O número que incomoda o governador Flávio Dino
Para mudar o cenário da vacinação no estado, o governador Flávio Dino, anunciou, neste domingo (22), a contratação de técnico de enfermagem e digitadores para agilizar a vacinação contra a Covid-19, nos municípios maranhenses com mais de 50 mil habitantes. Segundo o governador, ao todo serão contratados 573 profissionais para 191 municípios. “Vamos contratar, no âmbito da Força Estadual de Saúde, 2 técnicos de enfermagem e 1 digitador para cada município com menos de 50.000 habitantes. Objetivo é agilizar a vacinação contra coronavírus nesses 191 municípios do Maranhão. Serão 573 profissionais mobilizados”, afirmou Flávio Dino. Para pressionar os prefeitos a atualizarem os dados da vacinação nos municípios maranhenses, Flávio Dino já havia anunciado a suspensão do envio da vacina para as cidades que não tivessem vacinado pelo menos 60% da sua população. Os números da vacinação no país incomodam o governador Flávio Dino. É que o Maranhão aparece entre os estados com menores índices de vacinação no país. Até ontem, segundo mostrou o Fantástico, da Rede Globo, o Maranhão tinha vacinado apenas 3,71% da sua população. O índice é o mesmo do estado de Mato Grosso e coloca o Maranhão à frente apenas de Rondônia (3,50%) e do Pará (3,29%). Os estados que mais vacinaram no país são Amazonas (9,17%), São Paulo (7,41%) e Distrito Federal (6,37%).
Eliziane vai as redes sociais defender golpe contra Bolsonaro

A senadora maranhense Eliziane Gama (Solidariedade) saiu da toca e defendeu abertamente a deposição de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Embriagada pelo ódio contra o presidente, nos últimos dias a senadora tem publicado uma série de mensagens desconexas que têm como ponto de ligação apenas o desejo de desgastar o governo. Eliziane Gama, que silenciou contra as medidas ditatórias tomadas por governadores que estão cerceando a liberdade da população, afirma que medidas mais duras tomadas pelo presidente são “negacionismo” e que devem ser enfrentadas com a Constituição. A verdadeira intenção por trás da publicação é a deposição do presidente da República. Ao ameaçar o país c/estado de sítio, medida q/só é válida com a aprovação do Congresso Nacional, o PR mostra q/ não haverá mudança de rumos no negacionismo q/ já vitimou tantos brasileiros. É hora de usarmos a CF e as instituições p/frearmos tantos abusos. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 Antes de propor o golpe contra Bolsonaro, a senadora chegou a debochar do presidente em suas redes sociais ao tomar conhecimento de que o presidente pretendia convocar o Legislativo e o Judiciário para restabelecer a ordem no país. Atabalhoada e completamente embriagada pelo comunismo, a senadora afirmou que procurar os outros poderes é algo diferente de “trabalhar” com a sociedade. Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para “restabelecer a ordem no Brasil”. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 As publicações da senadora Eliziane Gama a colocam no grupo de parlamentares liderados por Rodrigo Maia que estão dispostos a sabotar o país para desgastar o atual governo.
URGENTE: PCdoB recorre ao STF para barrar volta do auxílio emergencial

O PCdoB aproveitou o fim de semana para entrar no Supremo Tribunal Federal com uma ação que pode atrapalhar a volta do benefício. Mesmo após uma longa discussão entre senadores, deputados federais, sociedade civil e Governo Federal que resultou na retomada do Auxílio Emergencial nesta semana por meio de Proposta de Emenda Constitucional (186/19) aprovada, o partido tenta judicializar a questão. Uma possível batalha judicial poderia atrasar a concessão do benefício, o que seria a verdadeira intenção do partido. O governador maranhense Flávio Dino (foto), um dos líderes do PCdoB (que não concedeu auxílio emergencial em seu estado mesmo após o apelo de diversos setores da sociedade e classe política) defendeu a ação no STF que pode impedir a concessão da segunda etapa do benefício em suas redes sociais. A volta do benefício só foi possível graças articulação que estipulou R$ 40 bilhões a serem concedidos a pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta criticada pelo PCdoB foi aprovada na Câmara Federal com o apoio de cerca de 70% dos deputados. No ano passado o governo brasileiro gastou R$ 250 bilhões com o auxílio. Com a nova remessa, o montante de recursos destinados para a medida em sua totalidade chegará a cerca de R$ 300 bilhões. O valor pago pelo governo de Jair Bolsonaro equivale ao gasto de 30 anos do Bolsa Família. Na tentativa de frear o êxito do auxílio emergencial, o PCdoB entrou no STF alegando que o valor “é baixo”. O partido argumenta que o gasto de R$ 300 bilhões é pouco e que os valores do novo auxílio, que irão variar entre R$ 150 e R$ 400, não são suficientes. Deputados federais e senadores nos bastidores do Congresso Nacional afirmam que a verdadeira intenção do PCdoB é atrasar a concessão do benefício para contribuir para a instalação do caos econômico e social no país. O sacrifício da população mais pobre teria como meta o desgaste da imagem do presidente Jair Bolsonaro. A ação do PCdoB é de natureza semelhante à atuação do ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), que engavetou reformas e impediu a votação de propostas que poderiam ter amenizado os impactos da crise gerada pela pandemia. Maia foi acusado de sabotar o país com o intuito de desgastar o presidente. Mesma intenção do PCdoB com a ação contra o Auxílio Emergencial. Mesmo sabendo que o novo valor é o possível, que foi amplamente debatido entre parlamentares de todo o país e que só foi concretizado por meio de Projeto de Emenda Constitucional, o governador maranhense repetiu a versão, considerada por muitos mentirosa, de que a ação tem como meta “aumentar o valor do auxílio”. O fato é que, caso acatada a ação do PCdoB, seu único efeito prático será o atraso do benefício e a piora no caos que afeta o país.
Osmar Filho tenta aproximar prefeitura de São Luís a governo do Maranhão

O vereador Osmar Filho (PDT) esteve reunido nesta semana com o secretário de Cidades, Márcio Jerry (PCdoB). A intenção do pedetista, além de tratar das eleições de 2022, foi agir como um elo de diplomacia entre a gestão do prefeito Eduardo Braide (Podemos) e Flávio Dino (PCdoB). Além de falar sobre a cidade de Cajari. “Mais parcerias em favor do Maranhão. Conversamos sobre projetos e benefícios para as cidades de Cajari e São Luís”, declarou o parlamentar, falando da reunião com Jerry. Osmar tem tido destaque nas últimas semanas como articulador político e vem construindo a imagem de político de consenso com tramite nos mais variados grupos. Isso tem tornado o vereador em uma das mais influentes lideranças políticas maranhenses neste período de pandemia. Foi dele, por exemplo, a articulação para aprovação do projeto que garantiu autonomia à prefeitura de São Luís para compra de vacina direto dos fabricantes. Ele também viabilizou a emenda coletiva que garante os recursos para a compra do imunizante. A tendência é que o pedetista aumente gradativamente seu poder de influência à medida que se aproximam as eleições de 2022.
Mamata no auxílio para artistas?
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Flávio Dino sumiu com R$ 700 milhões do Fundo de Combate à Pobreza em 2020

Em sessão virtual realizada hoje (16), o deputado César Pires (PV) questionou o destino dado a R$ 711 milhões do Fundo Maranhense de Combate à Pobreza (FUMACOP). Os recursos foram arrecadados em 2020 segundo relatório do Banco do Brasil. Para o parlamentar, o uso dessa verba tem sido inadequado, já que o IBGE vem demonstrando o crescimento da pobreza no Maranhão. “Um levantamento do Banco do Brasil mostra que o Fumacop arrecadou, em 2020, R$ 711.260.829,09. E que, em 11 de fevereiro deste ano, havia somente R$ 21 milhões em caixa. Teve dia que foram retirados R$ 20 milhões de uma só vez”, disse César Pires. O parlamentar questionou os secretários da Fazenda e do Planejamento de que forma esses recursos foram gastos, considerando que a pobreza só aumentou em nosso estado, nos últimos anos. César Pires também pretende saber do secretário da Fazenda quais são os tributos que geram os recursos do Fumacop, a exemplo do ICMS sobre os combustíveis. Eficiente em sua função parlamentar, César Pires já anteviu que o governo irá justificar o saque de R$ 700 milhões do Fumacop foram gastos em restaurantes populares. Caso as suspeitas de Pires se concretizem, o governo terá que explicar o destino dos recursos que poderiam ter produzido cerca de um milhão de refeições todos os dias por um ano inteiro. Apesar disso, Pires ainda afirmou que a medida, tida de forma única, não seria eficaz no combate à pobreza. “Os dados da PNAD Contínua mostram que geração de emprego e renda é o que tira as famílias da pobreza. Facilitar o acesso a alimentação diária ajuda, mas não acaba com a miséria em que vivem milhares de pessoas”, enfatizou o deputado. César Pires sua participação na sessão de hoje justificando a preocupação com o gasto dos recursos do Fumacop. “É preciso criar as condições de trabalho e renda, garantir educação de qualidade para que as famílias possam sair da pobreza. E o que vemos é que, embora gastando milhões, o governo estadual não está reduzindo a miséria no Maranhão. O dinheiro do Fumacop está sumindo e a pobreza aumentando, segundo o IBGE. Por isso a nossa preocupação e o motivo de pedirmos esclarecimentos aos secretários de Fazenda e de Planejamento”, concluiu.
Wendell Lages institui Semana Estadual de Defesa do Consumidor

Com o objetivo de conscientizar toda população maranhense e renegociar dívidas de uma forma segura, justa e mostrar os seus direitos como consumidor, o deputado estadual Wendell Lages (PMN) instituiu a Semana Estadual de Defesa do Consumidor. Segundo dados do Banco Central e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento das famílias bateu recorde no ano passado em meio à pandemia de Covid-19. “Temos hoje uma média de famílias endividadas bem superior a anos anteriores, mas isso leva em conta as complicações causadas também pela pandemia atual que vivemos. Empresas precisaram suspender funcionários e esses, em grande parte, buscaram ajuda do auxílio emergencial e empréstimos com os bancos, mas infelizmente uma parcela destes, não conseguiram cumprir com os pagamentos. É dessa forma que pedimos à população para buscarem as empresas e o Procon/MA, por exemplo, para aproveitarem a semana e negociarem suas dívidas para limpar o nome. Hoje, por conta também da pandemia, muitas negociações estão sendo realizadas de maneira on-line”, disse o deputado.
Professor da UFMA prega discurso de ódio nas redes sociais

O professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Buhaten, teve um surto colérico nas redes sociais e afirmou que “a existência” das pessoas que discordam dele é uma barreira para o país. O surto do “professor” aconteceu após o titular do blog levantar a discussão sobre a revolta de uma empresária de restaurante da capital demonstrar contra as carreatas do último dia 14 de março em São Luís. Disse: “O que será que passa na cabeça das pessoas para se juntarem na rua pedindo liberdade para ir e vir?”. E prosseguiu: “Eles vão pra rua pedir morte? É isso que entendi? Eles querem cadáveres pelas calçadas?”. A íntegra da publicação pode ser acessada aqui. O discurso de ódio aconteceu após o seguinte comentário: “Sabe o que é loucura? Pessoas pedindo o direito de ir e vir revoltam mais do que um ladrão que roubou bilhões. O Brasil não tem a mínima chance de dar certo”. De forma abrupta e completamente transloucada, o “professor” Alexandre Buhaten afirmou que o Brasil não dá certo por pessoas, como eu, existirem. E prosseguiu com agressões completamente desconexas de qualquer tipo de argumento. Ao ser confrontado por sua reação destemperada e com o fato de que uma pessoa pode ter medo da pandemia e, ao mesmo tempo, não desprezar o fato do ex-presidente Lula ser um ladrão, Alexandre apenas debochou. É claro que a situação não irá acarretar nenhum constrangimento a Alexandre. Afinal de contas, ele faz parte da patota que tem o direito de pregar contra a existência alheia. Faz parte do bonde que pode monopolizar o ódio. Já eu, se tivesse respondido no mesmo tom… Coisas da vida.