O escândalo do “Tanque Furado” de Eliziane Gama
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Prefeito de Cantanhede constrói obra super faturada

Uma pequena obra vem chamando a atenção da população do município de Cantanhede, que fica a 154 km da capital maranhense. O prefeito José Martinho, o ‘Kabão’, utilizou recursos públicos para construir uma Garagem Municipal que custaria inicialmente R$ 149.155,20. Contudo, o valor total chegou a R$ 319.311,11. A obra inclui 400 metros de muro com 2 metros de altura. Apenas a lateral e a frente rebocadas para poder pintar letras grandes em vermelho. No Portal da Transparência, o pagamento pelos serviços à empresa Terraplanec, Terraplanagem Engenharia e Construções aparece em três etapas: 10 de junho de 2021, no valor de R$ 161.388,21, no dia 22 de julho de 2021, no valor de R$ 104.737,69 e no dia 06 de agosto de 2021, no valor de R$ 53.185,21, totalizando 100% do valor do contrato, ou seja, R$ 319.311,11.
Vice-presidente dos EUA é a mais rejeitada em 50 anos

A passagem de Kamala Harris, vice presidente do Estados dos Unidos, pelo governo é ruim. É o que aponta dados de uma pesquisa do USP Today em pareceria com a Suffolk University. Apenas 28% da população americana aprova a atuação de Kamala no cargo. A rejeição ultrapassa os 50% e é a maior de um vice-presidente nos últimos 50 anos. Harris era apontada como a “nova” estrela do partido Democrata dos Estados Unidos nas eleições de novembro do ano passado, quando Joe Biden foi eleito. Atualmente, ela figura como uma das grandes decepções da atual gestão do partido. A impopularidade retradada nas pesquisas interfere também no relacionamento do Biden com sua vice. Segundo o colunista do jornal Los Angeles Times, Mark Barabak, “não há muita coisa que Harris possa fazer que Biden ainda não tenha feito, incluindo atuar no cargo que ela ocupa agora”. No início do mandato, o encontro do presidente dos EUA com Kamala era comum em diversas ocasiões. Em fevereiro, os dois estiveram juntos em pelo menos 38 compromissos públicos. Porém nos últimos dois meses, o cenário mudou e eles foram vistos juntos apenas duas vezes.
Economia no Maranhão devem voltar a funcionar sem restrições em breve

O setor econômico no Maranhão, enfim, poderá voltar a funcionar sem restrições brevemente. O funcionamento de 100% das atividades econômicas no estado, de acordo com o Secretário de Estado de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, será efetivo nos próximos dias. “Muita gente do Maranhão está precisando voltar a trabalhar, reativar a nossa economia. Recebemos aqui dezenas de solicitações, de bares e restaurantes de diversos circuitos da economia e após tratativas com o governador Flávio Dino, com os colegas Diego Galdino, Carlos Lula e também vigilância sanitária, encaminhamos para a Casa Civil o pedido de liberação de 100% de todas as atividades”, explicou Simplício. Segundo o secretário, apenas os procedimentos de precaução comoo uso da máscara, limpeza adequada e, álcool para higiene das mãos, serão exigidos. “Claro que nós ainda devemos observar o uso da máscara e também o uso do álcool em gel. Desejamos que essa retomada seja uma retomada com muito sucesso para aqueles que precisam voltar a trabalhar e para que eles também que precisam reativar o trabalho total dos seus negócios. Vamos à luta e que este final de ano seja um final de ano abençoado para todos nós”, completou.
Uso de máscara não é mais obrigatório em São Luís

O governador Flávio Dino decreto nesta quinta (11) em que torna o uso de máscara facultativo em cidades maranhenses que tenham alcançado mais de 70% da vacinação total. Neste aspecto, a capital maranhense, com 84,5% da população vacinada, teve abolido o uso obrigatório de máscaras em locais abertos e fechados. Apenas 5,3% das cidades do Maranhão estão aptas a liberar o uso de máscaras completamente. Além de São Luís, outras XX cidades, das 217 do Maranhão, tiveram o uso obrigatório de máscaras abolido. Foram elas: Afonso Cunha (93%), Santo Antônio dos Lopes (84,7%), Alcântara (79,3%), São João dos Patos (78,7%), Junco do Maranhão (77,9%), Bacurituba (77,4%), Caxias (76,6%), Guimarães (76%), Cedral (75,8%), Sucupira do Riachão (75%), Mirinzal (74%) e Nova Colinas (70,2%).
PL será o maior partido do Congresso Nacional após entrada de Bolsonaro

A assessoria de imprensa do Partido Liberal (PL) anunciou o acerto de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido. Com a entrada de Bolsonaro na legenda, ela deverá tornar-se a maior do país. Atualmente a legenda conta com 43 deputados federais. Após a entrada de Bolsonaro, são esperados, pelo menos, mais 30 parlamentares. Hoje os maiores partidos são PSL e PT (ambos com 53 deputados). No Senado a legenda conta com 4 senadores e também deve sofrer um aumento na bancada ainda não previsto. O martelo foi batido após conversa entre o presidente e o líder nacional do partido, Valdemar Costa Neto. De acordo com a assessoria do PL, a cerimônia será realizada na manhã do dia 22 de novembro, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília, e terá a presença de dirigentes do partido de todo o país. Valdemar Costa Neto afirmou que Bolsonaro havia conversado com o ministro da casa civil, Ciro Nogueira do PP (Partido Progressista), antes de confirmar sua filiação no PL. O deputado federal Giovani Cherini afirma que, com a chegada do presidente ao partido, a expectativa é que seja “o maior partido da Câmara”. Ele ainda comenta que recebeu várias ligações de pessoas querendo se filiar ao partido, após o anúncio. O parlamentar também ressaltou que a chegada do presidente no partido é bem-vinda. O deputado reconhece que a legenda pode sofrer com baixas de filiados contrários à chegada do presidente, mas afirma que, para alcançar a maior representação no Legislativo, o PL planeja contar com os alguns filiados ao DEM e ao PSL. “Não vamos fazer nenhum tipo de seleção. Em relação às candidaturas vamos ver quem é mais forte eleitoralmente falando. Não adianta ter boa vontade, mas não ter voto. Voto é fundamental para chegarmos ao poder”, concluiu. Figuras como o vice-presidente da câmara dos deputados, Marcelo Ramos, mostraram insatisfação em fazer parte do mesmo partido que o presidente. No Maranhão, o clima ficou bem agitado com a decisão do presidente da República em se afiliar ao PL.
Bolsonaro sobe o tom e fala em privatizar a Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a Petrobras. Segundo ele, a empresa trabalha para os acionistas não ter prejuízos. “Porque a Petrobras é um monstrengo, tem um monopólio e praticamente vive em função dela mesma. Ela vive para que, dada a legislação existente, os acionistas nunca tenham prejuízo”, afirmou Bolsonaro. O presidente tem criticado nos últimos dias a forma de distribuição de lucros da Petrobras a seus acionistas. Durante a entrevista, Bolsonaro disse que tentar privatizar a empresa é uma ação difícil. “Não tenho ingerência sobre a Petrobras. Tanto é que eu espero aí privatizar parte dela, que não é fácil. Já entrei em contato com a equipe econômica”, ressaltou. É necessário lembrar que a maior acionista e beneficiária dos dividendos pago pela estatal é a União.
Rejeição de Flávio Dino para o Senado deve ultrapassar 40%

A última pesquisa Econométrica sobre intenções de voto nas eleições maranhenses ligou o sinal vermelho para o governador, e pretenso candidato ao senado, Flávio Dino (PSB). Segundo o levantamento, mesmo sem oponentes e do alto do cargo de governador, Flávio Dino tem o segundo pior índice de rejeição no estado, com 32,3%. Com a chegada do ano eleitoral e a licença do cargo, Flávio Dino deve sofrer um aumento significativo de sua rejeição. Os sete anos do governo que prometeu revolucionar o Maranhão e irão entrega-lo pior do que recebeu devem pesar na avaliação dos eleitores. Além disso, o apoio de Flávio Dino entre prefeitos do interior deve diminuir. “Há prefeito do estado que tenta falar com ele há mais de 3 anos e não consegue. Na hora que sair da cadeira, vai perder apoio”, confidenciou uma fonte do Palácio dos Leões. Além da avaliação ruim do governo, da perda de aliados assim que deixar o cargo, outra candidatura pode interferir na rejeição do governador. Até agora o comunista é candidato único e não sofre qualquer tipo de oposição. Cenário que deve mudar quando surgirem outras candidaturas.