
RIO DE JANEIRO, 23 de janeiro de 2026 – A embarcação Funelli desapareceu na sexta (16), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, quando seis pescadores estavam a bordo. Cinco são maranhenses. O barco estava ancorado em Ponta Negra quando um rebocador se aproximou. Minutos depois, o sistema perdeu o sinal de rastreamento, o que levantou suspeita de colisão.
Além disso, registros de um site de monitoramento marítimo mostram que o rebocador navegava em movimento na mesma área. Logo após a aproximação, o sinal da Funelli saiu do ar. Por isso, as autoridades consideram a possibilidade de acidente no ponto onde as duas embarcações estavam.
Ainda segundo os dados técnicos, o rebocador permaneceu identificável até as 22h54 do mesmo dia. Em seguida, também deixou de transmitir posição. Dessa forma, a coincidência temporal reforça a hipótese de impacto envolvendo os pescadores e a outra embarcação.
A Marinha do Brasil informou, por meio do Comando do 1º Distrito Naval, que mantém a Operação de Busca e Salvamento. As equipes atuam no mar para localizar a Funelli e os pescadores desaparecidos. Enquanto isso, familiares acompanham os trabalhos e aguardam informações oficiais.
Os tripulantes são moradores de Niterói e São Gonçalo e haviam saído para uma pescaria de longa duração. Entre eles estão Nilton de Jesus Silva, de 66 anos, mestre da embarcação, Raimundo Nonato Costa dos Santos Filho, de 45, e Sirlenildo da Silva, de 39, entre outros pescadores.
Também integram a lista Raimundo Nonato do Nascimento, de 65 anos, e Juarez Serejo da Silva, de 33. Conforme as informações repassadas às autoridades, apenas Sirlenildo não é maranhense. Portanto, cinco tripulantes têm origem no Maranhão, segundo familiares.







