EXEMPLO NACIONAL

Maranhão reduz casos de feminicídios enquanto país tem alta

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Maranhão feminicídio
Maranhão contabilizou 51 casos em 2025, uma redução de 27% em relação ao ano anterior. Dados do Ministério da Justiça apontam crescimento na média nacional.

MARANHÃO, 26 de janeiro de 2026 – O Maranhão reduziu em 27% os registros de feminicídio em 2025, conforme dados do Ministério da Justiça, contrariando a tendência de aumento observada em nível nacional.

O estado passou de 69 casos em 2024 para 51 no ano passado, um resultado que autoridades locais atribuem a políticas públicas de enfrentamento. Essa diminuição significa 18 vítimas a menos em comparação com o período anterior.

Além disso, o governo estadual destaca sua estrutura policial especializada como pilar central. Atualmente, o Maranhão mantém 23 Delegacias da Mulher e um departamento estadual dedicado exclusivamente ao combate do feminicídio.

Paralelamente, um núcleo de apoio às vítimas está em implantação nas demais unidades policiais, ampliando a rede de acolhimento.

A ampliação da rede de proteção é outro ponto reforçado pelas autoridades. A rede de casas de acolhimento, por exemplo, saltou de uma para cinco unidades da Casa da Mulher Maranhense. O estado também conta com uma Casa da Mulher Brasileira.

Na oportunidade, Brandão citou que o amparo se estende aos órfãos do feminicídio, garantindo suporte após a violência.

O programa de Patrulha Maria da Penha foi expandido, passando de 15 para 23 equipes em atividade. Essas patrulhas atuam no monitoramento eletrônico e no acompanhamento físico para assegurar o cumprimento das medidas protetivas.

O governador Carlos Brandão divulgou os dados em suas redes sociais, afirmando que o trabalho contínuo de prevenção e proteção faz a diferença, apesar de reconhecer que ainda há um longo caminho a percorrer.

“Começamos a semana informando que, em 2025, o Maranhão reduziu em 27% os casos de feminicídio, enquanto o cenário nacional registrou aumento. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo de prevenção, investigação e proteção, com delegacias especializadas, ampliação da rede de acolhimento, patrulhas Maria da Penha e apoio às vítimas e às famílias. Ainda há muito a avançar, mas seguimos firmes no combate à violência contra a mulher.”

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