Professor comunista lança Fake News contra Mical Damasceno
A deputada maranhense Mical Damasceno (PSD) está sendo alvo de uma campanha difamatória pelo agitador esquerdista Wesley Sousa. Sousa imputa falsamente à parlamentar apoio aos ataques acontecidos no último dia 8 de janeiro. Em ação na internet, o esquerdista afirma, de forma indireta, que a parlamentar apoia criminosos, age contra a Constituição Federal e foi contra o bem público. Sem absolutamente nenhuma prova e em um documento de pouco mais de 150 palavras, Sousa pede a cassação do mandato de Mical Damasceno. Vale ressaltar que o comportamento acusado por Sousa em Mical também foi observado por outras figuras, inclusive o deputado estadual Yglésio Moyses. Por que a preferência pela parlamentar? Estaria Sousa cometendo alguma discriminação contra ela por ser evangélica, ou por ser mulher? O comportamento de Wesley Sousa pode ser explicado apenas de duas formas: picaretagem ou desconhecimento de quem seja a deputada. Eleita em 2018 e reeleita em 2022, são absolutamente inexistentes quaisquer passagens da deputada, dentro ou fora da assembleia, que flertem com qualquer tipo de violência ou abuso. Imputar a ela discurso de ódio é mentira ou desconhecimento destes fatos. A investida do agitador esquerdista contra a deputada, provavelmente, acontece pela posição antagônica de Mical contra a ideologia defendida por ele. Wesley Sousa não faz questão de esconder seu viés esquerdista em suas redes sociais. Já a a parlamentar tem sido uma voz atuante na defesa dos valores conservadores na casa. Neste aspecto, a campanha difamatória contra Mical, travestida de pedido de cassação, visa apenas a autopromoção pessoal. Sousa sabe, ou deveria saber, que sua tentativa de ligar a deputada aos ataques não possui elementos probatórios mínimos de cometimento de crime e ainda são completamente dissonantes do comportamento da parlamentar. Wesley Sousa quer aparelhar alguns esquerdistas desinformados/desmiolados para aparecer.
Setores do governo e imprensa tentam culpar Flávio Dino por ataques

Nas últimas horas há em curso uma operação para compartilhar a responsabilidade dos ataques de domingo com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB). Setores da imprensa e membros do Governo Federal tentam imputar ao comunista a culpa por não ter evitado a ação de bolsonaristas radicais. Nas últimas semanas é visível a armação de um processo de fritura contra Dino. Evidente que as críticas contra o maranhense não são gratuitas e ele, por sua forma barulhenta de fazer política e gerir o ministério, tem atraído holofotes desnecessários. Contudo, não compete a Flávio Dino e a nenhum outro agente externo aos atos qualquer responsabilidade pela barbaridade do 8 de janeiro. Flávio Dino não alugou ônibus, não fez lives insuflando a ocupação, não divulgou banners sobre “reintegração patriota de posse”, não distribuiu panfletos, não frequentou acampamentos em quartéis, não falou que a eleição deveria ser anulada e não vive de monetização da audiência de pessoas desesperadas e ansiosas por fantasias com coturnos e tanques de guerra. Sobre a segurança das instalações que foram invadidas e depredadas por bolsonaristas, absolutamente ninguém poderia imaginar que aquelas pessoas que passaram dez anos fazendo manifestações ordeiras, poderiam simplesmente ser possuídas pelo espírito do MST e começassem a destruir tudo. Flávio Dino carrega, e ainda vai carregar, muita culpa por muita coisa. Tentar responsabilizá-lo por atos promovidos por seus adversários políticos é de uma picaretagem tamanha. Coisa que, evidentemente, só poderia partir do PT. Ou alguém tem dúvidas da intenção de algo que é reportado pelos jornalistas petistas Kennedy Alencar e Noblat? Abre o olho, Flávio Dino.
Ataques esquerdistas contra a democracia no Peru já somam 46 mortos

A onda de violência promovida por atos antidemocráticos desencadeados por apoiadores esquerdistas do ex-presidente Pedro Castillo está atingindo níveis críticos no Peru. Até agora já foram contabilizadas 46 mortes pelas autoridades locais. Os manifestantes exigem a libertação de Castillo, que está preso após tentar um golpe, o fechamento do Congresso Nacional e outras reivindicações. Os atos antidemocráticos começaram em dezembro após uma tentativa de golpe frustrada dada pelo ex-presidente Pedro Castillo. Após uma espécie de trégua durante as festividades de fim de ano, a onda de violência voltou com toda a força na última segunda (10). Apenas neste dia, dezessete pessoas morreram em confrontos com policiais na cidade de Juliaca, em Puno. Um bebê recém-nascido estava entre as vítimas após ficar presa em uma estrada bloqueada por manifestantes esquerdistas. Antes da barbaridade da última segunda, oito pessoas haviam sido mortas em confrontos no dia 15 de dezembro. Além do retorno de Castillo, os manifestantes exigem a antecipação das eleições, a dissolução do Congresso, a convocação de uma Assembleia constituinte, a demissão de Boluarte do cargo de vice-presidente e a libertação de Castillo. Em Juliaca, informações dão conta de que 2 mil manifestantes iniciaram um ataque total contra a polícia após a tentativa de tomar o aeroporto da cidade. A maioria das pessoas mortas nos confrontos até agora são jovens que integram a linha de frente dos atos golpistas. O governo teme que a selvageria dos atos antidemocráticos afunde o país em uma guerra civil que eleve, ainda mais, o número de mortos pelas ruas do país.
TV Câmara mostra o rastro de destruição deixado pelos invasores do Congresso

Repórter Lincoln Macário percorre as dependências do Congresso Nacional invadidas no domingo por radicais defensores do golpe de estado.
MPF recebe denúncias contra participantes dos ataques ocorridos em Brasília

O Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão está recebendo denúncias que possam ajudar nas investigações e na identificação dos participantes dos atos violentos que resultaram em invasão de prédios e depredação do patrimônio público ocorridos nesse domingo (8/1) em Brasília (DF). Sendo assim, o MPF pede para todos que conhecerem alguém do Maranhão que realizou atos criminosos em Brasília neste domingo, denunciem na Sala de Atendimento ao Cidadão (clique aqui). Pelo formulário, é possível anexar aquivos e enviar relatos ou informações. As pessoas podem solicitar que os dados pessoais sejam mantidos em sigilo. Assessoria de Comunicação Ministério Público Federal no Maranhão Twitter:@MPF_MA Atendimento à Imprensa – 9h às 17h http://www.mpf.mp.br/sala-de-imprensa/atendimento-a-jornalistas Sistema de Atendimento à Jornalistas (SAJ)
Moraes afasta governador do Distrito Federal por 90 dias

O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, ficará 90 dias afastado do cargo. Em decisão publicada na madrugada desta segunda-feira (9), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou descaso e omissão por parte do governador e do então secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, que foi exonerado ontem. “O descaso e a conivência do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e, até então, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres – cuja responsabilidade está sendo apurada em petição em separado – com qualquer planejamento que garantisse a segurança e a ordem no DF, tanto do patrimônio público – Congresso Nacional, Presidência da República e Supremo Tribunal Federal – só não foi mais acintoso do que a conduta dolosamente omissiva do governador do DF, Ibaneis Rocha, que não só deu declarações públicas defendendo uma falsa “livre manifestação política em Brasília” – mesmo sabedor, por todas as redes, que ataques às instituições e seus membros seriam realizados – como também ignorou todos os apelos das autoridades para a realização de um plano de segurança semelhante ao realizado nos últimos dois anos, em 7 de setembro em especial, com a proibição de ingresso na Esplanada dos Ministérios pelos criminosos terroristas; tendo liberado o amplo acesso”, destacou o magistrado. O chefe do Executivo local e o secretário de Segurança exonerado Anderson Torres também serão incluídos no inquérito que investiga atos antidemocráticos. A vice de Ibaneis, Celina Leão (PP), assumirá o comando do Executivo local nesse período. Moraes determinou ainda a desocupação total do acampamento bolsonarista em frente ao Quartel do Exército, na área central de Brasília, em até 24 horas. Os que insistirem, alerta o ministro, poderão ser presos em flagrante e enquadrados em pelo menos sete crimes diferentes. “Determino a desocupação e dissolução total, em 24 (vinte e quatro) horas, dos acampamentos realizados nas imediações dos quartéis generais e outras unidades militares para a prática de atos antidemocráticos e prisão em flagrante de seus participantes pela prática dos crimes previstos nos artigos 2ª, 3º, 5º e 6º (atos terroristas, inclusive preparatórios) da Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016 e nos artigos 288 (associação criminosa), 359-L (abolição violenta do Estado Democrático de Direito) e 359-M (golpe de Estado), 147 (ameaça), 147-A, § 1º, III (perseguição), 286 (incitação ao crime)”. A desocupação deverá ser feita pelas polícias militares dos estados e Distrito Federal, com o apoio da Força Nacional e Polícia Federal se necessário, devendo o governador do estado e DF ser intimado para efetivar a decisão, sob pena de responsabilidade pessoal. Em vídeo divulgado ontem (8) a noite, Ibaneis Rocha pediu desculpas aos chefes dos Três Poderes. Segundo o governador afastado, não se imaginava que os atos tomariam tal proporção. “Quero me dirigir aqui, primeiramente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para pedir desculpas pelo que aconteceu hoje em nossa cidade. Para a presidente do Supremo Tribunal Federal [Rosa Weber], ao meu querido amigo Arthur Lira [presidente da Câmara], ao meu querido amigo Rodrigo Pacheco [presidente do Senado]”, disse. Intervenção Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a publicação de um decreto que prevê a intervenção na área de segurança pública do governo do Distrito Federal (GDF). A intervenção vai até 31 de janeiro deste ano.
Após ataques, bolsonaristas terroristas são autuados por golpe de Estado, roubo, lesão corporal e mais 12 crimes

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) afirmou, na manhã desta segunda-feira (9), que pelo menos 15 crimes foram identificados nas ações dos bolsonaristas terroristas presos neste domingo (8), na invasão às sedes dos três poderes, em Brasília. Entre eles, estão golpe de Estado, dano a bem público e lesão corporal. Também foram presas pessoas suspeitas de roubo a transeunte — no caso de jornalistas que tiveram materiais de trabalho roubados —, porte de arma branca e corrupção ativa. Os policiais cumpriram, inclusive, um mandado de prisão que já estava em aberto, contra um dos criminosos (veja lista completa abaixo). Segundo a corporação, ao todo, 300 pessoas foram levadas ao Departamento de Polícia Especializada e 204 pessoas foram presas durante as invasões. O número foi contabilizado a partir dos registros de autos de prisões em flagrante, termos circunstanciados e procedimentos de apuração de atos infracionais. Os envolvidos imputáveis foram recolhidos à carceragem da Polícia Civil e os adolescentes infratores apreendidos foram apresentados às delegacias da Criança e do Adolescente (DCA). Todos passarão por audiência de custódia, a partir desta segunda-feira. Mesmo antes disso, os detidos já começaram a ser levados para o Complexo da Papuda e a Penitenciária Feminina do DF. Até a manhã desta segunda, 97 presos tinham sido transferidos. Já as pessoas autuadas por crimes de menor potencial ofensivo foram liberadas após a assinatura dos termos circunstanciados.
‘Há sinais de que as coisas podem desembocar em outro desastre econômico’, diz Fraga a jornal

Após declarar voto no então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva, Armínio Fraga admitiu preocupação com os rumos do novo governo na área econômica. O sentimento foi relatado em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo, neste sábado (7). “Tenho sido cuidadoso com o pouco que falo e escrevo, esperando posicionamentos do ministro Fernando Haddad e de seus parceiros na economia para, então, fazer uma análise mais embasada”, afirmou o ex-presidente do Banco Central. “Mas há no ar sinais de que as coisas podem desembocar em outro desastre econômico, e isso de fato me preocupa”, relatou o economista ao jornal. Ele afirma que não se arrependeu do seu voto nas eleições de outubro – motivado pela preocupação com a manutenção da democracia no País. “foi um voto muito mais político do que econômico”, disse. No entanto, Fraga reconhece que os sinais dados até agora sinalizam para um modelo bem diferente do adotado no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva – o melhor entre as gestões do PT, na avaliação do economista. “Não dá para ser seletivo e escolher apenas a parte que deu certo [nas gestões passadas]”, pontua. “Depois do [Antônio] Palocci (ministro da Fazenda entre 2003 e 2006), a estratégia [do PT] mudou radicalmente — e foi esse erro que desembocou no colapso da economia”, diz. Na avaliação de Fraga, o buraco fiscal do País começou em 2014 e 2015. Segundo ele, a crise econômica que veio a seguir foi um colossal colapso de confiança. Hoje, parte da herança que o presidente Lula recebe veio dele próprio, afirma ao longo da entrevista. Diante da análise, ele sugere uma autocrítica do PT e recomenda ao partido – do atual presidente da República – aprender com os erros do passado. “Mesmo que não se ajoelhe no milho e se faça um mea-culpa —dificilmente um político faz esse tipo de coisa—, seria bom que se mostrasse através da prática que as lições foram aprendidas”, pontua Fraga à Folha de S.Paulo. Como exemplo de medidas que geram preocupação, Fraga cita mudanças no marco do saneamento, revisão na Lei das Estatais e o uso indevido dos bancos públicos e da própria Petrobras. Ao jornal, o economista sinalizou descontentamento também com a prorrogação da desoneração dos combustíveis. Ao tomar posse, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu manter a isenção de tributos federais sobre os combustíveis (PIS/Cofins e Cide). Fraga reconhece a preocupação com a pressão inflacionária, mas lembra que a volta do imposto seria positiva do ponto de vista fiscal. “Colocando tudo na balança, eu acho que teria sido melhor a volta plena do imposto”, avalia. Sobre a equipe econômica, o ex-presidente do Banco Central é cauteloso. Diz preferir dar uma chance às pessoas escolhidas por Haddad e respeitar as pessoas que estão no ministério da Fazenda. Ele ainda elogia a iniciativa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de reduzir o déficit primário deste ano, mas diz esperar medidas de longo prazo que vão sinalizar o que é mais importante para o atual governo.