Empresa de refrigeração ganha contrato de R$ 2 milhões para fazer eventos em Coroatá

COROATÁ, 2 de janeiro de 2023 – Em uma manobra que cheira a escárnio com o dinheiro público, a Prefeitura de Coroatá, sob a batuta do prefeito Luis da Amovelar Filho, decidiu injetar uma fortuna dos contribuintes no colo da ENR Comércio e Serviços. O contrato milionário para a organização de eventos e festas em 2024 no município é notável. Ele foi celebrado com uma empresa cuja atividade principal é a instalação e manutenção de sistemas centrais de ar-condicionado, ventilação e refrigeração. A empresa abocanhou um contrato para organizar eventos por uma quantia que beira o delírio: R$ 1.994.862,30 (um milhão, novecentos e noventa e quatro mil, oitocentos e sessenta e dois reais e trinta centavos). A assinatura dessa parceria absurda, selada pelo secretário Francisco Carvalho Brandão, lança sombras pesadas de dúvidas e indignação sobre os critérios e a transparência da gestão municipal. A ENR Comércio e Serviços tem como sócio-administrador Edmar Nascimento Rios e é sediada no próprio município de Coroatá. Chama ainda mais a atenção de que o capital social declarado da empresa é de meros R$ 500 mil. Menos de 30% do valor abocanhado no contrato. Assinado pelo secretário municipal de Governo, Francisco Carvalho Brandão, em dezembro de 2023, o contrato se estende por 12 meses.

Confiança no governo de Javier Milei atinge nível recorde

BUENOS AIRES, 2 de janeiro de 2024 – O Índice de Confiança no Governo (ICG) de Javier Milei registrou um aumento expressivo de 102,1% em dezembro, alcançando níveis recordes. Esta análise, conduzida pela Poliarquía para a Escola de Governo da Universidade Torcuato Di Tella, indicou um crescimento notável tanto em relação ao mês anterior quanto na comparação anual, com um aumento de 128,4%. ANÁLISE DETALHADA DO ICG A pesquisa, realizada entre os dias 11 e 15 de dezembro, mostrou que a confiança no líder libertário e atual chefe de Estado disparou, ultrapassando os índices anteriores. Em dezembro, o ICG alcançou 2,86 pontos, marcando um aumento substancial tanto em relação a novembro quanto ao mesmo período do ano anterior. Este nível de confiança supera em 45,3% a última medição do governo de Mauricio Macri e é 231% maior que a média do primeiro semestre de 2020, durante a gestão de Alberto Fernández. FATORES INFLUENCIANDO O AUMENTO O relatório sugere que o aumento acentuado do ICG pode ser parcialmente atribuído à antecipação do efeito da nova gestão, diferentemente de transições anteriores, onde o aumento da confiança se refletia em janeiro após a posse. Este ano, a pesquisa foi realizada após a posse, capturando a confiança na nova administração já em dezembro. COMPARAÇÕES HISTÓRICAS E PERCEPÇÕES Historicamente, o ICG mostrou aumentos significativos durante o início de novos governos, como observado nas gestões de Macri e Fernández. No entanto, o atual nível de confiança só foi superado durante o pico inicial da pandemia de COVID-19. O estudo também destaca diferenças na confiança com base em demografia, localização e percepção econômica futura. IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS A tendência positiva no ICG reflete um otimismo crescente entre os cidadãos em relação ao governo de Milei, especialmente entre aqueles que preveem uma melhoria econômica. Este indicador serve como um termômetro importante para medir o sentimento público e suas expectativas em relação à administração atual. Palavra-chave: “Aumento no ICG de Javier Milei”

Vídeo bombástico expõe mentiras do youtuber Felipe Neto

A verdadeira face do youtuber Felipe Neto foi exposta em um minidocumentário produzido pelo também youtuber Daniel Penin. A peça tem cerca de 40 minutos e expõe as incoerências na carreira do youtuber, que vão desde a produção de conteúdo de cunho sexual para crianças até o desrespeito da quarentena durante a pandemia. Neto era um dos principais defensores do lockdown. Além disso, livro infantil que usa a figura do ator pornô Kid Bengala e diversos vídeos com situações impróprias para crianças também são expostas. A relação de Felipe Neto com o notadamente site de golpes Blaze (que foi omitida em uma grande matéria do fantástico), também é detalhada no vídeo. São cerca de 45 minutos em que fatos são expostos e demolem a imagem forjada por Felipe Neto ao longo dos últimos anos. assista:

Duarte deixa de seguir @choquei e divulga nota de repúdio contra perfil

Duarte Junior

SÃO LUÍS, 24 de dezembro de 2022 – Após matéria do blog que expunha sua relação com o perfil petista Choquei, o deputado federal Duarte Jr (PSB) rompeu o silêncio e decidiu posicionar-se. O parlamentar divulgou nota de repúdio contra o perfil, deixou de segui-lo e apagou publicações alusivas a ele. Com a divulgação de sua condenação às ações do portal, Duarte Jr demonstra sensibilidade em relação à gravidade da ação do perfil Choquei, responsável pela divulgação de notícias falsas que resultaram na morte de uma pessoa. Logo após matéria do Blog do Linhares, o deputado ligou para o titular do blog e esclareceu os fatos que, segundo ele, se tratou de um mal-entendido. A posterior nota expressando repúdio ao Choquei e solidariedade à família de Jéssica Vitória Canedo, refletem maturidade política em reconhecer e reagir ao erro grave de divulgar o perfil já conhecido por divulgar fake news. Após divulgar a nota, Duarte Jr removeu as publicações alusivas ao site e deixou de seguir o perfil. Segundo o Duarte, ele não havia tomado conhecimento da situação antes da matéria do blog pois cumpria larga agenda de compromissos no interior do estado. Ao ser avisado da matéria, Duarte tratou de ligar ao titular do blog, prestar os devidos esclarecimentos e anunciar o que iria fazer. Ao assumir uma posição clara contra o perfil responsável pela morte de Jéssica, mesmo sendo este alinhado ao seu grupo político, Duarte Jr não apenas se alinhou às expectativas de conduta ética neste episódio, mas também estabeleceu um padrão que outros políticos bem poderiam seguir. A postura do deputado poderia servir de exemplo para seus colegas políticos, incluindo figuras influentes como o prefeito de São Luís, Eduardo Braide. Em um momento em que a sociedade clama por líderes que reconheçam a gravidade e o impacto de suas palavras e ações, a resposta medida e considerada de Duarte Jr ao incidente oferece um caminho digno de consideração. Se mais políticos adotassem postura semelhante, reconhecendo rapidamente suas falhas e tomando medidas corretivas, talvez pudéssemos esperar uma era de maior responsabilidade e integridade no discurso público. O deputado está de parabéns por afastar-se do perfil petista e reconhecer seu caráter nocivo contra a sociedade.

Políticos maranhenses silenciam em relação a perfil petista responsável por morte de garota

SÃO LUÍS, 24 de dezembro de 2023 – A classe política maranhense, em sua maioria a favor do Projeto de Lei 2630, que amordaça as redes, não manifestou ainda em relação ao perfil petista Choquei. O site divulgou fake news apontada como responsável pelo suicídio da jovem Jéssica Vitória Canedo. O caso ganhou ampla repercussão em todo o país. O suicídio da jovem Jéssica Vitória Canedo, uma fatalidade atroz, foi diretamente relacionada à disseminação de uma notícia falsa pelo Choquei, insinuando um romance inexistente entre ela e o humorista Whindersson Nunes. Mesmo avisado pela garota e por seus familiares sobre a fake news, o proprietário do perfil, Raphael Sousa, debochou da jovem. O ato de irresponsabilidade digital não apenas manchou a reputação de Jéssica, mas também precipitou um desfecho trágico. Além de responsável direto pela morte de Jéssica, o perfil Choquei é frequentemente acusado de disseminar fake news. O fato é que os efeitos trágicos do sensacionalismo do site eram mais do que esperados. E eles vieram. Agora, muito mais do que provado o caráter maligno do perfil, espera-se que seus apoiadores e entusiastas façam uma reflexão. DUARTE JR Na primeira versão deste texto, o deputado federal Duarte Jr foi apontado como protagonista da matéria. Contudo, em conversas pelo telefone, o parlamentar afirmou que ainda não tinha tomado conhecimento do caso e que nenhum outro político havia se manifestado. A segunda alegação foi constatada verídica. Contudo, as alegações do deputado não apagam o fato de que ele comemorou em janeiro deste ano a relação com os divulgadores de fake News responsáveis pela morte de Jéssica e que frequentemente compartilha notícias do referido perfil. CLASSE POLÍTICA Enquanto a família da vítima e uma nação inteira choram essa perda desnecessária, o silêncio dos políticos maranhenses ecoa ensurdecedor. A falta de uma declarações firmes contra o perfil Choquei e a condenação firme não apenas questionam o compromisso com a ética na comunicação digital, mas também coloca em dúvida a sinceridade daqueles que apoiaram o PL 2630. Se de fato defendem a censura como um meio de proteger o público, por que então não criticam um portal que claramente desestabiliza e prejudica a sociedade? Será que a orientação do Choquei, notadamente um perfil petista, concede a ele um salvo conduto para divulgar notícias falsas? O caso de Jéssica é um lembrete sombrio que as palavras têm poder e as fake news têm preço, muitas vezes fatal. Em um mundo ideal, políticos seriam os primeiros a levantar a bandeira contra as injustiças digitais, não apenas com palavras, mas com ações e associações coerentes com seus discursos. O caso de Jéssica Vitória Canedo merece mais do que o silêncio conveniente; merece justiça, ação e uma promessa de que tais tragédias serão combatidas com toda a força e seriedade que merecem. O Maranhão espera a classe política maranhense trate o perfil petista Choquei com a dureza necessária, pois esta é a única atitude que irá consolidar o prevalecimento da verdade contra a retórica e a demagogia. *Texto editado após alegações do deputado federal Duarte Jr checadas e consideradas verídicas.

O triunfante conto de Alguém: uma fábula política moderna

Era uma vez, num reino não tão distante chamado República, um aspirante a grandeza conhecido apenas como “Alguém”. Este Alguém, uma figura de ambição gordurosa, embarcou em uma jornada épica – não por terras inexploradas ou mares tempestuosos, mas pelos corredores do poder. Alguém sempre sonhou em mandar. Filho da aristocracia que sempre “combateu”, Alguém emergiu das sombras do serviço público para o primeiro escalão da política. Sua entrada foi marcada pela indecência de uma cadeira comprada, início que prenunciava o triunfo da imoralidade. Pelas portas dos fundos, o ex-funcionário público entrou rapidamente na política, se transformando em um rebelde e revolucionário moralista, clamando contra a opressão das elites sobre o povo. Hábil jogador, Alguém manipulou peças em um tabuleiro invisível, onde ele se colocava como o rei, o cinismo político como rainha. Os adversários ele tratou de transformar em peões. Já as torres, essas eram suas colunas de influência e o aparelhamento gradativo da estrutura do estado. Sob a capa de quebrador de correntes e desejoso por tonar-se uma espécie de regicida do monarca anterior, Alguém virou chefe de sua sofrida província natal. Por longos anos apresentou-se em público como o Senhor da Luz e Pai dos Leões. Na penumbra, agia de forma implacável a tal ponto de ser conhecido pelo exército real como Víbora Vermelha. Sempre arguto no uso de intrigas e espionagens, também ganhou o título de Mestre dos Sussurros. O exercício do poder político fez Alguém perceber que nenhum adversário poderia ser humilhado demais ao ponto de não se tornar aliado no futuro. Ao mesmo tempo que nenhum aliado poderia ser desdenhado demais ao ponto de se tornar adversário. Se assim fosse, um pequeno sorriso e tapinha nas costas seria o suficiente para apagar da memória qualquer desdém. A matéria-prima da teia que deixava aliados e adversários unidos era a admiração abastecida pela covardia. Mas, Alguém mirava desde sempre o cargo de monarca absoluto da República e assim mandar e desmandar. Ardiloso, transformou o fracasso na gestão da província em cargo na corte do rei, ficando mais próximo do trono que sempre quis para si. No entanto, Alguém começou a perceber que o cargo de rei não era necessariamente pressuposto para seus anseios autoritários. Percebeu como uma pequena facção de sacerdotes iluministros começou a ditar as regras da República, tornando o reino um lugar insalubre para adversários e dócil para aliados. Alguém então decidiu entrar na facção. Mas precisaria do apoio de alguns que perseguiu e humilhou no passado. Em uma reviravolta digna de um romance shakespeariano, Alguém abraçou e foi elogiado por aqueles que perseguiu. Com o auxílio de algumas de suas antigas vítimas, Alguém entrou na facção. Ah, a ironia! Como ela dança ao redor da fogueira da política. A relação de Alguém e seus adversários lembra a fábula do Sapo e do Escorpião. O Sapo, enfeitiçado pelos apelos do Escorpião, concorda em carregá-lo nas costas, atravessando um rio. O Escorpião, mesmo sabendo que ambos poderiam perecer, não resiste à sua natureza e pica o Sapo. Enquanto afundam, o Sapo pergunta “Por quê?”. A resposta? “É da minha natureza.” O Sapo representa os diversos adversários que alguém colecionou ao longo do tempo e que, mesmo assim, não hesitam em servir de trampolim. A trajetória é a política. O naufrágio, no caso de alguém, é o fracasso da correlação de forças e a imposição de si. Alguém é mais forte no naufrágio porque quando naufraga a democracia, tipos como ele se sobressaem. O mais fascinante em Alguém é a sua habilidade quase mística de humilhar seus adversários apenas para, com um estalar de dedos, converter essas humilhações em apoio e elogios. Como um alquimista político, transforma desdém em alianças, desconfiança em camaradagem. É um espetáculo de viradas e reviravoltas, um balé onde cada passo é calculado com precisão e cada movimento é uma peça de um quebra-cabeça maior. E assim, a história de Alguém se desenrola, um conto de poder, traição, e uma inabalável habilidade de navegar nas águas turbulentas da política. Seja no papel de perseguidor implacável, ou de amigo arrependido, Alguém desempenha seu papel com uma destreza que deixa espectadores boquiabertos e adversários perplexos. Alguns acreditam que a condução de Alguém a um assento na facção irá finalizar sua história. Outros acham que o verdadeiro terror começa agora. Sergio Moro vive da expectativa de piedade que não virá. O final, de certo, ainda não foi escrito. Só uma coisa é certa: Alguém é um personagem de ambição sem fim.

Tabata Amaral “esquece” bandido após assalto para fazer pré-campanha

A tentativa de assalto sofrida pela deputada federal Tabata Amaral (PSB) neste sábado (9) e o vídeo traz alguns indícios sobre a personalidade da parlamentar. No vídeo, ela evita críticas à criminalidade ao mesmo tempo em que tenta colocar, de forma indireta, a culpa nas autoridades. O caso é uma mistura de perdição do pensamento, distanciamento da realidade por parte de esquerdistas e oportunismo político.   Há uma divisão evidente no Brasil hoje sobre os rumos que deveriam tomar a segurança pública. De um lado, a direita, que defende a tese de que os indivíduos são responsáveis pelos seus atos. Sendo assim, é preciso mais rigidez nas leis, mais severidade com bandidos, valorização e aparelhamento das polícias. Do outro, a esquerda, que vê na criminalidade uma falha social que independe dos criminosos. Dessa forma, as políticas baseadas em vigilância e punição seriam opressoras e aos marginais vítimas da sociedade. O crime seria combatido cuidando dos bandidos e ressocializando-os. No mundo real, o endurecimento das leis já gerou resultados práticos e sensíveis em centenas de lugares ao longo da história. O último deles, El Salvador. Após o presidente de direita, Nayib Bukele, desencadeou uma guerra contra o crime organizado que fez o lugar deixar de ser o país mais perigoso da região em poucos meses. Já a tática empregada pela esquerda sempre foi sucedida por caos, desordem e insegurança. Tabata Amaral (PSB), indiscutivelmente, se coloca do lado daqueles que negam mais firmeza no trato com a bandidagem. Assaltada na manhã deste sábado de forma violenta, em que um criminoso atacou em plena luz do dia o veículo ocupado por ela, Tabata manifestou-se em suas redes sociais. Em nenhum momento a parlamentar recriminou a ação do criminoso, pediu por sua prisão ou existiu Justiça. Ao invés disso, abusou de generalizações. “Não devemos achar que as coisas estão boas desse jeito”, disse. Ocorre que para Tabata, a ação daquele homem que quebrou um dos vidros do carro e atirou-se sobre ela não foi um ato dele. Aquilo é resultado de todo um “estado de coisas”. O homem, no fim das contas, é inocente. Ou, no melhor dos clichês da esquerda: uma vítima da sociedade. Não se resolve “as coisas”, o crime daquele homem, punindo-o ou impedindo-o de roubar. A coisa real requer o combate de uma coisa abstrata que só existe na cabeça de Tabata e de seus comparsas. Caso a tese fosse real, ricos não seriam ladrões, assassinos, estupradores ou assaltantes. Coisa que nós bem sabemos como é. O vídeo foi gravado imediatamente após o ocorrido. Pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, Tabata narrou o fato e tratou de criticar a situação da cidade ao invés do criminoso. Em dois minutos de relato, a parlamentar não fez nenhuma menção à violência da abordagem e audácia do bandido que tentou assaltá-la em plena manhã de um sábado. Indiscutivelmente conhecedora do fato de que segurança pública cabe a governadores e presidente, chamou a atenção o fato de que a deputada limitou o fato a um problema “da cidade”. “Estou muito chateada e com mais vontade ainda de mudar essa tão situação horrível que vem tomando conta de nossa cidade”, afirmou. A ausência de revolta para com o bandido paralela à crítica contra “as coisas da cidade” revela que a preocupação da deputada, no fundo, não é a prisão de quem cometeu o ato. Aliás, Tabata chega a rir no vídeo. Mais especificamente no trecho 1:17. Por que será?

Quem mandou matar Cleriston?

Encarcerado no presídio da Papuda preventivamente (mesmo sem representar ameaça, sem antecedentes criminais e com sérios problemas de Saúde), Clériston da Cunha morreu. Por meses o mesmo Judiciário que liberta traficantes e assassinos desprezou os apelos da defesa e do Ministério Público e o manteve preso. A ação resultou em sua morte. Se Clériston estava preso à revelia que do que diz a Justiça, quem ordenou a prisão que resultoi em sua morte? Quem mandou matar Clesriston?

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