RETRATO ECONÔMICO

Maranhão registra renda per capita de R$ 1.219 em 2025

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Maranhão IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que rendimento domiciliar per capita do Maranhão foi de R$ 1.219 em 2025, abaixo da média nacional.

MARANHÃO, 27 de fevereiro de 2026 – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (27), que o Maranhão apresentou a menor renda per capita do Brasil em 2025, com rendimento domiciliar médio mensal de R$ 1.219 por pessoa, abaixo da média nacional de R$ 2.316, conforme levantamento oficial do instituto.

O indicador de renda per capita resulta da divisão da renda total dos domicílios pelo número de moradores. No cálculo, o IBGE considera ganhos do trabalho, aposentadorias, pensões, programas sociais e outras fontes de receita. Além disso, os valores divulgados são nominais, sem correção inflacionária.

DADOS DA PNAD CONTÍNUA

As informações integram a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), principal levantamento do IBGE sobre mercado de trabalho e rendimento no país. Por isso, os dados seguem critérios legais e subsidiam a distribuição do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

Segundo o levantamento, o Distrito Federal registrou o maior rendimento domiciliar per capita do país, com média mensal de R$ 4.538. Dessa forma, Maranhão e Distrito Federal mantiveram posições opostas no ranking nacional de renda per capita divulgado pelo IBGE.

COMPARAÇÃO NACIONAL

O IBGE destacou que a capital federal concentra grande número de servidores públicos com remunerações mais elevadas. Enquanto isso, o Maranhão enfrenta desafios estruturais relacionados à renda e à desigualdade social, refletidos no resultado da renda per capita estadual.

Apesar do desempenho do mercado de trabalho nacional em 2025, a renda per capita do Maranhão permaneceu na última posição entre as unidades da Federação. No período, a taxa de desemprego foi de 5,1% no trimestre encerrado em dezembro e a média anual ficou em 5,6%, as menores da série iniciada em 2012.

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Nonato

E políticos, em vez de estimularem/viabilizarem o setor produtivo e a industrialização do MA, seguram-se em “bolsa …”, na pobreza. Vergonhoso!

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