Braide reafirma que vai governar ouvindo as comunidades

O candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), reafirmou durante reunião do “Braide em Todo Canto” no Bairro São Francisco, que fará uma gestão participativa, ouvindo as comunidades e que desde o primeiro dia de governo irá trabalhar para que os serviços públicos municipais funcionem com qualidade. Braide esteve reunido com os moradores junto com a candidata a vice-prefeita, professora Esmênia. “O bom político não é aquele que sabe falar bem, mas sim aquele que sabe ouvir bem o que o seu eleitor deseja. Como deputado, sempre foi essa a minha direção, e não serei diferente como prefeito de São Luís”, ratificou Braide.

Governo não se intimida com greve e deve privatizar Correios

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Parece que, pelo menos desta vez, a chantagem promovida por sindicatos não irá surtir efeito Na última década a quantidade de indenizações pagas pelos Correios por atrasos, extravios e roubos aumentou mais de 1.000%. Esses custos são responsáveis por um prejuízo que ultrapassa R$ 1 bilhão de reais. As reclamações pelo péssimo serviço prestado e a completa impossibilidade de modernização, comum a empresas estatais, tornou a privatização a única saída adequada para livrar o brasileiro da ineficácia da empresa. E “tome greve” em todas as vezes que o debate sobre a privatização era iniciado. Contudo, de acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, parece que a chantagem contra o Governo Federal perdeu o efeito com Bolsonaro. O ministro afirmou que a Magalu e outras quatro empresas já manifestaram interesse na privatização dos Correios. De acordo com ele, esse processo está na “ordem do dia” e ocorrerá na gestão de Jair Bolsonaro. “Já tem cinco players interessados. A Magalu é um deles. O Amazon, a DHL, Fedex… já tem pessoas, grupos interessados na aquisição dos Correios. E isso aí é importante. Nós não teremos um processo de privatização vazio”, afirmou o ministro. Atualmente em greve, para variar, os funcionários dos Correios devem ficar alheios ao processo inevitável de privatização da empresa. A chantagem não funciona mais.

ELEIÇÕES 2020: Apenas os otários respeitarão o isolamento social no MA

Flavio Dino

Imagine correr uma maratona descalço, participar de uma corrida de carros caminhando ou entrar em um tiroteio armado com uma xícara. Deve ser difícil, certo? Agora imagine correr uma maratona em que um dos adversários irá de bicicleta, uma corrida de carros em que o favorito usará um helicóptero ou um tiroteio que será vencido pelo espertalhão que tem um tanque de guerra? Tarefa muito mais dificultosa do que essa será enfrentada pelos candidatos à Prefeitura de São Luís que optarem por respeitar o isolamento social. A participação do secretário de Saúde, Carlos Lula, em aglomerações e a história recente do PCdoB no estado, que respeita a legislação eleitoral com o mesmo empenho que promove viagens a Marte, mostra que apenas os otários irão respeitar os protocolos de isolamento social. Quem fizer a opção por uma campanha de distanciamento fará papel de palhaço. Enquanto estiver em casa fazendo transmissões para 30 pessoas, Rubens Pereira Jr e outros candidatos do PCdoB pelo interior irão estar na rua beijando, abraçando e, se possível, lambendo milhares de eleitores. O PCdoB não irá respeitar o isolamento social que prega publicamente. Isso não é uma suposição, é um fato já atestado pela ação de Carlos Lula. Colocar secretário de Saúde rebolando em cima de um palco foi, na linguagem da bandidagem, uma espécie de “salve”. E a mensagem é clara: nós não teremos limites. E apenas otários irão seguir a lei, perder recursos e depois perder as eleições. Apenas otários irão seguir a lei e reclamar de quem não segue. – Linhares, você pode estar errado? – Sim, posso. Isso só ficará claro se Carlos Lula for demitido até sexta-feira

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