
BRASÍLIA, 02 de julho de 2026 — O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai continuar cuidando dos inquéritos do escândalo Master e das fraudes no INSS. A decisão vale para o recesso do Judiciário, que começa na quinta (2), e segue até o fim do mês.
Durante o recesso, o STF funciona em regime de plantão. Por isso, a Corte não faz sessões normais de julgamento. Ela analisa apenas os casos considerados urgentes. A presidência do tribunal é quem decide o que entra nessa lista.
Além de Mendonça, o ministro Alexandre de Moraes também avisou que manterá suas atividades em julho. Ele vai se revezar com o presidente do STF, Edson Fachin, para cuidar dos pedidos de urgência. Fachin atende os casos da primeira quinzena. Moraes fica com os pedidos a partir do dia 15 de julho.
O recesso suspende os prazos processuais. Então, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pode ganhar mais tempo para se manifestar sobre um pedido de investigação.
Esse caso envolve repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse”, que fala sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mendonça enviou esse pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) na quarta-feira, dia 1º de julho.
No último recesso, entre o fim de 2025 e o início de 2026, vários ministros mantiveram o trabalho. Além de Mendonça e Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Flávio Dino e Cristiano Zanin também despachavam.







