Políticos maranhenses silenciam em relação a perfil petista responsável por morte de garota

SÃO LUÍS, 24 de dezembro de 2023 – A classe política maranhense, em sua maioria a favor do Projeto de Lei 2630, que amordaça as redes, não manifestou ainda em relação ao perfil petista Choquei. O site divulgou fake news apontada como responsável pelo suicídio da jovem Jéssica Vitória Canedo. O caso ganhou ampla repercussão em todo o país. O suicídio da jovem Jéssica Vitória Canedo, uma fatalidade atroz, foi diretamente relacionada à disseminação de uma notícia falsa pelo Choquei, insinuando um romance inexistente entre ela e o humorista Whindersson Nunes. Mesmo avisado pela garota e por seus familiares sobre a fake news, o proprietário do perfil, Raphael Sousa, debochou da jovem. O ato de irresponsabilidade digital não apenas manchou a reputação de Jéssica, mas também precipitou um desfecho trágico. Além de responsável direto pela morte de Jéssica, o perfil Choquei é frequentemente acusado de disseminar fake news. O fato é que os efeitos trágicos do sensacionalismo do site eram mais do que esperados. E eles vieram. Agora, muito mais do que provado o caráter maligno do perfil, espera-se que seus apoiadores e entusiastas façam uma reflexão. DUARTE JR Na primeira versão deste texto, o deputado federal Duarte Jr foi apontado como protagonista da matéria. Contudo, em conversas pelo telefone, o parlamentar afirmou que ainda não tinha tomado conhecimento do caso e que nenhum outro político havia se manifestado. A segunda alegação foi constatada verídica. Contudo, as alegações do deputado não apagam o fato de que ele comemorou em janeiro deste ano a relação com os divulgadores de fake News responsáveis pela morte de Jéssica e que frequentemente compartilha notícias do referido perfil. CLASSE POLÍTICA Enquanto a família da vítima e uma nação inteira choram essa perda desnecessária, o silêncio dos políticos maranhenses ecoa ensurdecedor. A falta de uma declarações firmes contra o perfil Choquei e a condenação firme não apenas questionam o compromisso com a ética na comunicação digital, mas também coloca em dúvida a sinceridade daqueles que apoiaram o PL 2630. Se de fato defendem a censura como um meio de proteger o público, por que então não criticam um portal que claramente desestabiliza e prejudica a sociedade? Será que a orientação do Choquei, notadamente um perfil petista, concede a ele um salvo conduto para divulgar notícias falsas? O caso de Jéssica é um lembrete sombrio que as palavras têm poder e as fake news têm preço, muitas vezes fatal. Em um mundo ideal, políticos seriam os primeiros a levantar a bandeira contra as injustiças digitais, não apenas com palavras, mas com ações e associações coerentes com seus discursos. O caso de Jéssica Vitória Canedo merece mais do que o silêncio conveniente; merece justiça, ação e uma promessa de que tais tragédias serão combatidas com toda a força e seriedade que merecem. O Maranhão espera a classe política maranhense trate o perfil petista Choquei com a dureza necessária, pois esta é a única atitude que irá consolidar o prevalecimento da verdade contra a retórica e a demagogia. *Texto editado após alegações do deputado federal Duarte Jr checadas e consideradas verídicas.

O triunfante conto de Alguém: uma fábula política moderna

Era uma vez, num reino não tão distante chamado República, um aspirante a grandeza conhecido apenas como “Alguém”. Este Alguém, uma figura de ambição gordurosa, embarcou em uma jornada épica – não por terras inexploradas ou mares tempestuosos, mas pelos corredores do poder. Alguém sempre sonhou em mandar. Filho da aristocracia que sempre “combateu”, Alguém emergiu das sombras do serviço público para o primeiro escalão da política. Sua entrada foi marcada pela indecência de uma cadeira comprada, início que prenunciava o triunfo da imoralidade. Pelas portas dos fundos, o ex-funcionário público entrou rapidamente na política, se transformando em um rebelde e revolucionário moralista, clamando contra a opressão das elites sobre o povo. Hábil jogador, Alguém manipulou peças em um tabuleiro invisível, onde ele se colocava como o rei, o cinismo político como rainha. Os adversários ele tratou de transformar em peões. Já as torres, essas eram suas colunas de influência e o aparelhamento gradativo da estrutura do estado. Sob a capa de quebrador de correntes e desejoso por tonar-se uma espécie de regicida do monarca anterior, Alguém virou chefe de sua sofrida província natal. Por longos anos apresentou-se em público como o Senhor da Luz e Pai dos Leões. Na penumbra, agia de forma implacável a tal ponto de ser conhecido pelo exército real como Víbora Vermelha. Sempre arguto no uso de intrigas e espionagens, também ganhou o título de Mestre dos Sussurros. O exercício do poder político fez Alguém perceber que nenhum adversário poderia ser humilhado demais ao ponto de não se tornar aliado no futuro. Ao mesmo tempo que nenhum aliado poderia ser desdenhado demais ao ponto de se tornar adversário. Se assim fosse, um pequeno sorriso e tapinha nas costas seria o suficiente para apagar da memória qualquer desdém. A matéria-prima da teia que deixava aliados e adversários unidos era a admiração abastecida pela covardia. Mas, Alguém mirava desde sempre o cargo de monarca absoluto da República e assim mandar e desmandar. Ardiloso, transformou o fracasso na gestão da província em cargo na corte do rei, ficando mais próximo do trono que sempre quis para si. No entanto, Alguém começou a perceber que o cargo de rei não era necessariamente pressuposto para seus anseios autoritários. Percebeu como uma pequena facção de sacerdotes iluministros começou a ditar as regras da República, tornando o reino um lugar insalubre para adversários e dócil para aliados. Alguém então decidiu entrar na facção. Mas precisaria do apoio de alguns que perseguiu e humilhou no passado. Em uma reviravolta digna de um romance shakespeariano, Alguém abraçou e foi elogiado por aqueles que perseguiu. Com o auxílio de algumas de suas antigas vítimas, Alguém entrou na facção. Ah, a ironia! Como ela dança ao redor da fogueira da política. A relação de Alguém e seus adversários lembra a fábula do Sapo e do Escorpião. O Sapo, enfeitiçado pelos apelos do Escorpião, concorda em carregá-lo nas costas, atravessando um rio. O Escorpião, mesmo sabendo que ambos poderiam perecer, não resiste à sua natureza e pica o Sapo. Enquanto afundam, o Sapo pergunta “Por quê?”. A resposta? “É da minha natureza.” O Sapo representa os diversos adversários que alguém colecionou ao longo do tempo e que, mesmo assim, não hesitam em servir de trampolim. A trajetória é a política. O naufrágio, no caso de alguém, é o fracasso da correlação de forças e a imposição de si. Alguém é mais forte no naufrágio porque quando naufraga a democracia, tipos como ele se sobressaem. O mais fascinante em Alguém é a sua habilidade quase mística de humilhar seus adversários apenas para, com um estalar de dedos, converter essas humilhações em apoio e elogios. Como um alquimista político, transforma desdém em alianças, desconfiança em camaradagem. É um espetáculo de viradas e reviravoltas, um balé onde cada passo é calculado com precisão e cada movimento é uma peça de um quebra-cabeça maior. E assim, a história de Alguém se desenrola, um conto de poder, traição, e uma inabalável habilidade de navegar nas águas turbulentas da política. Seja no papel de perseguidor implacável, ou de amigo arrependido, Alguém desempenha seu papel com uma destreza que deixa espectadores boquiabertos e adversários perplexos. Alguns acreditam que a condução de Alguém a um assento na facção irá finalizar sua história. Outros acham que o verdadeiro terror começa agora. Sergio Moro vive da expectativa de piedade que não virá. O final, de certo, ainda não foi escrito. Só uma coisa é certa: Alguém é um personagem de ambição sem fim.

Tabata Amaral “esquece” bandido após assalto para fazer pré-campanha

A tentativa de assalto sofrida pela deputada federal Tabata Amaral (PSB) neste sábado (9) e o vídeo traz alguns indícios sobre a personalidade da parlamentar. No vídeo, ela evita críticas à criminalidade ao mesmo tempo em que tenta colocar, de forma indireta, a culpa nas autoridades. O caso é uma mistura de perdição do pensamento, distanciamento da realidade por parte de esquerdistas e oportunismo político.   Há uma divisão evidente no Brasil hoje sobre os rumos que deveriam tomar a segurança pública. De um lado, a direita, que defende a tese de que os indivíduos são responsáveis pelos seus atos. Sendo assim, é preciso mais rigidez nas leis, mais severidade com bandidos, valorização e aparelhamento das polícias. Do outro, a esquerda, que vê na criminalidade uma falha social que independe dos criminosos. Dessa forma, as políticas baseadas em vigilância e punição seriam opressoras e aos marginais vítimas da sociedade. O crime seria combatido cuidando dos bandidos e ressocializando-os. No mundo real, o endurecimento das leis já gerou resultados práticos e sensíveis em centenas de lugares ao longo da história. O último deles, El Salvador. Após o presidente de direita, Nayib Bukele, desencadeou uma guerra contra o crime organizado que fez o lugar deixar de ser o país mais perigoso da região em poucos meses. Já a tática empregada pela esquerda sempre foi sucedida por caos, desordem e insegurança. Tabata Amaral (PSB), indiscutivelmente, se coloca do lado daqueles que negam mais firmeza no trato com a bandidagem. Assaltada na manhã deste sábado de forma violenta, em que um criminoso atacou em plena luz do dia o veículo ocupado por ela, Tabata manifestou-se em suas redes sociais. Em nenhum momento a parlamentar recriminou a ação do criminoso, pediu por sua prisão ou existiu Justiça. Ao invés disso, abusou de generalizações. “Não devemos achar que as coisas estão boas desse jeito”, disse. Ocorre que para Tabata, a ação daquele homem que quebrou um dos vidros do carro e atirou-se sobre ela não foi um ato dele. Aquilo é resultado de todo um “estado de coisas”. O homem, no fim das contas, é inocente. Ou, no melhor dos clichês da esquerda: uma vítima da sociedade. Não se resolve “as coisas”, o crime daquele homem, punindo-o ou impedindo-o de roubar. A coisa real requer o combate de uma coisa abstrata que só existe na cabeça de Tabata e de seus comparsas. Caso a tese fosse real, ricos não seriam ladrões, assassinos, estupradores ou assaltantes. Coisa que nós bem sabemos como é. O vídeo foi gravado imediatamente após o ocorrido. Pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, Tabata narrou o fato e tratou de criticar a situação da cidade ao invés do criminoso. Em dois minutos de relato, a parlamentar não fez nenhuma menção à violência da abordagem e audácia do bandido que tentou assaltá-la em plena manhã de um sábado. Indiscutivelmente conhecedora do fato de que segurança pública cabe a governadores e presidente, chamou a atenção o fato de que a deputada limitou o fato a um problema “da cidade”. “Estou muito chateada e com mais vontade ainda de mudar essa tão situação horrível que vem tomando conta de nossa cidade”, afirmou. A ausência de revolta para com o bandido paralela à crítica contra “as coisas da cidade” revela que a preocupação da deputada, no fundo, não é a prisão de quem cometeu o ato. Aliás, Tabata chega a rir no vídeo. Mais especificamente no trecho 1:17. Por que será?

Quem mandou matar Cleriston?

Encarcerado no presídio da Papuda preventivamente (mesmo sem representar ameaça, sem antecedentes criminais e com sérios problemas de Saúde), Clériston da Cunha morreu. Por meses o mesmo Judiciário que liberta traficantes e assassinos desprezou os apelos da defesa e do Ministério Público e o manteve preso. A ação resultou em sua morte. Se Clériston estava preso à revelia que do que diz a Justiça, quem ordenou a prisão que resultoi em sua morte? Quem mandou matar Clesriston?

Autotortura de jovens em shows é insanidade

Tragédia em show de cantora pop deveria ser alerta a jovens que condenam-se a jornadas extenuantes, riscos desnecessários e sacrifícios inúteis em nome de seus ídolos. Shows, que deveriam ser momentos de alegria, tornaram-se rituais de resistência e sofrimento. A tragédia era anunciada e o culpado, apesar das autoridades oportunistas de plantão, são as próprias vítimas. Qual a sua opinião?

Judiciário brasileiro matou turista e preso político em 24 horas

No dia 19 de novembro o Judiciário brasileiro matou o jovem turista Gabriel Mongenot, de 25 anos. Ele estava no Rio de Janeiro para o show da cantora norte-americana Taylor Swift. Menos de 24 horas depois, também foi assassinado por uma decisão judicial Cleriston Pereira da Cunha. Morreu em decorrência de problemas de saúde enquanto estava enjaulado, sob circunstâncias estranhas, estava preso em Brasília. Ações do Judiciário alheias à letra da Lei resultaram DIRETAMENTE na morte dois. Mortes que poderiam ter sido evitadas. Gabriel Mongenot foi assassinado por Jonathan Batista Barbosa. Contudo, perdeu a vida por intervenção direta do sistema Judiciário brasileiro. Ocorre que Jonathan Batista Barbosa é um bandido perigoso que estava solto graças à condescendência da justiça nacional. Abordado mais de 50 vezes pela polícia, o assassino de Gabriel acumula ainda mais seis acusações criminais por homicídio, roubo, porte de arma de fogo, lesão corporal, furto e receptação. Gabriel poderia estar vivo, não fosse a ação da juíza Priscilla Macuco Ferreira, que mandou soltar Jonathan dois dias antes dele participar do assassinato de Gabriel. Se Priscilla levasse em conta a ficha do perigoso Jonathan, evitaria a morte do inocente Gabriel. Há anos o Judiciário mata milhares de brasileiros por conta de uma diretriz que impõe a soltura de animais assassinos nas ruas. Resultado? Animais como Jonathan matam inocentes como Gabriel às carradas. No dia 8 de janeiro, o empresário Cleriston Pereira da Cunha invadiu e depredou um prédio público em Brasília. Ao contrário de Jonathan, dono de vasta ficha corrida e solto por Priscilla antes de matar Gabriel, Cleriston não possuía antecedentes criminais. Cleriston foi preso e o STF decidiu mantê-lo encarcerado preventivamente por acreditar que ele poderia fugir, voltar a tentar dar um golpe de estado ou promover mais depredações. A lei exige que a prisão preventiva seja avaliada pelo tribunal e aplicada apenas em última opção. Contrário à prisão de Cleriston, o Ministério Público pediu sua soltura e argumentou que ele, além de ser réu primário e incapaz de aplicar um golpe de estado após a soltura, sofria de problemas de saúde. O Judiciário decidiu manter Cleriston preso e matá-lo, apesar da ausência de antecedentes, impossibilidade de voltar a praticar o crime, problemas de saúde e apelos do Ministério Público. Se a lei fosse aplicada, Cleriston ainda estaria vivo. Foi assassinado por decisão direita do Judiciário. O Judiciário que decidiu pela soltura de Jonathan, que matou Gabriel, decidiu pela manutenção da prisão de Cleriston. Menos de 24 horas a decisão que matou Gabriel ser consolidada, morreu Cleriston por problemas de saúde em uma cela em um presídio de Brasília. No caso de Gabriel, este é o tipo de assassinato familiar aos brasileiros. Aquele motivado pela impunidade e impossibilidade de manter na cadeia homens e mulheres que representam perigo ao povo. Já Cleriston é a primeira vítima de um novo protocolo de morticínio: a prisão, perseguição, tortura psicológica e destruição de quem representa ameaça política/eleitoral contra os escolhidos do Judiciário. Gabriel é só mais um entre milhares. Cleriston é um entre vários que estão por vir caso a depravação da Justiça não seja freada. O Judiciário brasileiro é genocida.

Jovens esquerdistas viralizam carta do assassino Osama Bin Laden

EUA, 17 de novembro de 2023 – Como forma de tentar justificar o apoio crescente a movimentos terroristas assassinos do Oriente Médio, jovens esquerdistas americanos começaram a compartilhar a Carta à Amérca, do terrorista Osama Bin Laden. A inciativa começou no TikTok e se alastrou por outras redes. A carta de Osama Bin Laden chegou a ocupar o primeiro lugar entre os assuntos mais comentados da internet. No documento, o terrorista elenca uma série de mentiras para tentar justificar o terrorismo. Em uma boa parte do documento ele afirma que o assassinato de civis é uma “vontade de Deus”. A proliferação do documento por jovens esquerdistas nos EUA apenas evidencia a crise psicológica em que a esquerda mundial se afundou. Mostrando completo e absoluto despreparo histórico e incapacidade simples de discernimento que possibilite a identificação de uma ideologia que prega a morte deles. No caso, os jovens norte-americamos, que são retatados na tal carta de Osama Bin Laden como depravados. ABAIXO A CARTA TRADUZIDA: Em nome de Allah, o Clemente, o Misericordioso, “A permissão para lutar (contra os infiéis) é dada àqueles (fiéis) contra os quais lutamos, porque foram injustiçados e, certamente, Allah é capaz de dar-lhes (fiéis) a vitória” [Alcorão 22:39] “Aqueles que acreditam, lutam na Causa de Allah, e aqueles que não acreditam, lutam na causa de Taghut (qualquer coisa adorada que não seja Allah, por exemplo, Satanás). Então lute contra os amigos de Satanás; sempre fraca é de fato a trama de Satanás .”[Alcorão 4:76] Alguns escritores americanos publicaram artigos sob o título ‘Com que base estamos lutando?’ Estes artigos geraram uma série de respostas, algumas das quais aderiram à verdade e foram baseadas na Lei Islâmica, e outras não. Aqui queríamos delinear a verdade – como uma explicação e advertência – esperando pela recompensa de Allah, buscando sucesso e apoio Dele. Ao procurarmos a ajuda de Allah, formulamos a nossa resposta com base em duas perguntas dirigidas aos americanos: (Q1) Por que estamos lutando e nos opondo a vocês? Q2) Para que estamos clamando e o que queremos de vocês? Quanto à primeira pergunta: Por que estamos lutando e nos opondo a Vocês? A resposta é muito simples: (1) Porque Vocêss nos atacaram e continuam a nos atacar. a) Vocêss nos atacaram na Palestina: (i) Palestina, que está afundada sob ocupação militar há mais de 80 anos. Os britânicos entregaram a Palestina, com a vossa ajuda e o vosso apoio, aos judeus, que a ocupam há mais de 50 anos; anos transbordando de opressão, tirania, crimes, assassinatos, expulsões, destruição e devastação. A criação e continuação de Israel é um dos maiores crimes, e Vocêss são os líderes dos seus criminosos. E é claro que não há necessidade de explicar e provar o grau de apoio americano a Israel. A criação de Israel é um crime que deve ser apagado. Cada pessoa cujas mãos ficaram poluídas na contribuição para este crime deve pagar o seu preço, e pagar caro por isso. (ii) Causa-nos risos e lágrimas ver que vocês ainda não se cansaram de repetir as suas mentiras fabricadas de que os Judeus têm um direito histórico à Palestina, tal como lhes foi prometido na Torá. Qualquer pessoa que discorde deles sobre este alegado fato é acusada de anti-semitismo. Esta é uma das invenções mais falaciosas e amplamente divulgadas da história. O povo da Palestina são árabes puros e semitas originais. São os muçulmanos os herdeiros de Moisés (que a paz esteja com ele) e os herdeiros da verdadeira Torá que não foi alterada. Os muçulmanos acreditam em todos os Profetas, incluindo Abraão, Moisés, Jesus e Maomé, que a paz e as bênçãos de Allah estejam com todos eles. Se foi prometido aos seguidores de Moisés o direito à Palestina na Torá, então os muçulmanos são a nação mais digna desta promessa. Quando os muçulmanos conquistaram a Palestina e expulsaram os romanos, a Palestina e Jerusalém retornaram ao Islã, a religião de todos os Profetas que a paz esteja com eles. Portanto, o apelo a um direito histórico à Palestina não pode ser levantado contra a Ummah Islâmica que acredita em todos os Profetas de Allah (que a paz e as bênçãos estejam com eles) – e não fazemos distinção entre eles.

O histórico de “coincidências” em relação ao crime organizado

SÃO LUÍS, 14 de novembro de 2023 – Em 2016, cerca de dois anos após assumir o governo. Flávio Dino foi acusado pelo presidente do Conselho Diretor da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), Wagner Cabral, de fazer um acordo com criminosos. O acordo envolveria um afrouxamento dentro de presídios e no próprio combate ao tráfico. Cinco anos depois, o Maranhão viu explodir o domínio de facções criminosas no interior do estado e o governador Flávio Dino, vejam só, ganhou na 10ª edição do ranking de competitividade dos estados o prêmio de melhor sistema penitenciário. Que simplesmente significa melhor qualidade de vida para preso. Poucos meses antes de ganhar o prêmio pela excelência nos cuidados com ladrões, assassinos, bandidos, estupradores, traficantes e bandidos em geral, havia sido notificado que o governo do Maranhão iria gastar milhões de reais para construir 22 “módulos de encontros íntimos” em 11 presídios do estado. O que foi chamado na época de “motel para bandido”.

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