EPIDEMIA SILENCIOSA

Maranhão tem alta de síndrome respiratória aguda grave

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Maranhão síndrome
No Maranhão, o crescimento de SRAG por VSR preocupa especialmente entre crianças. Entre as capitais, São Luís mostra sinais de crescimento da atividade de SRAG.

MARANHÃO, 03 de abril de 2026 – O Maranhão enfrenta crescimento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A informação consta da mais recente edição do Boletim InfoGripe. O documento é elaborado pelo Programa de Computação Científica da Fiocruz.

A maioria das unidades federativas do Nordeste apresenta nível de atividade de SRAG em alerta. O Maranhão está incluído nesse grupo. Há também classificações de risco ou alto risco. A tendência é de aumento nas últimas semanas.

A principal causa dos casos de SRAG no estado tem sido a influenza A. Além disso, o vírus sincicial respiratório (VSR) contribui significativamente para o aumento. O rinovírus também tem participação importante nesse cenário.

Em crianças, a incidência de SRAG está mais associada ao VSR e ao rinovírus. Já em adultos e idosos, a influenza A é a principal responsável pelos casos. A mortalidade permanece mais elevada entre idosos. A Covid-19 também se destaca nesse grupo etário.

VACINAÇÃO COMO PREVENÇÃO

Os pesquisadores reforçam a importância da vacinação contra a influenza. Essa é a principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos.

A Campanha Nacional de Vacinação começou em 28 de março em várias regiões. O Nordeste está entre as regiões contempladas. A campanha segue até 30 de maio. A imunização é gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Grupos prioritários devem garantir a imunização. Entre eles estão crianças, idosos e pessoas com comorbidades. Gestantes a partir da 28ª semana também fazem parte do grupo.

Profissionais da saúde e da educação igualmente precisam se vacinar.

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