
BRASIL, 22 de outubro de 2026 — O g1 publicou nesta segunda (19) uma informação incorreta sobre a proposta de Flávio Bolsonaro (PL) para o Bolsa Família. O portal afirmou inicialmente que beneficiários seriam retirados do programa após 24 meses, mesmo sem conseguirem emprego. Horas depois, o próprio veículo corrigiu a reportagem.
A matéria entrou no ar às 10h48 e recebeu a correção às 15h23. Segundo Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio, a proposta prevê uma transição de dois anos para beneficiários que abrirem um negócio ou conseguirem emprego formal.
Durante esse período, segundo Daniella, essas pessoas continuariam recebendo o benefício. Além disso, poderiam retornar automaticamente ao Bolsa Família caso a tentativa de obter renda própria não desse certo. A proposta também prevê crédito e capacitação profissional.
Atualmente, famílias que aumentam a renda podem permanecer temporariamente no programa pela regra de proteção. Elas recebem 50% do benefício por até 18 meses, desde que a renda mensal por pessoa não ultrapasse R$ 706.
A discussão ocorre na reta final do segundo turno entre Flávio e Lula. Em setembro, o governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família. O piso passou de R$ 600 para R$ 691.
Neste mês, o governo também antecipou pagamentos que originalmente seguiriam até 30 de outubro. O segundo turno está marcado para domingo (25).










