Eliziane vai as redes sociais defender golpe contra Bolsonaro

Compartilhe
Após silenciar contra medidas ditatoriais tomadas por governadores, senadora ameaça pedir impeachment do presidente caso ele endureça atuação durante a pandemia

A senadora maranhense Eliziane Gama (Solidariedade) saiu da toca e defendeu abertamente a deposição de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Embriagada pelo ódio contra o presidente, nos últimos dias a senadora tem publicado uma série de mensagens desconexas que têm como ponto de ligação apenas o desejo de desgastar o governo.

Eliziane Gama, que silenciou contra as medidas ditatórias tomadas por governadores que estão cerceando a liberdade da população, afirma que medidas mais duras tomadas pelo presidente são “negacionismo” e que devem ser enfrentadas com a Constituição. A verdadeira intenção por trás da publicação é a deposição do presidente da República.

Antes de propor o golpe contra Bolsonaro, a senadora chegou a debochar do presidente em suas redes sociais ao tomar conhecimento de que o presidente pretendia convocar o Legislativo e o Judiciário para restabelecer a ordem no país. Atabalhoada e completamente embriagada pelo comunismo, a senadora afirmou que procurar os outros poderes é algo diferente de “trabalhar” com a sociedade.

As publicações da senadora Eliziane Gama a colocam no grupo de parlamentares liderados por Rodrigo Maia que estão dispostos a sabotar o país para desgastar o atual governo.

Compartilhe
0 0 votos
Classificação da notícias
Inscrever-se
Notificar de
guest
13 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Walter

Essa desde que entrou na pokitica perdeu a linha e a noção dos princípios que ela foi eleita para defender . Preferiu se aliar ao que ha de mais podre na política nacional em busca de um projeto de poder .

Ela pode se preparar que sua queda será certa.

Surian lira

Essa aí é a das maiores decepção política do Maranhão, foi eleita com esperança de qm votou, que seria o início de uma mudança, e defesa de princípios, mas o bom é que 8 anos tbm passam.

Adilson

Ainda bem que NÃO VOTEI E NÃO VOTAREI NESSA SENHORA QUE NÃO DA UM PIO SOBRE A POBREZA QUE CRESCEU NO MARANHÃO JUNTO COM O CHEFE DELA COMUNISTA ÁS MAs estão todas em péssima condição ela so têm olho para criticar o Governo Federal como se adm. F. DINO estivesse uma maravilha vai te catar Senadora abra mão dos gordos salario com verba de gabinete em prol dos mais necessitados do seu Estado brincadeira pais em uma pandemia eles querendo mais instalidade tirem o Presidente no voto nas eleições.

Saade

A propösito, essa aí é a dita evangélica que se elegeu com os votos dos crentes trouxas ??? Crentalhada, tá ja hora de acordar irmãos…

Vespertino

Qual a importância de eliziane grana para o momento? Nem a tropa de choque dos ptralhas a leva a sério. Só serve para fazer numero dos que falam mal de bolsonaro e conseguem alguns minutos de fama na globo.
Se ela nao pagasse para sair nos blogs, mandando matéria pronta, seria solenemente ignorada.

João Limeira

“Acorda Irmãos” e abandone a sua ignorância que ajudou a eleger Jair Bolsonaro. Tuas mãos estão sujas de sangue!

Antônio

Antes era os Lulistas idiotas que falavam em Golpe kkkk é golpe é golpe

Agora é essa direita idiotizada kkkkkk

Vai capinar um lote kkkkk

Bola

Ah não me lembrava que essa senhora é senadora pelo Maranhão!!!um doce pra quem me mostrar alguma obra feito com indicação dela

Jailson Gomes

Essa rapariga era pra está na roça comendo capim ao invés de está no parlamento ou nas redes sociais conversando bosta contra um presidente legítimo e honrado.
Também não é de se estranhar essa atitude insana dela pois comunista não é gente

Magno Cunha da Silva

Editorial do Coronel Reformado do Exército Brasileiro “Marcelo Pimentel Jorge de Souza”.

Fonte de Pesquisa: Facebook do próprio Coronel Reformado do Exército Brasileiro “Marcelo Pimentel Jorge de Souza”.

Como oficial da reserva do Exército, e de acordo c/o direito que me é assegurado pela Lei 7.524/86, declaro ter/sentir:

– NOJO da pessoa que preside meu país;

– DESPREZO por quem participa de seu governo;

– REPÚDIO por quem ainda hoje o apoia;

– ASCO em escutar sua voz ou a pronúncia de seu nome;

– VERGONHA de que tenha um dia passado pela mesma Academia Militar que me formou oficial do EXÉRCITO BRASILEIRO;

– CONTRARIEDADE com quem, minimamente informado, votou nessa pessoa pra ser PRESIDENTE DO BRASIL;

– MELANCOLIA em ver boa parte dos oficiais de minha geração e ex-comandantes participando de um governo chefiado por uma pessoa política e intelectualmente despreparada, inepta e incompetente, além de desumana e extremamente grosseira e mal educada;

– DESESPERANÇA em perceber que grande parte dos oficiais e praças das novas gerações está seguindo o MAU exemplo de alguns chefes e ex-chefes insensatos, ambiciosos, tolos ou idênticos ao capitão manobrado por generais;

– MEDO que o Exército, por intermédio da maioria de seus integrantes, seja transformado numa instituição à imagem e semelhança de seu atual ‘comandante supremo’, que continua sendo tratado como ‘MITO’ nos quartéis em que comparece, SEMPRE acompanhado por generais-ministros políticos que COMANDAVAM, CHEFIAVAM e GUIAVAM as forças armadas brasileiras…até outro dia; e

– DESCONFIANÇA de que alguns generais que se apresentam hoje como
‘dissidentes do governo’ e críticos (exclusivos) ao presidente, mesmo sendo, antes das eleições, as pessoas que mais o conheciam na face da Terra exceto a própria família (dele), sejam apenas aproveitadores de nova ocasião para manutenção do ‘PARTIDO MILITAR’ no centro do poder e do cenário político nacional, agravando o processo de POLITIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS e seu reverso – MILITARIZAÇÃO DA POLÍTICA e da SOCIEDADE -, ambos nocivos para as Forças Armadas (DEFESA) e o BRASIL (ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO)…hoje, amanhã e SEMPRE.

(a) Marcelo Pimentel J. de Souza, cel R-1 EB.

Observações:

1) falar, opinar ou analisar o cenário político no Brasil hoje implica, necessariamente, referir-se a militares e forças armadas – é inescapável. Basta ver quem ocupa todos os cargos do núcleo político e milhares de outros, de natureza civil (ou ‘não propriamente militar’), na estrutura governamental. Em todas as oportunidades que me refiro a oficiais do Exército (Ou das Forças Armadas), aqui ou em outra publicação, excluo quaisquer considerações de ordem pessoal ou relacionadas às suas carreiras militares – em geral, dignas, competentes e coroadas de êxitos – para deter-me exclusivamente em juízos opinativos de caráter político, histórico, ideológico ou relativos ao interesse público, já que exercem, voluntariamente, cargos em comissão de livre provimento na administração pública, muitos de natureza eminentemente política e todos sem nenhuma relação direta com a atividade profissional militar;

2) no mesmo sentido, em relação ao próprio Exército e às Forças Armadas, as opiniões por mim expressadas dizem respeito exclusivamente a eventuais papéis políticos, históricos, filosóficos, ideológicos ou de interesse público que possam ser associados às suas imagens institucionais decorrentes da participação massiva de oficiais e praças, neste ou em qualquer outro governo, em funções e cargos que não guardam relação direta com as destinações constitucionais das forças armadas ou de seus integrantes na ATIVA, cujos cargos militares (ou não), especialmente no caso dos oficiais-generais, são previstos em normas específicas;

3) indico posto hierárquico na manifestação de meu pensamento político (coronel), em contrariedade ao estabelecido na Lei 6.880/80 (Estatuto dps Militares), Art 28, inciso XVIII (determina q o oficial da reserva se abstenha de usar seu posto qdo ocupar cargo público ou ‘discutir política’ publicamente), SIMPLES e EXCLUSIVAMENTE para demonstrar o poder do ‘MAU EXEMPLO’ de inúmeros generais (veja o perfil pessoal de rede social do gen villas boas ou heleno, pra citar apenas dois) que descumprem os preceitos ÉTICOS (é disso que trata o Art 28 do Estatuto dos Militares) mais elementares, traduzido num raciocínio bem simples: “SE UM GENERAL FAZ, QUALQUER OUTRO MILITAR PODE FAZER TAMBÉM” – eu fiz tão somente para mostrar a impropriedade dessa conduta;

4) é o mesmo que dizer… ‘SE UM GENERAL DA ATIVA FAZ POLÍTICA’ (é/era o que fazem/faziam – os generais Pazuello, Ramos, Braga Netto, Rego Barros, respectivamente ministros da saúde, secretaria de governo, casa civil e ‘porta-voz’) ‘QUALQUER MILITAR, DE CORONEL A SOLDADO, PODE FAZER TAMBÉM’;

5) o marechal Osório, comandante da força terrestre na Guerra da Tríplice Aliança, já dizia: “É FÁCIL A MISSÃO DE COMANDAR HOMENS LIVRES; BASTA MOSTRAR-LHES O CAMINHO DO DEVER”;

6) o dever do militar das forças armadas NÃO é governar (independentemente de sua visão político-ideológica, e é livre para tê-la) nem, muito menos, tutelar o poder político civil;

7) lugar de militares e de forças armadas é no ‘fundo do palco’, não protagonizando as lutas políticas normais e legítimas de uma sociedade;

8) pra ajudar a resolver ‘polarizações’ não se deve aderir a um dos polos, muito menos estimular, apoiar ou criar um;

9) ISENÇÃO funcional, NEUTRALIDADE política, IMPARCIALIDADE ideológica, APARTIDARISMO absoluto, PROFISSIONALISMO estrito e CONSTITUCIONALIDADE são os ‘ingredientes’ da argamassa que sustenta o MURO que deve (deveria) separar forças armadas da política. Quem é ou foi chefe e comandante, que ‘PRECEDE, GUIA e LIDERA’ seus subordinados, DEVERIA ser o primeiro a PRATICAR esses 6 princípios, posto que o ‘EXEMPLO ARRASTA’ – ‘ARRASTA’ para a trilha do DEVER profissional ou para as profundezas do ABISMO institucional.

10) eu e muitos oficiais de minha geração formada na AMAN/1987 ajudamos a reerguer aquele MURO nos 30 anos que se seguiram à Constituição que fundou o Estado Democrático de Direito. Ajudamos a reconstruir a IMAGEM POSITIVA de credibilidade, confiança e respeito da sociedade em seu Exército, após 21 anos de autoritarismo inaugurados e protagonizados por chefes militares que se formaram no ‘Estado de Indisciplina Crônico’ dos quartéis nos anos 1920-60 e que, percebendo ou não, transformaram-se em generais ‘DITADORES’ nos anos 1960-70;

11) falo porque é necessário reparar, URGENTEMENTE, as muitas avarias no ‘MURO’, antes que desmorone por completo e tenhamos risco de retroceder institucionalmente àquele ‘Estado de Indisciplina Crônico’ anos pré-64 ou, por outro lado, que se transformem as forças armadas num monolito político-ideológico de sustentação a desvarios autoritários como no período 1964-68-77-85. Como dizia o General Peri Bevilacqua, Ministro do STM cassado pelo AI-5: ‘QUANDO A POLÍTICA ENTRA NO QUARTEL POR UMA PORTA, A DISCIPLINA SAI PELA OUTRA’; e

12) falo porque tive (e tenho) a ‘melhor profissão do mundo’ – a de oficial do Exército Brasileiro – e, por isso, tenho consciência plena que aquele MURO só será reparado se contar com a participação mutuamente cooperativa das chefias militares das forças armadas e das lideranças políticas da sociedade civil.

Como fazer isso? É resposta ao mesmo tempo SIMPLES e COMPLEXA. Apresentarei somente a parte SIMPLES e IMEDIATA:
– a saída, mais breve possível, de todos (TODOS) os militares da ATIVA que exercem cargos de natureza política e/ou que não tenham claríssima relação com as atividades essencialmente militares (o que inclui atividades administrativas);
– a saída gradual de todos (ou quase todos) militares da RESERVA dos cargos para os quais foram nomeados no governo, estatais, autarquias, fundações, fundos de pensões, embaixadas, tribunais etc., nas mesmas condições dos da ativa; e
– o mais SIMPLES de tudo –> Basta os GENERAIS darem o EXEMPLO. Dar EXEMPLO é fazer primeiro ou junto!

A HISTÓRIA grita aos nossos ouvidos!
Ouçamo-la!

Magno Cunha da Silva

Editorial do Coronel Reformado do Exército Brasileiro”Marcelo Pimentel Jorge de Souza”

Fonte de Pesquisa: O Facebook do Próprio Coronel Reformado do Exército Brasileiro “Marcelo Pimentel Jorge de Souza”.

O DEVER

o EDITORIAL do “REFORMISTAS”, compartilhado abaixo, é EXCELENTE.

Como acompanho suas publicações e com todo o RESPEITO e intenção CONSTRUTIVA para o debate, me permito apontar um equívoco CRUCIAL que, a meu ver, cometem já na iminência do desfecho do EDITORIAL.

Da forma como está escrito, deixa claramente no ar um apoio, ainda que muito sutil, a uma candidatura militar em 2022.

Antes de explicar, vou transcrever o período a que me refiro criticamente, reitero, com todo o respeito. É preciso destacar que o período é “adversativo” a toda a narrativa anterior do texto, que apresentava a participação NEGATIVA de militares (e, aqui, sejamos muito claros: GENERAIS) no governo:

“Exceções a registrar, os militares que saíram do governo, com críticas pertinentes a ele, evidenciando outras claridades possíveis.”

Ora, os “militares que saíram do governo” não se “demitiram”.

Os “militares que saíram do governo”, especialmente o general que o autor não menciona, embora insinue, construíram a candidatura do capitão boquirroto a quem conheciam tão bem (o que é isso senão IRRESPONSABILIDADE?). O que seriam essas “críticas pertinentes” senão HIPOCRISIA e CINISMO?

Os “militares que saíram do governo” não o fizeram por discordarem do “overbooking” de MILITARES no governo – “cabeça, tronco, membros, entranhas e alma” – mas para continuarem na POLÍTICA e debaixo dos HOLOFOTES, agora sob o argumento de que seriam os ÚNICOS MILITARES capazes de apresentar “críticas pertinentes” ao governo, coisa que, convenhamos, qualquer criança de ensino médio seria capaz de fazer, até melhor!

Os “militares que saíram do governo” NÃO saíram do PARTIDO MILITAR, o mesmo que criou a candidatura de um ESTORVO transformando-o em MITO, o mesmo que embarcou no Governo do presidente eleito no maior fenômeno de “mentira eleitoral” da História do Brasil, o mesmo que arrastou as FORÇAS ARMADAS para a política, o mesmo que MILITARIZA a POLÍTICA.

Os “militares que saíram do governo” são apenas uma “dissidência falsa” para angariar apoios políticos e pavimentarem a inserção dessa “perna” do PARTIDO MILITAR (há quem chame, acertadamente, de “pinça”) em frentes de oposição (a B.) de centro, centro-direita, centro-esquerda! Tudo com o único OBJETIVO de PERMANECER no PODER, que já detém desde 2016 e, diretamente, desde 2019.

Em vez de dar VOZ e RAZÕES aos “militares que saíram do governo”, a IMPRENSA deveria dar VOZ e RAZÕES aos MILITARES QUE NUNCA ENTRARAM E NUNCA ENTRARIAM EM GOVERNO NENHUM! Não porque não sejam capazes de fazê-lo, como proposto na utópica afirmação do autor (“as Forças Armadas podem fornecer para a República alguns quadros de PRIMEIRA GRANDEZA”), mas porque NÃO DEVEM, mesmo que sejam ou tenham sido de PRIMEIRA GRANDEZA.

MILITAR (General) de PRIMEIRA GRANDEZA o é em sua LIDA, não em GOVERNO….ainda que também seja uma PESSOA/CIDADÃO de “PRIMEIRA GRANDEZA”.

Finalmente, não se pode relacionar a importante QUESTÃO da participação, ou não, de MILITARES em GOVERNOS, especialmente num país com o histórico do BRASIL, ao desempenho que venham a ter em GOVERNO como POLÍTICOS, GESTORES etc.

A questão não é essa! É puramente ÉTICA, relacionado a DEVER!

Relacionando a pertinência/propriedade de haver MILITARES no GOVERNO ao desempenho nas funções que exercem, abre-se a possibilidade teórica e prática de que MILITARES participem de GOVERNO se seus desempenhos forem BONS/ÓTIMOS/EXCELENTES.

NÃO, não é isso! Sob certo aspecto, é ainda “pior” que o DESEMPENHO de militares no governo seja BOM (sim, é o “quanto melhor, pior”).

Se assim fosse, estaria sendo transmitida a mensagem aos jovens oficiais, desde seus ingressos na AMAN, pela força do EXEMPLO, que o destino possível e desejável do MILITAR DE CARREIRA, ao final de sua JORNADA militar, seria o GOVERNO!

Isso “desfuncionaliza” as FORÇAS ARMADAS e o próprio GOVERNO.

Ethos/Pathos MILITAR é distinto do Ethos/Pathos POLÍTICO.

Ambos estão certos e adequados às atividades e às funções a que são destinados pela história e pela NORMA CONSTITUCIONAL.

HIERARQUIA, DISCIPLINA e LIDERANÇA (MILITAR) são próprios e desejáveis na CASERNA porque são INDISPENSÁVEIS na GUERRA (no CONFLITO BÉLICO), não na POLÍTICA. Na POLÍTICA, aquilo ATRAPALHA, é IMPRÓPRIO e INDESEJÁVEL.

DIÁLOGO, CONSENSO, LUTA, DIVERGÊNCIA e LIDERANÇA (POLÍTICA) são próprios e desejáveis na POLÍTICA, porque são INDISPENSÁVEIS em GOVERNO (DEMOCRÁTICO), não na CASERNA. Na CASERNA, aquilo ATRAPALHA, é IMPRÓPRIO e INDESEJÁVEL.

Bom, é isso! Desculpem a extensão da opinião, mas vou resumir tudo numa frase-conselho:

– SANTOS CRUZ NÃO É UMA OPÇÃO POLÍTICA e NÃO É UMA “PRIMEIRA GRANDEZA” POLÍTICA. Foi uma PRIMEIRA GRANDEZA MILITAR, a quem muito ADMIREI e ADMIRO, como MILITAR/GENERAL/COMANDANTE!

Não ajudem a transformar um EXCELENTE GENERAL em um novo MITO POLÍTICO! É até pior do que transformar um ESTORVO militar em MITO!

___________
Obs.

Não encontrei no EDITORIAL a referência, mas a cena que ilustra sua postagem é do canto superior esquerdo da obra de PEDRO AMÉRICO, “A BATALHA DO AVAÍ”.

Aqui, CAXIAS, o Comandante do Teatro de Operações aliado na Guerra da Tríplice Aliança, aparece “afastado” da BATALHA, sem ESPADA e numa posição de observação/supervisão, propositalmente elevada. O Duque era, também, o CONDUTOR POLÍTICO da Guerra, em consonância com o GOVERNO do IMPERADOR D. PEDRO II, de quem viria a ser “primeiro-ministro”. Aqui, CAXIAS é o Comandante do Teatro de Operações e de todas as tropas aliadas (incluindo as argentinas e uruguaias). É o SÍMBOLO do “MILITAR POLÍTICO”, tão comum no IMPÉRIO e em boa parte da REPÚBLICA, desde sua fundação (por uma “questão militar” catalisando outras questões) até a DITADURA MILITAR 64-85, inaugurada e conduzida por GENERAIS.

O DADO mais importante do que essa cena extraída da GIGANTESCA tela, para o contexto do EDITORIAL e da minha IDEIA (a crítica apresentada), é o que, omitido neste recorte, aparece no canto inferior direito da obra de PEDRO AMÉRICO.

Ali, está retratado o COMANDANTE MILITAR da OPERAÇÃO – o Marechal OSÓRIO – com espada na MÃO, um FERIMENTO ensanguentado na FACE e conduzindo, como GUIA, seus subordinados ao cumprimento de sua MISSÃO!

Osório, símbolo do “MILITAR-MILITAR”, embora com passagens pela política (estávamos no IMPÉRIO, oras!), sintetiza aquilo que devia POVOAR e NORTEAR as mentalidades dos CHEFES MILITARES brasileiros em pleno SÉCULO XXI – o CUMPRIMENTO DO DEVER!

O DEVER DO MILITAR NÃO É SER MILITANTE POLÍTICO, MAS LUTAR! O DEVER DO GENERAL NÃO É GOVERNAR, MAS COMANDAR!

Aliás, é com uma frase de OSÓRIO, o “legendário”, que encerro essa crítica construtiva.

Em 16 de ABRIL de 1866 (1966 não! OSÓRIO não seria um GENERAL-DITADOR), assim que atravessou o PASSO DA PÁTRIA, iniciando a ofensiva [a BATALHA DO AVAÍ, de 11 de dezembro de 1868 (1968 não! OSÓRIO não assinaria o AI-5)], que marca o início da consolidação da vitória brasileira na GUERRA), OSÓRIO fez consignar em “ORDEM DO DIA” a frase que SIMBOLIZA o DEVER MILITAR:

“É FÁCIL A MISSÃO DE COMANDAR HOMENS LIVRES: BASTA MOSTRAR-LHES O CAMINHO DO DEVER”

Sugiro que REFORMISTAS e a imprensa observem muito atentamente a diferença de uma ORDEM DO DIA como a de OSÓRIO e a que, provavelmente, será expedida pelos COMANDANTES MILITARES em 31 de março de 2021.

Essa comparação é a CHAVE de ABRIR nossas PORTAS para o FUTURO e trancar nossas PORTAS do PASSADO. Por favor, usem-na! Somente vcs podem fazê-lo com propriedade! Contem comigo para ajudar!

Rafá

Amigo
É mais triste pra mim, que sempre votei nela!
Imagino que ela pensa que os cinco anos de mandato que lhe restam, não acabam!
Quero ver ela chegar a um pastor pra pedir voto! Ainda que o compre algum, quero ver este convencer alguém a votar nela!
Ela, com certeza, não sabe fazer as quatro operações matemáticas, do contrário saberia que sem os crentes a conta conta não fecha!
Quem está na mesma vib é a dentuça de Viana, vai se lascar, e no caso desta última, o mandato já está acabando!

Walter

Gostaria de responder aos comentários de Saad e João Limeira contras os cristãos.

Em primeiro lugar respeitem a fé cristã e os milhões de evangélicos que existem nesse país.

Eu entendo o ódio de vcs com os evangélicos, foram eles quem decidiram as eleições em 2018 , votaram em um candidato que apesar dos seus erros ainda é a favor da família, da fé, e dos princípios que regem a MAIORIA dos brasileiros .

Eu imagino que vcs votaram naquele candidato que é a favor do” kit gay ” , da erotização infantil, que foi considerado o pior prefeito de São Paulo tanto que nem se reelegeu , que tem inúmeros processos nas costas por diversos crimes relacionados à corrupção e aí vai e era candidato do do Lula maior ladrão do país e do PT ,maior organização criminosa que Brasil já viu segundo a justiça.

Essa tal Eliziane foi uma decepção ninguém esconde isso.

Mas isso não dá o direito de vcs ofenderem os cristãos cuja religião é maior do mundo.

Se preparem para odiar ainda mais os cristãos. O próprio Jesus falou que seus servos seriam odiados pelo “MUNDO ” , o MUNDO do qual fala a Bíblia se referem são pessoas como vcs que emprestam sua boca para o Diabo usar .

Fiquem atentos, Jesus falou que quem odeia sua igreja não odeia só a igreja mas Jesus que é o dono da igreja.

Arrependam-se enquanto a tempo , a esperança, a vida.

2022 está chegando e, pelos comentários preconceituoso e desrespeitoso de vcs aqui da pra saber que o voto de vcs vai ser em candidatos que irão deixar o Maranhão na mesma miséria de sempre .

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.

13
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x