outros casais. Agora, casal não é mais dois, pode pôr mais nisso aí”, afirmou o sacerdote.
O vídeo intitulado “Mudam o nome, continua a safadeza” repercutiu ao ponto do padre ter sido criticado por não mencionar nomes. Durante a pregação, Chrystian Shankar disse que não citaria para evitar processos judiciais.







