
Segundo relatório do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Maranhão é o estado com o maior número de obras de creches, escolas e quadras inacabadas em todo o Brasil. Os recursos são sacados por gestores públicos e, simplesmente, não são aplicados por corrupção ou incompetência.
De acordo com o relatório, o Maranhão tem 484 obras inacabadas e é disparado o estado do Brasil que mais desperdiça recursos públicos. Quem mais se aproxima é o Pará com 343. O Brasil tem num total 2.591 obras inacabadas.
O deputado federal Gastão Vieira (PROS) lamentou a situação. “Essa é uma situação vexatória e vergonhosa para o Maranhão. Existem recursos que ainda não foram gastos e estão nas contas”, disse.
O deputado já presidiu o FNDE e tem propriedade para fazer as críticas. Para Gastão, o “título é vergonhoso”.








Eu tenho convicção que a culpa não é do meu presidente Bolsonaro Mais vamos muda esse história bem aí E hora de se da o troco nas urnas E juntinho de Deus agente vai vencendo Amigos patriotas
Mais uma vez Bolsonaro SIM é o culpado. Aliás, desde a fundação do estado do Maranhão,Bolsonaro só prejudica. Flávio Dino não tem culpa de nada. Flavinho é um santo. Habemus Trouxas.
Lamenta-se profundamente que o parlamentar federal não tenha adentrado ou se furtou em comentar por desconhecimento ou não as reais causas dos insucessos de obras federais de convênios, de emendas parlamentares e também as realizadas com recursos da CEF não só no Maranhão como no Brasil, tais como: custos unitários referenciais SINAPI imprestáveis; açodamento no planejamento das obras em face do calendário político/eleitoral (culpa dos políticos “envoltos” com as futuras contratações).
Bem como, projetos básicos deficientes (planilhas errôneas e plantas deficientes); demora na liberação burocrática (no supervisionamento) a cargo dos ministérios defasando consequentemente os preços unitários dos serviços; ainda, fiscalização ineficaz por incompetência dos quadros de pessoal das prefeituras; pavor dos agentes públicos do TCU e MPF ocasionando insegurança e atrasos de decisões importantes nos contratos tais como aditivos de serviços devidos, reajustes de preços e reequilíbrios econômico-financeiros dos contratos etc.. Mais, falta de relatórios “feedback” ou envio com atrasos aos órgãos concedentes (ministérios), o que leva geralmente aos atrasos insuportáveis do andamento das obras e/ou paralisações definitivas; inscrição das prefeituras no CAUC, SIAFI, CADIN o que leva, às vezes, a meses de suspensão de pagamentos devidos aos contratados e/ou paralisações definitivas das obras até que a Prefeitura consiga uma decisão judicial liminar na Justiça Federal para dar continuidade às mesmas, só que a essa altura já com outra empresa contratada uma vez que a primeira contratada já quebrou de tantos atrasos de pagamento!
Por fim comenta-se à boca pequena, o que precisa ser apurado, em licitações dirigidas a parceiros, investidores e correligionários, corrupção de políticos interessados, de prefeitos, lobystas e ineficiências administrativas dos agentes públicos tanto nas prefeituras como nos ministérios etc., etc., etc.