
MARANHÃO, 22 de janeiro de 2026 – O Maranhão elevou para 54,96% a parcela da população inserida nas classes sociais A, B e C entre 2022 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas.
Nesse período, o Maranhão ampliou a presença de moradores nas faixas de maior renda ao registrar crescimento de 10,59 pontos percentuais, conforme dados consolidados pela instituição.
De acordo com o levantamento, o contingente nessas classes sociais passou de 44,37% para 54,96% em dois anos. Além disso, a FGV classificou as faixas com base na renda familiar mensal. A classe A reúne rendimentos acima de 20 salários mínimos, enquanto as classes B e C abrangem valores entre quatro e 20 salários mínimos.
O estudo detalhou que a classe B contempla famílias com renda entre 10 e 20 salários mínimos. Já a classe C inclui rendimentos de quatro a 10 salários mínimos.







