O deputado Filipe Barros fez uma revelação a respeito do ministro Barroso durante entrevista para o @JornalBSM: em visita técnica ao TSE, feita pela Comissão Especial do Voto Impresso, Barroso teria censurado cientistas pós-doutores em urnas eletrônicas ++ — Yasmin Alencar (@yasminaalencar) July 23, 2021
Flávio Dino defende aumento de impostos em live

O governador Flávio Dino (PSB) promoveu uma verdadeira aula de ignorância econômica e um festival de fake news em uma live promovida pelo canal Outras Palavras no Youtube. Já no início da transmissão o governador enalteceu sua política tributária no Maranhão. Segundo o próprio, gestão tributou os mais ricos e eximiu os mais pobres. Como é de conhecimento público, Flávio Dino cortou impostos da maior empresa doe estado, o Grupo Mateus. Além disso, promoveu seguidos aumentos de ICMS que transformaram a gasolina e a energia elétrica cobradas no estado nos mais caros do país. DESCONHECIMENTO Flávio Dino defendeu que a economia deve ser subjugada ao estado em diversas ocasiões durante a live. Para Flávio Dino, “gastar apenas o que se arrecada é uma mentira de economistas”. A fala é corroborada pelo aumento da dívida no estado após 6 anos de gestão comunista, quando o estado viu sua dívida quase que dobrar. Além disso, Flávio Dino também afirmou que “liberais de verdade” não defendem menos poder do governo em relação à economia. A defesa de impostos também foi ferrenha durante a live. Em certa medida o governador ainda defendeu a impressão de moeda indiscriminadamente pelo Banco Central. A medida, como qualquer economista ainda no início dos estudos sabe, faz explodir a inflação. O modelo foi seguido pela Venezuela que vê o índice alcançar absurdos 9.585,5% anuais e na Argentina, que em piucos meses de governo esquerdista, já tem mais de 50% de inflação ao ano. RESULTADO Muito mais do que uma prova da total ignorância do governador em relação à economia, a entrevista de Flávio Dino serve para mostrar o que trouxe o Maranhão ao mais completo desastre econômico após a passagem dele pelo governo. O ponto positivo da entrevista é que o governador Flávio Dino não esconde sua orientação ideológica na economia: o estado serve para tirar o seu dinheiro. Inclusive, Flávio foi categórico ao afirmar que “imposto não é roubo”. VEJA O CONTEÚDO DA LIVE:
Luciano Hang lidera disputa pelo SEnado

Alvo de uma campanha comunista anti-emprego por agitadores sociais de extrema esquerda no Maranhão nas últimas semanas, o empresário Luciano Hang aparece liderando as intenções de voto na disputa por uma vaga no Senado em Santa Catarina nas eleições do ano que vem. Hang tem 22,9% das intenções de voto. São mais de 5 pontos à frente do segundo colocado, Raimundo Colombo (17,3%). Na sequência, aparecem os candidatos: João Rodrigues, 7,9%; Dário Berger, 5,3%; Kennedy Nunes, 4,8%; Ideli Salvatti, 4,3%; Napoleão Bernardes, 3,1%; Gelson Merisio, 2,9%; Celso Maldaner, 2,6%; Daniel Freitas, 2%; Jorge Seif Junior, 0,5%. O levantamento ouviu 1.514 entrevistados entre os dias 15 e 19 de julho. A margem de erro é de 2,5% e o grau de confiança é de 95%.
Flávio Dino omite compra de viaturas com recursos enviados por Bolsonaro

O governador Flávio Dino (PSB) escondeu durante a cerimônia de entrega de 122 viaturas distribuídas às Polícias Militar e Civil que a ação só foi possível graças a recursos enviados ao Maranhão pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As novas unidades serão utilizadas em 63 cidades do Maranhão. Entre 2019 e 2020 o Maranhão recebeu mais de R$ 40 milhões em recursos para o combate da criminalidade. Nunca na história o estado havia recebido um volume tão grande de recursos a serem empregados no combate ao crime. Em 2021 já foram enviados mais R$ 19 milhões ao estado. Somados com os valores de anos anteriores, o Maranhão recebeu em dois anos e meio mais de R$ 60 milhões. Apesar do volume inédito, tanto o governador Flávio Dino quanto o secretário de segurança pública, Jefferson Portela, omitem a atuação de Jair Bolsonaro no envio de recursos ao estado. Apesar de tentarem esconder a responsabilidade de Jair Bolsonaro no aumento de verbas para a luta contra a criminalidade no estado durante o festival de entrega na Praça Maria Aragão, os comunistas não conseguiram esconder completamente o mérito do Governo Federal. Pela lei, as viaturas são obrigadas a ter adesivo mostrando origem dos recursos. Os valores são oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e referentes aos eixos de Enfrentamento à Criminalidade Violenta e Valorização dos Profissionais de Segurança Pública. DINHERO PARA O CRIME, NÃO CONTRA O CRIME No Portal da Transparência do Governo do Estado não consta detalhadamente o montante de recursos empregados nas 122 unidades de viaturas do tipo pick-up. Uma busca no sistema revela que a Secretaria de Segurança Pública tem um custo médio com aluguel de viaturas de R$ 1 milhão por mês. Os veículos entregues nesta semana são considerados subequipados por policiais. Enquanto outros estados contam com viaturas blindadas que dispõe de computadores, acesso à internet e até câmeras de reconhecimento facial, as unidades entregues pelo governador contam apenas com cela de isolamento e rádio comunicador. Das 122 veículos, 71 irão à Polícia Militar e 51 para a Polícia Civil.
Comunismo “anti-Estátua da Liberdade” no Maranhão
Flávio Dino mantém acusado de corrupção no Governo

Apesar de ser alvo de várias operações policiais em um curto espaço de tempo e ser investigado pela Polícia Federal e Ministério Pùblico, ex-prefeito de Codó e atual diretor do DETRAN do Maranhão, Francisco Nagib, é mantido no cargo pelo governador Flávio Dino. Na semana passada a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na empresa e na residência de Francisco Nagib. A operação investigava desvios de recursos praticadas por empresas sediadas em Codó, Boa Vista/RR e Brasília, principalmente com as verbas do Covid-19 disponibilizadas pelo Governo Federal. Na manhã desta sexta (16), o Grupo de Atuação de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) realizou operação no próprio Departamento de Trânsito do Maranhão (Detran), comandado por Nagib. As suspeitas recaem sobre a empresa Infosolo Informática S.A (atual Logo IT S.A), de Brasília. Há suspeitas de que a empresa esteja cometendo atos de corrupção. A empresa já foi alvo de operação pelo Gaeco do Paraná. Os proprietários da empresa montaram negócios em diversos estados, como Maranhão, Minas Gerais e Paraná.
Eliziane Gama recebeu mais de R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral em 4 anos

Após a polêmica votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias acontecida ontem, a senadora maranhense Eliziane Gama (Cidadania) usou as redes sociais para se colocar contra o uso de recursos públicos em campanhas eleitorais. Acontece que em quatro anos a política recebeu mais de R$ 2 milhões em recursos públicos em suas campanhas de 2014, 2016 e 2018. Na última eleição a senadora recebeu cerca de R$ 1.2 milhões em recursos públicos. Nas eleições de R$ 2016, quando disputou a eleição de prefeita, ela recebeu outros R$ 800 mil. Dois anos antes, quando disputou o cargo de deputada federal, Eliziane foi agraciada com mais de R$ 150 mil. Em quatro anos, a senadora que hoje se coloca contra o aumento de recursos públicos nas campanhas, pulou de R$ 150 mil para R$ 1.2 milhão. Alguém acredita que ela realmente seja contra o aumento de recursos públicos em campanhas eleitorais? Todos os dados que mostramn que a senadora é contra o Fundo Eleitoral apenas na frente das câmeras podem ser acessados no site da Justiça Eleitoral: Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (tse.jus.br)
Sistema de corrupção liderado por Flávio Dino nas eleições de 2018 vai para o TSE

O sistema de corrupção eleitoral montado nas eleições de 2018 pelo governador Flávio Dino (PSB) deve ser debatido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estrutura criminosa, que consistia na “Mensalão dos Pastores” e no “Asfalto Eleitoral”, deu entrada na corte. O ESQUEMA No Mensalão dos Pastores, também conhecido como “Farra dos Capelães”, o governo é acusado de distribuir cargos no serviço de capelania do Estado em troca do apoio de lideranças religiosas. Alguns dos indicados chegavam a receber cerca de R$ 20 mil por mês. SãoA denúncia afirma que 50 cargos foram distribuídos em troca de apoio. Caso confirmada a denúncia, o esquema gerou uma espécie de “mensalão” que pode ter chegado a custar R$ 1 milhão por mês e, de lá para cá, deve ter abastecido o esquema com mais de R$ 50 milhões. Além do pagamento de propina a líderes religiosos por meio de cargos públicos, Flávio Dino também é acusado usar um programa de asfaltamento de rodovias e vias urbanas de forma irregular nas eleições de 2018. No “Asfalto” eleitoral Uma parcela significativa dos recursos distribuídos a prefeitos foi retirada da Saúde. “Somente no período compreendido entre 4 a 6 de julho de 2018, ou seja, às vésperas do início do período eleitoral e das condutas vedadas, o governador Flavio Dino determinou a transferência de recursos públicos no vultoso valor de R$ 72.338.034,61, destinado a Saúde de 75 municípios aliados ao governo do Estado do Maranhão”, diz parte da ação. A denúncia é conduzida pelos advogados Admar Gonzaga e Anna Graziella Neiva e já acumula uma vitória importante. Ação proposta pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, foi apreciada como precedente no STF e suspendeu o esquema de nomeações de capelães pelo governador.