
MARANHÃO, 27 de janeiro de 2026 – O Maranhão registrou queda nos principais indicadores de segurança pública em 2025, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com redução de homicídios, feminicídios, latrocínios e roubos em todo o estado.
As ocorrências diminuíram após reforço no policiamento, ampliação de estruturas e uso de tecnologia, o que consolidou a retração da criminalidade violenta.
Além disso, os Crimes Violentos Letais Intencionais caíram de 2.050 para 1.940 casos, redução de cerca de 5,5%. Os homicídios recuaram 5,2%, passando de 1.913 para 1.814 registros. Os latrocínios também reduziram aproximadamente 5%, mantendo sequência de quedas entre agosto e dezembro.
INVESTIMENTOS E ESTRUTURA
O governo atribuiu os resultados ao reforço estrutural da segurança pública, com nomeação de mais de 1.400 policiais militares e novos delegados, investigadores, escrivães e peritos. Também ocorreram mais de 5 mil promoções, entrega de 840 viaturas e execução de 260 obras em delegacias e batalhões.
Além disso, a Polícia Civil inaugurou nova sede no bairro do Anil, em São Luís. Entre as 22 regionais, 13 registraram queda nos homicídios. Barra do Corda reduziu 44,5%, Barreirinhas 42,25%, Timon 32,5%, Imperatriz 33% e Presidente Dutra 31%, entre outras localidades.
Os dados indicaram impacto das medidas na segurança pública, com diminuição de registros também em Caxias, Codó, Bacabal, Itapecuru Mirim, Balsas, Rosário, Pinheiro e Cururupu, que apresentaram retração nas ocorrências ao longo do ano.
QUEDA NOS ROUBOS E RECUPERAÇÕES
Os crimes contra o patrimônio também recuaram. O roubo de celulares diminuiu 28%, com 6.154 vítimas a menos, passando de 21.918 para 15.764 registros. Na Grande Ilha, a queda chegou a 32%, enquanto São Luís registrou redução de 30% nos casos.
O roubo de veículos caiu 22%, de 4.272 para 3.323 ocorrências. Paralelamente, as forças de segurança pública recuperaram 3.589 veículos, aumento de cerca de 37%. Já os roubos a transeuntes reduziram 27%, enquanto crimes a comércios e residências caíram 27% e 19%, respectivamente.







