Piauí superou Maranhão em indicadores sociais nos últimos cinco anos

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Após décadas figurando entre os estados mais pobres da federação, o Piauí finalmente deixou de integrar o grupo. A constatação pode ser feita após análise de números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelam melhor acentuada em uma série de situações. Em contrapartida, o Maranhão piorou, ou manteve, vários de seus índices nos últimos cinco anos e começou a ocupar o primeiro lugar entre os estados mais pobres da federação. ÍNDICES A renda per capita no Maranhão é a mais baixa entre todos os estados da federação. Enquanto a média nacional é de R$ 1.337,00, o Maranhão amarga míseros R$ 607,00 por habitante, a menor do país. Cerca de R$ 200,00 a menos que o Piauí, que tem renda de R$ 806,00. Outro percentual levantado pelo IBGE chamado de Paridades de Poder de Compra (PPC), que analisa um valor que serve como linha de corte para diferenciar pobres e não pobres, também revela uma distância enorme entre Maranhão e Piauí. O índice de pessoas com rendimento domiciliar per capita inferior a US$ 1,9 (indicador das Nações Unidas) era de 19,9 % da população maranhense no último levantamento realizado em 2018. No Piauí o índice não ultrapassa 15%, ficando em 14,2% da população. A escolaridade também demonstra que os vizinhos piauienses avançaram muito mais do que o Maranhão na qualificação de seus jovens. Apenas 8,6% da população maranhense possui ensino superior completo. No Piauí o índice salta para 11,5%. Apesar da grande propaganda governamental na área da educação, os últimos cinco anos não representaram avanços significativos no setor. Enquanto o percentual de pessoas sem instrução sofreu uma queda drástica, chegando a 13% da população, O Maranhão segue sustentando quase 17% de sua população neste estado. O número de alunos entre 15 e 17 nos que não requentam a escola também revela outra discrepância entre os estados. Em 2018 o IBGE registrou 14,3 de alunos nesta idade fora das escolas no Maranhão. Uma das cinco piores taxas de todo o Brasil. Já o Piauí está entre os quatro estados que mais garantem ensino a adolescentes, com a quarta melhor taxa de todo o país (8,4%). PIAUÍ AVANÇA, MARANHÃO RECUA Além dos números do IBGE nos últimos anos, o estudo “Avaliação Continuada da Vulnerabilidade Social no Brasil: Impressões e Primeiros Resultados do índice de Vulnerabilidade Social (IVS)”, revela que nos últimos anos o Piauí se colocou entre os estados do Brasil onde aconteceu a maior redução da vulnerabilidade social no período de 2016 a 2017. Entre os estados estão Paraíba, Pará, Piauí, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Ceará, São Paulo e Mato Grosso. Eles mostram que oito estados do Brasil, entre eles, o Piauí, tiveram redução da vulnerabilidade social de 2011 a 2017, isso é, durante sete anos, de forma consecutiva. O estudo revela que o Maranhão, entre 2011 e 2015, chegou a apresentar uma redução de acentuada na vulnerabilidade social associada aos indicadores de renda e trabalho, saindo da faixa da alta vulnerabilidade social para a média. Após este período, mas especificamente com a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB), a tendência se inverteu e o estado voltou para a faixa de alta vulnerabilidade social na dimensão renda e trabalho e apresenta aumento da vulnerabilidade igual a 3,6% de um ano para o outro, ou seja, de 2016 para 2017.

I Resenha de Comunicadores SLZ

Pensando em promover interação, conhecimento e troca de experiências entre os profissionais das áreas da comunicação no Maranhão, a  Associação dos Profissionais da Comunicação do Maranhão (ASPCOM), realizará a Primeira Resenha de Comunicadores do Maranhão, com o tema: “Comunicação: avanços tecnológicos e os desafios”. O evento  visa debater os avanços tecnológicos, os desafios enfrentados pelos profissionais, valorização profissional e as mudanças no mercado de trabalho.  A I Resenha de Comunicadores pretende reunir profissionais e estudantes de Rádio e TV , Jornalismo, Design, Mídias Digitais e Publicidade e Propaganda em  uma roda de bate papo, com palestras que serão ministradas por profissionais das áreas. Entre os convidados está o empresário e publicitário, Felipe Ladeira, o radialista Robson Júnior, a professora e jornalista, Josie Bastos, e o professor e especialista em Marketing Digital, Fernando Coelho.  E aí, vai ficar de fora dessa resenha? Eu fosse você não perderia essa. Anote aí na sua agenda, dia 01 de fevereiro a partir das 17h, no Golden Shopping Calhau.

Machismo

Assim como outros temas abordados nesta série de artigos relacionados ao preconceito, a problemática da desigualdade de gêneros é ligada à uma forte crença, difícil de combater. Na raiz do preconceito contra as mulheres está a cultura machista impregnada na sociedade brasileira, tanto nos homens quanto em algumas mulheres. Pode ser consciente, mas também inconsciente. É algo que as pessoas “aprendem” em casa, na escola e com os amigos, muitas vezes com a colaboração da grande mídia e da internet.

Paulo Guedes relaciona pobreza e preservação do meio ambiente

Paulo Guedes está perdendo seu tempo no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça). Durante um painel o ministro disse que o grande inimigo do meio ambiente é a pobreza. “Destroem porque estão com fome”, disse. Duvido muito que algum esquerdista ou jornalista da extrema-imprensa entenda que a falta de saneamento básico é mais danosa ao meio ambiente do que todos os madeireiros do país juntos. Também acho impossível que algum membro do PSOL, PCdoB, PT ou ongueiro sequer imagine que muito da deterioração na floresta Amazônica acontece por extrativismo selvagem movido por pobreza extrema e falta de perspectiva. Se o Brasil tivesse mais saneamento básico, emprego e renda nas regiões florestais, com absoluta certeza o meio ambiente seria mais preservado. Só que essas são daquelas relações simples que esquerdistas nunca irão entender.

Maduro aumenta salário mínimo em 67% que vai para… R$ 15

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Nicolás Madurou, desde o dia 1º de janeiro, aumentou o salária minimo venezuelano em 250 mil bolívares. Em real, o valor fica em torno de R$ 15. O valor é suficiente para comprar um panetone e dois drops de menta no mês. A Venezuela é um dos países que possuem a maior reserva de petróleo do mundo, no entanto, sofre a maior hiperinflação de sua história. O presidente venezuelano culpa as sanções americanas pela alta dos preços.

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