Pedro Bial é alvo de campanha orquestrada por petistas

PEDRO BIAL SERIO

Desde que o apresentador do Conversa com Bial (TV Globo), disse que só entrevistaria o ex-presidente Lula ao vivo e se houvesse um detector de mentiras, Pedro Bial tem sido alvo de campanha orquestrada por intelectuais, artistas e demais admiradores do líder petista. Em sua defesa, o jornalista disse, em artigo na Folha de São Paulo, que grosseiro foi o ex-presidente ao dizer que não confiaria na edição do programa, caso a entrevista fosse gravada. “No início do programa ‘Manhattan Connection’ de quarta-feira (14), Lucas Mendes perguntou-me sobre convidados que não vão ao programa, como ocorre quando ele convida Lula e Bolsonaro. Na resposta, comentei das condições que, da prisão, Lula fixou ao manifestar seu desejo de participar de um ‘Conversa com Bial’. O ex-presidente disse que queria falar para mim, mas só se fosse ao vivo, pois não tinha confiança na minha edição. Conheço Lula há 40 anos, já o entrevistei algumas vezes, apenas uma ao vivo, quando fez suas primeiras declarações como presidente eleito, ao ‘Fantástico’, em 2002“, disse Pedro Bial, justificando que sua resposta foi bem humorada e não esperava uma reação tão violenta orquestrada por seguidores do petista. Pedro Bial destacou que em 2014, quando Lula fez ataques ao jornalista por entrevista ocorrida em meados de 2006, Suzana Singer (ombudsman da Folha na época) reviu a entrevista citada pelo ex-presidente e assegurou que o comportamento foi exemplar, pois fez perguntas incômodas e bem estabelecidas, deixando Lula falar e rebatendo o que julgou ser importante. Além do mais, o apresentador disse que quando alguém concede entrevista a um jornalista, demonstra confiar no interlocutor.

Uma economia que não respeita o sistema de preços não funcionará

LIBERALISMO BRAZUCA

A Argentina voltou a controlar os preços para tentar conter sua inflação – a mais alta em 18 meses. Não deveria ser uma surpresa, pois, de acordo com Luan Sperandio, 86% dos argentinos são favoráveis à medida, o que mostra como a mentalidade peronista está enraizada na psiquê dos portenhos. Obviamente, além de não funcionar, a medida terá consequências negativas à economia do país. O sistema de preços é algo extremamente importante para o bom funcionamento da economia e uma história envolvendo a rede americana The Cheesecake Factory mostra bem isso. Conhecida no Brasil por ser o local de trabalho da personagem Penny, do seriado The Big Bang Theory, a Cheesecake Factory possui 211 restaurantes, quase 50 mil empregados e fatura na casa dos bilhões de dólares. Em 2018, para comemorar seu quadragésimo aniversário, a empresa resolveu oferecer 40 mil pedaços de cheesecake de graça. Como diria Jorge Aragão, “aí foi que o barraco desabou”. Os restaurantes da rede ficaram abarrotados de pessoas que queriam o doce e em menos de 1 hora todos os pedaços foram distribuídos. Uma briga chegou a ocorrer, a polícia foi chamada e uma pessoa acabou presa por desordem pública. Simplesmente não havia cheesecakes suficientes para atender à demanda de todos – e este é o princípio básico da escassez. De acordo com a “Library of Economics and Liberty”, a escassez “refere-se ao problema econômico básico, a lacuna entre recursos limitados – isto é, escassos – e as necessidades, em tese, ilimitadas. Esta situação exige que as pessoas tomem decisões sobre como alocar recursos de forma eficiente, de modo a satisfazer as necessidades básicas e desejos adicionais da melhor maneira possível” (Tradução livre). Cheesecake é um recurso limitado e, pelo que observamos no parágrafo anterior, não havia limites para a necessidade por cheesecakes gratuitos. Para permitir que os recursos sejam alocados de uma maneira mais eficiente, a humanidade desenvolveu uma importante ferramenta: o sistema de preços. Thomas Sowell, em seu livro Economia Básica, escreveu: “o sistema de preços tem um papel crucial em determinar onde cada recurso será utilizado e como os produtos gerados serão transmitidos para milhões de pessoas.” (Tradução livre). É importante que as coisas tenham preços livres. Isto permite que recursos sejam alocados de maneira efetiva. Ao remover os preços de um recurso tão apreciado como os doces da Cheesecake Factory, o caos ocorreu. E a rede não está só. Em 2017, no Reino Unido, a polícia de Cúmbria teve que ser acionada para manter a ordem pública, porque a Domino’s Pizza resolveu dar 100 pizzas de graça para os primeiros clientes em uma inauguração. No Brasil, os cariocas estão acostumados a ver caos, brigas e falta de produtos no aniversário do Supermercados Guanabara. O papel do sistema de preços raramente é compreendido pelo público e muitas vezes é considerado sem importância pelos políticos. A história está repleta de exemplos de governantes que tentaram mexer no sistema de preços sem sucesso. O imperador Diocleciano tentou fixar o preço de itens básicos, como grãos, ovos e carne em Roma. No século XX, Richard Nixon tentou controlar o preço da gasolina. Uma economia que não respeita o sistema de preços não funcionará. Mário Henrique Simonsen certa vez brincou que os economistas heterodoxos criaram o Princípio da Contraindução de Bacon: “uma experiência que dá errado várias vezes deve ser repetida até que dê certo”. Mais uma vez a Argentina tenta controlar os preços. Mais uma vez dará errado. Fontes: https://www.infomoney.com.br/mercados/argentina-lanca-medidas-para-conter-precos-apos-maior-inflacao-em-18-meses/ http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/10/video-mostra-briga-em-promocao-de-supermercado-no-rio.html

Deputado maranhense é alvo de reportagem no Fantástico

MARRECA FILHO DISCURSO

Na noite do domingo (18), Marreca Filho (Patriotas), deputado federal e líder da Bancada do Maranhão, foi alvo de uma reportagem no Fantástico (TV Globo) que investigou os custos dos parlamentares brasileiros com combustível. Quando o deputado Marreca Filho foi mencionado na reportagem, conforme dados levantados, somente no dia 21 de dezembro de 2019 o parlamentar teria abastecido 1.180 litros de combustível. Em sua defesa, o líder da Bancada do Maranhão disse ao programa da TV Globo que rasgou ou perdeu as notas fiscais que comprovariam a regularidade dos abastecimentos. Segundo a reportagem do Fantástico, os deputados gastaram juntos R$ 367.916.285,02 de janeiro de 2019 a dezembro de 2020. Quanto ao custo dos combustíveis, foram gastos mais de 27 milhões.

Líder militante pró-aborto morre durante procedimento abortivo na Argentina

Aborto Argentina

A argentina Maria de Valle Gonzalez Lopez, uma das líderes do movimento radical pró-aborto que legalizou a prática no país, morreu durante um procedimento legal abortivo em um hospital no país. Maria de Valle chegou a falar que sua operação de aborto era um “sonho” antes de vir a óbito. Maria tinha apenas 23 anos e era a líder da Juventude Radical de La Paz, na província de Mendoza. Sua morte gerou um acirrado debate sobre o aborto na Argentina e encerrou as notícias falsas de que o aborto é medida de “saúde pública”. Durante a campanha de legalização do aborto no país, foi passada a notícia falsa por movimentos esquerdistas de que legalizar o aborto iria torna-lo não-letal. Em 11 de abril Maria de Valle Gonzalez Lopez passou por um procedimento de aborto legal em um hospital argentino. A operação acabou sendo fatal e ela veio a óbito. A tragédia da ativista pró-aborto foi um choque para o público. Ela foi a primeira vítima de práticas abortistas após a aprovação do controverso projeto de lei pró-aborto do país aprovado em 30 de dezembro de 2020. O Dr. Luis Durand, um cirurgião argentino que tentou impedir a legalização da prática no país, disse aos jornalistas que “embora alguns acreditem que a morte da jovem possa ter ocorrido devido a alguma má conduta, na realidade o aborto não é uma prática médica segura. A morte da criança é sempre brutal. É queimado através da injeção de substâncias no útero, ou removido por meio de desmembramento, ou é submetido a espasmos uterinos extremos que o asfixiam”. Durand acrescentou que uma infecção ou sepse pode aparecer em mulheres que tomam o medicamento Misoprostol quando os médicos não conseguem fazer a extração completa da criança e seus restos permanecem no útero da mulher. “É por isso que é falsa premissa acreditar que tal procedimento é realmente seguro”, disse. A líder argentina pró-vida Guadalupe Batallan denunciou o duplo padrão na cobertura do caso em suas redes sociais. “Se Maria tivesse morrido como resultado de um aborto realizado no movimento clandestino do aborto, as feministas teriam arrasado a cidade. Mas desde que Maria morreu como resultado de um aborto legal, sua morte foi apagada”.

Senadores que assinaram requerimento para inclusão de estados e municípios na CPI do Covidão

Senadores Votaram CPI Estados Municipios

Após o Supremo Tribunal Federal obrigar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), a instalar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que iria investigar possíveis crimes, erros e omissões do Governo Federal, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) protocolou requerimento para a criação de uma comissão para investigar não só o governo federal, mas também os governos dos demais entes federados. Abaixo a lista dos senadores que impediram que os roubos e desvios noticiados diariamente pela imprensa por alguns prefeitos e governadores ficassem impune. Roberto Rocha (/MA) Eduardo Girão (PODEMOS/CE) Alessandro Vieira (CIDADANIA/SE) Alvaro Dias (PODEMOS/PR) Mailza Gomes (PP/AC) Maria do Carmo Alves (DEM/SE) Rose de Freitas (MDB/ES) Soraya Thronicke (PSL/MS) Carlos Fávaro (PSD/MT) Carlos Portinho (PL/RJ) Carlos Viana (PSD/MG) Chico Rodrigues (DEM/RR) Ciro Nogueira (PP/PI) Dário Berger (MDB/SC) Eduardo Braga (MDB/AM) Eduardo Gomes (MDB/TO) Elmano Férrer (PP/PI) Esperidião Amin (PP/SC) Fernando Bezerra Coelho (MDB/PE) Flávio Arns (PODEMOS/PR) Flávio Bolsonaro (REPUBLICANOS/RJ) Giordano (/SP) Irajá (PSD/TO) Izalci Lucas (PSDB/DF) Jayme Campos (DEM/MT) Jorge Kajuru (CIDADANIA/GO) Jorginho Mello (PL/SC) Lasier Martins (PODEMOS/RS) Lucas Barreto (PSD/AP) Luis Carlos Heinze (PP/RS) Luiz do Carmo (MDB/GO) Marcio Bittar (MDB/AC) Marcos do Val (PODEMOS/ES) Marcos Rogério (DEM/RO) Mecias de Jesus (REPUBLICANOS/RR) Omar Aziz (PSD/AM) Oriovisto Guimarães (PODEMOS/PR) Paulo Paim (PT/RS) Plínio Valério (PSDB/AM) Reguffe (PODEMOS/DF) Rodrigo Cunha (PSDB/AL) Styvenson Valentim (PODEMOS/RN) Telmário Mota (PROS/RR) Vanderlan Cardoso (PSD/GO) Zequinha Marinho (PSC/PA)

STF anula quatro processos contra Lula

LULA ZUERO

Em meados de março, o ministro Edson Fachin havia decidido monocraticamente pela derrubada das condenações do ex-presidente Lula. Nesta quinta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão do ministro por 8 votos a 3. Dessa forma, além de tornar o líder petista elegível, a maioria do STF votou pela anulação de quatro processos: Tríplex do Guarujá O tríplex seria propina da construtora OAS em troca de favorecimentos em contratos com a estatal Petrobras. O petista foi condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva pelo então juiz Sergio Moro, em 2017. Com pena fixada em 8 anos e 10 meses de prisão, a decisão foi confirmada em segunda instância e mantida pela 5ª Turma do Tribunal Superior de Justiça. Sítio de Atibaia Após suposto pagamento de propina da Odebrecht e OAS (construtora com participação no caso Tríplex do Guarujá) ao ex-presidente através de reformas em um sítio de Atibaia que Lula frequentava com a família, o ex-presidente foi condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva pela juíza da 13ª Vara de Curitiba, Gabriela Hardt, substituta de Moro. Com pena fixada em 17 anos e um mês, a decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional da 4ª Região. Instituto Lula A fundação sem fins lucrativos dedicada à perpetuidade do legado do ex-presidente teve dois processos pela Justiça Federal do Paraná. Na primeira acusação, Lula teria recebido um terreno de R$ 12 milhões para a construção de uma nova sede para o Instituto Lula como propina da Odebrecht (empresa com participação no caso Sítio de Atibaia). A segunda foi pelo embolso de R$ 4 milhões de propina disfarçada em doação.

Decisão do Supremo Tribunal Federal torna Lula elegível

LULA REZANDO

Nesta quinta-feira (15), o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por 8 votos a 3, contra recurso da Procuradoria Geral da República e anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retirando os casos da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) das circunstâncias referentes ao sítio em Atibaia e tríplex no Guarujá. Votaram contra o recurso da PGR os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Já Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Marco Aurélio Mello votaram a favor. Dessa forma, o STF devolve os direitos políticos do ex-presidente e, caso não sofra nenhuma condenação por órgão colegiado, com trânsito em julgado, até as eleições de 2022, Lula fica apto para disputar a presidência. A Procuradoria-Geral da República (PGR), através de Lindôra Araújo (subprocuradora-geral da República), argumentou que a Lava Jato identificou crimes praticados em esquema criminoso contra a Petrobras em que contratos da empresa como a construtora OAS seriam o início de recursos ilícitos destinados ao ex-presidente. O ministro Kassio Nunes Marques defendeu que “[…] os fatos versados nas ações penais descritas estão, de fato, associados diretamente ao esquema criminoso de corrupção e lavagem de dinheiro investigado no contexto da Operação Lava Jato cuja lesividade veio em detrimento exclusivamente da Petrobras. E, assim sendo, a competência, a meu sentir, é da 13ª Vara Federal”, argumentou o ministro, ao justificar a preservação do caso a ser tratado pela Justiça de Curitiba, pois as condutas designadas ao ex-presidente teriam relação com o esquema de ilícitos observados na Estatal. Em 22 de abril, o julgamento sobre a suspeição de Sergio Moro será restabelecido. O ex-juiz já foi declarado parcial pelo tribunal no caso referente ao tríplex do Guarujá, por 3 votos a 2. Falta definir o foro competente para as ações penais do sítio de Atibaia (SP), do tríplex do Guarujá (SP) e duas voltadas ao Instituto Lula, enfrentadas pelo ex-presidente.

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