REAÇÃO DURA

Iracema rebate acusação de assassino confesso sobre Pacovan

Andre Reis
Compartilhe
Iracema Vale
Presidente Iracema Vale negou ligação com a morte de Pacovan, criticou declarações do assassino confesso Gilbson Cutrim e disse ser alvo de violência política.

MARANHÃO, 19 de agosto de 2026  A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (MDB), rebateu nesta quarta (19) acusações feitas por Gilbson Cutrim nas redes sociais. Ele atribuiu à parlamentar uma suposta ligação com a morte do empresário Josival Cavalcanti, o Pacovan, assassinado em 2024.

Iracema negou envolvimento no crime e afirmou que nunca teve relação com Pacovan. Além disso, classificou a acusação como falsa e disse acreditar que existe uma articulação política por trás da divulgação. Três pessoas chegaram a ser presas pelo assassinato, entre elas um executor e dois supostos mandantes.

“Um assassino confesso, que responde a várias acusações de homicídio, vem a público e me acusa de ter contribuído para a morte de uma pessoa com quem nunca tive qualquer relação. E é exatamente por isso que essa denúncia não me assusta, ela me enoja”, afirmou.

Durante o pronunciamento, Iracema questionou a repercussão dada às declarações de Gilbson e relacionou o episódio ao período eleitoral. Segundo ela, as acusações tentam atingir autoridades do Maranhão e garantiu que não pretende se calar diante do caso.

A parlamentar também disse considerar o episódio uma forma de violência política contra uma mulher. Ela afirmou que defenderá sua trajetória pessoal e política e que não aceitará que as acusações prejudiquem sua imagem.

“A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade? A quem interessa destruir reputações por meio de mentiras de um assassino? A quem interessa que o Maranhão se transforme em um palco de um espetáculo em que acusações absurdas valham mais do que a verdade? Para mim, está tudo orquestrado politicamente. Eu não vou me calar. Essa é a maior violência política que uma mulher como eu poderia sofrer […] Não deixarei que manchem minha história de vida. Minha trajetória comprova uma vida limpa e de trabalho, ao contrário de quem me acusa, que não tem uma biografia, mas uma extensa ficha policial”, disse.

Gilbson Cutrim foi condenado pelo assassinato de João Bosco, morto a tiros em agosto de 2022, em São Luís. O crime ficou conhecido como “Caso Tech Office”.

Compartilhe
0 0 votos
Classificação da notícias
Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x